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Tesouro: Dívida pública recua 0,8% em julho e atinge R$ 6,14 trilhões

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A dívida pública brasileira caiu 0,8% em julho e atingiu R$ 6,14 trilhões, informou nesta terça-feira (29) a Secretaria do Tesouro Nacional. Em junho, o endividamento estava em 6,19 trilhões.

A dívida pública federal é a contraída pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do governo federal, ou seja, pagar as despesas do governo acima da arrecadação com impostos e contribuições.

De acordo com o Tesouro, a dívida recuou em julho por conta dos resgates líquidos (acima do valor das emissões, ou seja, da colocação de títulos do mercado) de R$ 92,7 bilhões. Por outro lado, as despesas com juros, que elevaram a dívida pública, somaram 43,4 R$ bilhões.

A DPMFI recuou 0,74%, para R$ 5,913 trilhões. A DPFE caiu 2,17%, para R$ 228,96 bilhões. O impacto dos juros na DPF em julho somou R$ 43,44 bilhões. Os resgates líquidos somaram R$ 92,68 bilhões em julho. A participação dos estrangeiros na DPMFI caiu para 9,22%.

A parcela prefixada da DPF caiu para 24,65% em julho. A parcela corrigida pela inflação subiu para 30,21%. A parcela corrigida pela Selic subiu para 41,20%. A parcela atrelada ao câmbio recuou para 3,93%. A parcela da DPF a vencer nos próximos 12 meses caiu para 18,21% em julho.

O prazo médio da DPF subiu para 4,06 anos. E o custo médio da DPF em 12 meses atingiu 10,07% ao ano. O Tesouro informou ainda que a reserva de liquidez caiu 11,32% em julho; para R$ 991,85 bilhões.

Segundo o governo, o custo médio das emissões em oferta pública da dívida pública apresentou redução, passando de 12,50% ao ano em junho para 12,22% ao ano em julho.

A previsão do Tesouro Nacional é que a dívida encerre o ano de 2023 entre R$ 6,4 trilhões e R$ 6,8 trilhões. O dado consta no Plano Anual de Financiamento (PAF), divulgado em janeiro deste ano.

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