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Ouro tem queda forte e fecha abaixo dos US$ 1.900

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Os contratos futuros do ouro (CCOM:GOLD) intensificaram o movimento de queda visto desde cedo e encerraram a quarta-feira (27) abaixo dos US$ 1.900 por onça, patamar em que o metal se encontrava estável há semanas.

Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega prevista para dezembro recuou 1,52%, a US$ 1.890,90 por onça-troy.

“O ouro finalmente caiu para menos de US$ 1.900 a onça, sob a pressão de um dólar forte e do impacto das taxas de juros, que parecem destinadas a permanecer mais altas por mais tempo”, pontua Rupert Rowling, analista de Mercado da Kinesis Money.

O dólar americano opera nos maiores níveis em mais de 10 meses nesta quarta-feira. Por volta das 15h20 (de Brasília), o índice DXY, que mede a relação do dólar com uma cesta de seis moedas de países desenvolvidos, tinha alta de 0,57%, a 106,831 pontos.

O profissional destaca que a surpresa não é que o ouro tenha caído abaixo deste limiar, mas, sim, “o período de tempo que conseguiu permanecer em níveis tão elevados, dado o ambiente macroeconômico”.

O relatório da Kinesis explica que o principal elemento que manteve o ouro apoiado nos últimos meses foi a força das compras institucionais, especialmente por parte de bancos centrais.

Contudo, apesar da queda firme vista hoje, os analistas não enxergam isso como uma uma tendência de longo prazo. “Não há razão para acreditar que este apoio irá desaparecer subitamente e, portanto, qualquer declínio será provavelmente lento e gradual, em vez de um colapso repentino”, completa.

Essa leitura é corroborada pelas novas tensões em torno da saúde da economia chinesa, em meio à turbulência da gigante imobiliária Evergrande. “Um retorno do ouro acima de US$ 1.900 não pode ser descartado, já que os investidores enxergam o metal precioso como um porto seguro”, diz Rowling.

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