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Google atualiza políticas para exigir divulgação em anúncios eleitorais gerados por IA

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O Google, controlado pela Alphabet (NASDAQ:GOOGL), anunciou que vai obrigar anunciantes eleitorais a informar se o conteúdo dos seus anúncios foi modificado ou criado por ferramentas de inteligência artificial (IA). Entrando em vigor em meados de novembro, a nova política exige que os anúncios nas plataformas Google especifiquem quando usam áudio, imagens ou vídeo gerados por IA. A declaração poderá ser algo como “Este áudio foi gerado por computador” ou “Esta imagem não representa eventos reais”. Pequenas edições, como ajustes de tamanho ou brilho, não estão incluídas nesta regra.

A Alphabet também é negociada na B3 através do ticker (BOV:GOGL34).

A empresa acredita que essa mudança aumentará a transparência em anúncios eleitorais, especialmente considerando o uso crescente de IA para criar conteúdo sintético. Michael Aciman, porta-voz do Google, disse que a atualização irá “apoiar a publicidade política responsável e fornecer informações necessárias para os eleitores”.

Essa política não será aplicada a vídeos enviados no YouTube que não sejam anúncios pagos, mesmo que sejam de campanhas políticas. Nem o Meta Platforms (META, M1TA34), dono do Facebook e Instagram, nem a X (anteriormente Twitter) possuem diretrizes específicas sobre anúncios gerados por IA.

O Google tem enfrentado pressões para combater a desinformação em suas plataformas. Anteriormente, já havia implementado um processo de verificação de identidade para anunciantes eleitorais e adicionado restrições de segmentação. O YouTube, por sua parte, tem enfrentado críticas por permitir vídeos com informações falsas sobre fraudes eleitorais, embora tenha tomado algumas medidas para moderar esse conteúdo.

A empresa destaca que já tomou medidas anteriormente para coibir anúncios que violam suas políticas, removendo ou bloqueando 5,2 milhões de anúncios, incluindo 142 milhões que violaram suas diretrizes contra deturpação em 2022.

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