Banco do Brasil já desembolsou R$ 119 bilhões em crédito para o setor agro, na safra 21/22

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O Banco do Brasil já desembolsou, na atual safra agrícola (2021/2022), R$ 119 bilhões em crédito para o setor agro, de acordo com informações do banco. Em relação ao mesmo período da safra anterior, trata-se de um aumento de 46% no volume concedido.

O BB (BOV:BBAS3) é líder em crédito agrícola no País, com cerca de 54% do total, considerados os dados do quarto trimestre de 2021. O reforço da liderança é um dos pontos sob o foco da gestão do atual presidente do banco, Fausto Ribeiro.

O banco está na 27ª edição da feira Agrishow, realizada entre esta segunda-feira e quarta, 27, em Ribeirão Preto (SP). A cidade possui uma das 18 agências do banco especializadas no segmento agro, com contratações de crédito de R$ 164,6 milhões entre julho de 2021 e a primeira semana deste mês.

O montante é mais que o dobro do desembolsado na safra anterior, de R$ 80,5 milhões, considerado o mesmo período.

Em todo o Estado de São Paulo, segundo o BB, foram contratados mais de R$ 11,6 bilhões até o dia 8 de abril, alta de 47% em relação ao mesmo intervalo da safra 20/21.

As linhas de crédito do BB vão do custeio às direcionadas à industrialização e armazenagem de produtos agrícolas. O banco também realiza operações com títulos do agronegócio, como a Cédula de Produto Rural (CPR) e o Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

O Banco do Brasil pretende divulgar os resultados do 1T22 no dia 11 de maio.

Banco do Brasil (BBAS): lucro líquido ajustado de R$ 5,93 bilhões, aumento de 15,4%

O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 5,93 bilhões no quatro trimestre de 2021, aumento de 15,4% frente ao terceiro trimestre e 60,5% em relação a igual período de 2020. No ano, o ganho foi de R$ 21,021 bilhões, alta de 51,4%.

O consenso do mercado era de um lucro de R$ 4,78 bilhões, segundo os analistas consultados pela Refinitiv.

O resultado foi fruto do crescimento das margens do banco no comparativo anual, mas também da forte queda do custo de crédito na comparação com 2020, ano em que, diante da chegada da pandemia da covid-19 ao País, o BB gastou R$ 21,9 bilhões com provisões contra calotes, 40% a mais que no ano passado.

A margem financeira bruta somou R$ 14,801 bilhões, um incremento de 4,5% na comparação anual e recuo de 5,4% frente 3º trimestre. A líquida, por sua vez, atingiu R$ 11,010 bilhões, alta de 22,2% em um ano, mas queda de 6% no trimestre.

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