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Quais as perspectivas dos analistas para a Totvs no 1T24?

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O BTG Pactual divulgou um relatório com as perspectivas de resultados da Totvs para o primeiro trimestre de 2024, com previsão de alta de 17% na receita corrente, na comparação anual, e margem Ebitda de 26,1%, após um desempenho fraco no último trimestre do ano passado, registrando margem Ebitda de 23,9%

O banco de investimentos acredita que a melhora deve persistir no decorrer do ano, com sólidos resultados na gestão, negócios e desempenho, mas com pouca contribuição da Techfin. A companhia divulgará o balanço do primeiro trimestre de 2024 no dia 8 de maio.

O relatório também apontou que o ajuste no modelo corporativo da companhia. Segundo o BTG, no ano passado, o modelo corporativo impulsionou o ARR em R$ 34 milhões e receitas de licenças em R$ 36 milhões. Como a Totvs (BOV:TOTS3) já afirmou, a contribuição do modelo corporativo deverá ser menor em 2024 (já que a inflação foi recuou forte no ano passado, e o crescimento geral dos clientes da Totvs está inevitavelmente correlacionado com a inflação).

“Esperamos que o modelo corporativo contribua com R$ 20 milhões em ARR no primeiro trimestre deste ano (vs. R$ 34 milhões no ano passado) o que deve aumentar a adição líquida de ARR para R$ 160 milhões (ou seja, +R$ 140 milhões ex-modelo corporativo, acima dos R$ 130 milhões do primeiro trimestre de 2023, nível que consideramos sólido para um primeiro trimestre, que apresenta atividade comercial mais fraca)”, explicou o BTG, que mantém a recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 38/ação.

A XP Investimentos afirmou que resultados devem ser neutros, refletindo a manutenção de um bom ritmo de vendas e repasses contratuais, mostrando a resiliência de seu modelo de negócios no segmento de Gestão e a boa evolução em Business Performance. No entanto, as vendas de clientes corporativos devem ser mais fracas neste trimestre, impactando o crescimento e a rentabilidade do segmento de gestão, que historicamente é maior no primeiro trimestre. Em uma base consolidada, o lucro líquido ajustado deve ser de R$ 163 milhões.

O Itaú BBA disse que, embora tenha aumentado um pouco as perspectivas de receitas para 2024 e 2025, as previsões para Ebitda e EPS recuaram para 6% e 8%, respectivamente, em 2024, e para 11% (Ebitda) e 10,6% (EPS) em 2025.

“Acreditamos que o primeiro semestre de 2024 a companhia estará sob pressão, principalmente na divisão de gestão de negócios). Assim, atualizamos nossos números, com previsão de 3% abaixo do consenso do lucro por ação para 2025”, apontou o Itaú, que recuo o preço-alvo para 2024 de R$ 38/ação para R$ 34/ação.

Informações Grupo CMA

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