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Taxas de juros futuros caem com incertezas sobrem FOMC e política fiscal interna

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As taxas dos contratos de juros futuros encerraram a sessão desta terça-feira em alta no Brasil, acompanhando os rendimentos dos títulos do Tesouro americano, diante de incertezas sobre os próximos passos de política moentária do Federal Reserve.

Outro ponto que impulsionou os DIs foi a notícia sobre a apresentação do arcabouço fiscal ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda nesta semana pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT).

Ao final da sessão regular, às 16h30, o DI com vencimento em Jan/24 subia 6 pontos-base, a 13,07%, o de Jan/27, 12 pontos-base, a 12,60%, o Jan/31, 17 pontos-base, a 13,22%, e o Jan/33, 16 pontos-base, a 13,31%.

O Índice de Preços ao Consumidor (CPI) de fevereiro nos EUA desacelerou para 0,4% em fevereiro, em linha com o consenso, após alta de 0,5% em janeiro. O núcleo do indicador, que exclui preços de itens voláteis como energia e alimentos e é mais observado pelo mercado no cálculo das expectativas de inflação, avançou para 0,5% em fevereiro, acima dos 0,4% registrados em janeiro e do consenso de analistas, que esperavam 0,4% de alta.

Os contratos de derivativos negociados na Chicago Mercantile Exchange (CME) indicavam 71,6% de probabilidade de elevação dos juros americanos em 0,25 ponto percentual no próximo encontro do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC), na semana que vem. Os derivativos ainda embutem uma probabilidade de 28,4% na manutenção das taxas de juros.

No Brasil, mais cedo, Haddad voltou a dizer a jornalistas que a proposta de arcabouço fiscal aprovada no MInistério da Fazenda e nas demais equipes econômicas será apresentada ainda nesta semana a Lula, antes da viagem do chefe do Executivo à China, marcada para o final do mês.

“O mercado ainda não consegue visualizar o que o Fed vai fazer em relação aos juros americanos. Hoje teve indicador de inflação em linha com o esperado pelo mercado, sinalizando uma alta menor de juros nos Estados Unidos, mas por outro lado ainda há incertezas sobre o arcabouço fiscal aqui no Brasil, com investidores esperando os detalhes do que será apresentado por Haddad. O investidor deve seguir operando com cautela”, afirmou a economista do Banco Ourinvest, Cristiane Quartaroli.

*Com informações do TC

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