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Marcopolo (POMO4): lucro líquido de R$ 243,1 milhões no 1T25, queda de 23,3%

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A Marcopolo teve lucro líquido de R$ 243,1 milhões no primeiro trimestre, queda de 23,3% sobre o desempenho de um ano antes, apesar da receita mostrar estabilidade no período.

A receita líquida consolidada alcançou R$ 1.677,4milhões no 1T25, sendo R$ 932,5 milhões proveniente do mercado interno (55,6% do total), R$ 175,1 milhões advindos das exportações a partir do Brasil (10,4% do total) e R$ 569,8 milhões originadas pelas operações internacionais da Companhia (34,0% do total).

A maior fabricante de carrocerias de ônibus da América Latina teve um resultado operacional medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) de R$ 262 milhões, recuo de quase 17% na comparação anual.

Segundo a Marcopolo, o Ebitda “foi afetado negativamente pelo mix de vendas no mercado doméstico associado à sazonalidade e às férias coletivas, bem como pela menor alavancagem operacional”.

A empresa, porém, reiterou viés positivo para 2025, esperando nível de entregas de ônibus no Brasil em patamar maior que o registrado no primeiro trimestre.

A companhia, que produz carrocerias de ônibus urbanos, compactos e rodoviários, também afirmou que espera uma composição “mais nobre” de entregas de veículos a partir deste segundo trimestre por conta de sua exposição a ônibus rodoviários mais pesados.


“A carteira de pedidos de rodoviários segue surpreendendo positivamente em um ano projetado inicialmente como de manutenção no volume de vendas”, afirmou a empresa no balanço.

As despesas com vendas totalizaram R$ 84,8 milhões no 1T25, ou 5,1% da receita líquida, contra R$ 65,0 milhões no 1T24, 3,9% sobre a receita líquida. O aumento em termos absolutos e relativos das despesas com vendas é explicado pela maior relevância dos mercados externos na receita do trimestre, que possuem comissões de vendas superiores àquelas do mercado brasileiro.

As despesas gerais e administrativas totalizaram R$ 101,0 milhões no 1T25, ou 6,0% da receita líquida, enquanto no 1T24 essas despesas somaram R$ 73,0 milhões, ou 4,4% da receita líquida.

O resultado financeiro líquido do 1T25 foi positivo em R$ 109,3 milhões, ante um resultado também positivo de R$ 42,2 milhões registrados no 1T24.

No 1T25, as atividades operacionais geraram caixa de R$ 75,0 milhões, as atividades de investimentos, líquidas de dividendos e variação cambial, consumiram R$ 62,8 milhões, enquanto as atividades de financiamento consumiram R$ 322,3 milhões.

No 1T25, a Marcopolo investiu em seu imobilizado R$ 67,5 milhões, dos quais R$ 26,9 milhões foram despendidos pela controladora e aplicados da seguinte forma: R$ 12,0 milhões em máquinas e equipamentos, R$ 9,1 milhões em softwares e hardwares, R$ 4,6 milhões em benfeitorias, e R$ 1,2 milhão em outras imobilizações.

Nas controladas foram investidos R$ 40,6 milhões sendo R$ 29,0 milhões na Volare Veículos (São Mateus), R$ 2,1 milhões na Apolo (Plásticos), R$ 4,1 milhões na Marcopolo México, R$ 3,4 milhão na Marcopolo Argentina, e R$ 2,0 milhão nas demais unidades.

O endividamento financeiro líquido totalizava R$ 1.343,4 milhões em 31.03.2025 (R$ 1.158,1 milhões em 31.12.2024). Desse total, R$ 1.082,1 milhões eram provenientes do segmento financeiro (Banco Moneo) e R$ 261,3 milhões do segmento industrial. Cabe ressaltar que o endividamento do segmento financeiro provém da consolidação das atividades do Banco Moneo e deve ser analisado separadamente, uma vez que possui características distintas daquele proveniente das atividades industriais da Companhia.

O passivo financeiro do Banco Moneo tem como contrapartida a conta de “Clientes” no Ativo do Banco. O risco de crédito está devidamente provisionado. Por se tratar de repasses do FINAME, cada desembolso oriundo do BNDES tem exata contrapartida na conta de recebíveis de clientes do Banco Moneo, tanto em prazo como em taxa.

Em 31 de março, o endividamento financeiro líquido do segmento industrial representava 0,2 vezes o EBITDA dos últimos 12 meses.

Os resultados da Marcopolo (BOV:POMO3) e (BOV:POMO4) referentes às suas operações do primeiro trimestre de 2025 foram divulgados no dia 30/04/2025.

* Com informações da ADVFN, RI das empresas, Valor, Infomoney, Estadão

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