Suzano adquire ativos de oito sociedades com ativos florestais por US$ 667 milhões

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A Suzano celebrou um contrato de compra e venda de participação societária designado “Share Purchase and Sale Agreement”com o Investimentos Florestais Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia para a aquisição de oito sociedades por US$ 667 milhões.

O fato relevante foi feito pela companhia (BOV:SUZB3) nesta quinta-feira (28).

O valor será pago em duas parcelas, sendo a primeira devida no fechamento da Operação e a segunda após 12 meses contados do fechamento da Operação. O preço base está sujeito a ajustes de preço pós-fechamento, com BAse na variação de dívida líquida e capital de giro das Companhias Alvo.

A Suzano explica que já utiliza os ativos florestais existentes nas companhias alvo por meio de contratos de parceria florestal celebrados em 2013 pela sua antecessora, Fibria Celulose. “A Operação está alinhada à estratégia da Suzano de ser “best-in-class” no custo total de celulose, através da redução do dispêndio na compra de madeira, bem como de garantir base florestal em áreas estratégicas às suas operações no longo prazo”, afirma.

Entre as sociedades estão a Vitex SP Participações; Vitex BA Participações; Vitex ES Participações; Vitex MS Participações; Parkia SP Participações; Parkia BA Participações; Parkia ES Participações; e Parkia MS Participações.

Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa destaca que a conclusão da Operação está sujeita à verificação de condições precedentes, comumente praticadas pelo mercado nesse tipo de transação, incluindo a aprovação da Operação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), e a aprovação pelos órgãos societários das Partes.

A companhia esclarece que a Assembleia Geral para a ratificação da Operação pelos acionistas será oportunamente convocada pela administração da companhia, caso aplicável.

A Suzano pretende divulgar os resultados do 1T22 no dia 04 de maio.

Suzano (SUZB3): lucro líquido de 2,3 bilhões no 4T21

Suzano maior produtora mundial de celulose de eucalipto, encerrou o quarto trimestre com lucro líquido de R$ 2,3 bilhões, queda de 61% na comparação anual, refletindo o impacto negativo da variação cambial na linha financeira.

A variação em relação ao 3T21 é explicada majoritariamente pela variação positiva no resultado financeiro, por sua vez decorrente do menor impacto negativo da variação cambial sobre a dívida e da marcação a mercado das operações com derivativos. Em relação ao 4T20, a variação negativa de R$ 3.601 milhões no resultado líquido reflete principalmente a variação negativa no resultado financeiro, parcialmente compensada pelo melhor resultado operacional.

receita líquida do quarto trimestre ficou em R$ 11,470 bilhões, alta de 43% na comparação com o mesmo período de 2020 (R$ 8,013 bilhões). Em todo o ano de 2021, a receita líquida atingiu R$ 40,965 bilhões, avanço de 34% na comparação com o ano anterior (R$ 30,460 bilhões).

O ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – ajustado somou 6,35 bilhões de reais, 60% acima do observado em igual etapa de 2020, e foi recorde, na esteira de vendas em volume e preços maiores, tanto no negócio de celulose quanto em papel. A margem Ebitda ficou em 55%, com expansão de seis pontos percentuais.

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