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Itaú se destaca entre as blue chips, com projeção de lucro e preço-alvo elevados pelo Citi

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O Citi atualizou suas estimativas para as ações do Bradesco (BOV:BBDC3) (BOV:BBDC4), Itaú  (BOV:ITUB4) e BTG Pactual (BOV:BPAC11) ao incorporar os respectivos resultados do quarto trimestre de 2023 (4T23).

Para o Bradesco, o banco americano reduziu as estimativas de lucro em 20% para 2024, cerca de R$ 18,8 bilhões e em 14% para 2025, R$ 23,7 bilhões, citando que o plano estratégico da nova gestão parece adiar sua recuperação e traz muita incerteza, embora possa aumentar a rentabilidade no futuro.

A equipe de research do banco disse ver a orientação de 2024 como conservadora, dando espaço para a nova administração construir uma comunicação mais crível com o mercado. Segundo relatório, o NII (margem financeira líquida) deve ser impulsionado pelo aumento do risco na nova originação de crédito, enquanto o custo de risco, acima das cifras históricas, poderia surpreender positivamente. O Citi projeta um retorno sobre patrimônio líquido (ROE) de 11% para 2024, acima do implícito de 10% no ponto médio da orientação, mas não deve ser algo que mova materialmente as ações.

Com perspectivas de retorno abaixo do custo de capital pelos próximos 2 anos, analistas acreditam que as ações dificilmente poderiam ser negociadas acima de 1 vez o Preço/Valor Patrimonial, limitando qualquer potencial de alta. Diante disso, o Citi decidiu cortar o preço-alvo de R$ 17,50 para R$ 15,70, o que representa um potencial de valorização de 16,50% sobre o fechamento da última sexta-feira (16) de R$ 13,48. O banco ainda reiterou recomendação neutra, com alto risco.

Por outro lado, o Citi elevou as estimativas de lucros para o Itaú em 2% para 2024, aproximadamente R$ 40,7 bilhões, e em 3% para 2025, R$ 42,5 bilhões, aumentando ligeiramente o preço-alvo de R$ 36 para R$37 e mantendo classificação de compra.

O time de análise do Citi comentou que o Itaú deve se beneficiar mais do ambiente positivo devido à sua execução impecável, sendo a melhor opção no setor bancário brasileiro. Analistas acreditam que a valoração das ações pode se aproximar da média histórica (9 vezes), o que, combinado com outro dividendo substancial (7% de rendimento), proporciona um sólido potencial de alta, com menor risco de execução.

Já para o BTG, as projeções de lucro para 2024 e 2025 subiram 7% (R$ 12,3 bilhões) e 9% (R$ 13,8 bilhões), respectivamente, e o preço-alvo passou de R$ 33 para R$ 37, um potencial de alta de 1,6% sobre o fechamento de sexta-feira a R$ 36,42, mas reiterou recomendação neutra.

O Citi lembra que apesar de um 2023 desafiador impactado pela menor atividade nos mercados de capitais e pelas altas taxas de juros, o BTG manteve um desempenho forte, com lucros aumentando 25% na base anual e ROE pouco abaixo de 23%. Embora o banco deva se beneficiar de um cenário mais favorável em 2024, analistas acreditam que as expectativas já estão muito altas, com estimativas de lucros do lado comprador em R$12,5-R$13 bilhões, o que, combinado com uma avaliação de Preço/Valor Patrimonial premium de 2,9 vezes, torna desafiador fornecer um potencial de alta.

Ainda recuavam o BB (BOV:BBAS3) -0,21%, R$ 57,75 e o Santander (BOV:SANB11) -0,14%, R$ 29,01, este em contraste com o Santander em Madri (+1,48%), após anúncio de recompra de ações.

Pesquisa da Febraban divulgada hoje mostra que os bancos (18 foram consultados) revisaram para baixo, de 8,5% para 8,4%, a estimativa de crescimento do crédito em 2024. Já a de inadimplência, que tem pesado em balanços trimestrais recentes, melhorou, com recuo de 4,6% para 4,5%.

Informações BDM

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