angelicamuniz
- Dono
- 18
- 09/10/2008
| Gráfico Intraday: BOV:BEEF3 | Gráfico Longo-Prazo: BOV:BEEF3 |
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este papel veio de R$12,00 , e hoje esta R$2,14.a empresa me parece saudavel .
Gostaria de algumas opiniões.
obrigado
Minerva (BEEF3)angelicamuniz
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Comentários
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ze_pequeno
1422 23/01/2008Tomei!
182 de 11381
65Nick
547 09/07/2007Por: Giulia Santos Camillo
27/04/09 - 18h32
InfoMoney
SÃO PAULO - Como era de se esperar após a abertura negativa das bolsas internacionais nesta manhã, o temor acerca dos impactos econômicos da propagação da gripe suína se alastrou pelos mercados, pressionando os principais índices acionários globais. No Brasil, a percepção pessimista da situação não é diferente, principalmente nos setores de alimentos e aéreo.
O principal índice da bolsa paulista fechou com baixa de 2,04% nesta sessão, com as perdas sendo lideradas pelas ações ordinárias da JBS Friboi (JBSS3), que caíram 12,23%, para R$ 6,10.
No setor frigorífico, destaque também para os papéis da Minerva (BEEF3), que recuaram 9,59%, cotados a R$ 2,45. Outra ação fortemente afetada foi a da TAM (TAMM4), que terminou com baixa de 6,06%, negociada a R$ 15,50, diante da perspectiva de redução no fluxo de viagens internacionais.
Setor frigorífico
O pessimismo com as ações do setor frigorífico se deve especialmente ao sentimento de que os temores acerca da propagação da doença irão afetar as vendas globais de carne suína. Nesse sentido, a JBS é uma das principais afetadas, já que possui indústria de carne suína nos Estados Unidos, um dos países com casos confirmados da doença.
Conforme dados da JBS referentes a 2008, o abate total de suínos (12,6 milhões de cabeças) foi maior do que o de bovinos (10,4 milhões de cabeças), sendo que cerca de 14% das vendas da JBS corresponderam à comercialização de carne suína nos Estados Unidos.
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VitorTrigo
143 19/03/2009O que fez a ação despencar hj, foi mais uma vez a irracionalidade humana, o desespero e a falta de infomaçao. E acredito que também um pouco de colegismo pela queda da JBS(essa sim vende suínos).
Detalhe: A gripe suína é transmitida somente de humanos para humanos, mesmo assim o pavor psicológico sempre reina.(afinal somos humanos,por isso a bolsa é muitas vezes irracional,pois somos nós que desenhamos ela.)
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cirvat
1015 04/12/2008http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u557230.shtml
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cirvat
1015 04/12/2008Crise na pecuária pode gerar falta de carne
MAURO ZAFALON
enviado especial da Folha de S.Paulo à Argentina e ao Uruguai
O fornecimento mundial de carne bovina pode passar por uma desestruturação nos próximos anos. Duas regiões são as principais responsáveis pelo fornecimento de carne ao mundo: América do Sul e Oceania. E todos os países envolvidos com o fornecimento do produto têm problemas a curto prazo.
A Austrália, líder mundial em receita com exportações até 2006, vive constantes secas, o que diminui a produtividade do país. A Argentina, que já foi líder mundial e exportava acima de 700 mil toneladas na década de 60, perde espaço e está ameaçada de importar carne bovina em dois anos.
No caso dos argentinos, dois fatores são cruciais para a pecuária no momento: intervenção do governo e a forte seca vivida pelo país.
O Uruguai, outro importante participante do mercado mundial, também viveu um período de secas e deve sofrer as consequências nos próximos dois anos.
O Paraguai, que vem exportando mais, também teve um período de seca, embora menos grave do que Argentina e Uruguai. O volume de exportação do país ainda é pequeno.
Diante desse cenário, o Brasil teria grande chance de avançar no fornecimento mundial de carne bovina, mas a desestruturação da rede de frigoríficos em algumas das principais regiões produtoras do país pode comprometer esse avanço.
"Se o Brasil não resolver essa situação de estrutura da cadeia frigorífica em áreas de grande produção, o mundo poderá sofrer uma falta de carne em dois anos", segundo Luciano Vacari, superintende da Acrimat (Associação dos Criadores de Mato Grosso).
Na sua avaliação, o país precisa criar um mercado sólido de comercialização de gado, melhorando o relacionamento entre pecuarista e frigorífico. Além disso, é preciso tornar as negociações entre varejo e atacado mais transparentes. "Ninguém sabe o que acontece [nessas negociações]", diz ele.
O Brasil tem boi, boa genética, política externa, dólar favorável, qualidade do produto e preço, mas o parque industrial está totalmente desmontado em algumas áreas, segundo ele.
Vacari cita o exemplo de Mato Grosso, principal rebanho do país, que tem 38 plantas habilitadas a exportar, mas 15 estão paralisadas. Essa parada elevou ainda mais as dívidas dos frigoríficos com os pecuaristas, que somam R$ 120 milhões.
Esse cenário traz desconfiança na comercialização de gado e, para devolver essa confiança, Vacari diz que a associação fará tudo o que for possível para a recuperação das finanças dos frigoríficos, mas tem uma exigência. Quer colocar representantes dentro do escritório e das dependências de abate dos frigoríficos para ter garantia de que o gado do pecuarista será pago.
A Abiec, entidade representante dos grandes frigoríficos exportadores, não quis se manifestar sobre a proposta da Acrimat, dizendo apenas que a decisão deve ser tomada individualmente pelas empresas.
Endividamento
O fechamento das portas de vários frigoríficos faz o gado de algumas regiões de Mato Grosso rodar até 800 quilômetros para ir ao abate, o que derruba o preço do animal, compromete a renda do pecuarista e elimina a possibilidade de novos investimentos.
Vacari diz que as dificuldades dos frigoríficos aumentaram com o endividamento excessivo, principalmente com dinheiro do BNDES, e após algumas administrações desastrosas.
Júlio César Malheiros, da Secretaria de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso, diz que o país tem dois anos para se preparar para eventual redução de carne nos países vizinhos.
Otávio Celidonio, do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), diz que, apesar de todos esses problemas, o cenário é bom para a pecuária e a atividade deve avançar no país.
Vacari diz que o país precisa avançar no Sisbov, que é muito burocrático, e o Ministério da Agricultura não tem condições físicas de atender a todos os pedidos de habilitação de fazendas. O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, concorda com Vacari e diz que está pedindo agilização "para os dois Estados [Mato Grosso e Mato Grosso do Sul] onde os problemas são maiores".
Esse avanço é importante para o pecuarista porque com o Sisbov ele consegue ganhar 10% a mais, percentual difícil de ser conseguido apenas com mais produtividade, diz Vacari.
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jgerardo
1476 17/05/2008Crise na pecuária pode gerar falta de carne
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MAURO ZAFALON
enviado especial da Folha de S.Paulo à Argentina e ao Uruguai
O fornecimento mundial de carne bovina pode passar por uma desestruturação nos próximos anos. Duas regiões são as principais responsáveis pelo fornecimento de carne ao mundo: América do Sul e Oceania. E todos os países envolvidos com o fornecimento do produto têm problemas a curto prazo.
A Austrália, líder mundial em receita com exportações até 2006, vive constantes secas, o que diminui a produtividade do país. A Argentina, que já foi líder mundial e exportava acima de 700 mil toneladas na década de 60, perde espaço e está ameaçada de importar carne bovina em dois anos.
No caso dos argentinos, dois fatores são cruciais para a pecuária no momento: intervenção do governo e a forte seca vivida pelo país.
O Uruguai, outro importante participante do mercado mundial, também viveu um período de secas e deve sofrer as consequências nos próximos dois anos.
O Paraguai, que vem exportando mais, também teve um período de seca, embora menos grave do que Argentina e Uruguai. O volume de exportação do país ainda é pequeno.
Diante desse cenário, o Brasil teria grande chance de avançar no fornecimento mundial de carne bovina, mas a desestruturação da rede de frigoríficos em algumas das principais regiões produtoras do país pode comprometer esse avanço.
"Se o Brasil não resolver essa situação de estrutura da cadeia frigorífica em áreas de grande produção, o mundo poderá sofrer uma falta de carne em dois anos", segundo Luciano Vacari, superintende da Acrimat (Associação dos Criadores de Mato Grosso).
Na sua avaliação, o país precisa criar um mercado sólido de comercialização de gado, melhorando o relacionamento entre pecuarista e frigorífico. Além disso, é preciso tornar as negociações entre varejo e atacado mais transparentes. "Ninguém sabe o que acontece [nessas negociações]", diz ele.
O Brasil tem boi, boa genética, política externa, dólar favorável, qualidade do produto e preço, mas o parque industrial está totalmente desmontado em algumas áreas, segundo ele.
Vacari cita o exemplo de Mato Grosso, principal rebanho do país, que tem 38 plantas habilitadas a exportar, mas 15 estão paralisadas. Essa parada elevou ainda mais as dívidas dos frigoríficos com os pecuaristas, que somam R$ 120 milhões.
Esse cenário traz desconfiança na comercialização de gado e, para devolver essa confiança, Vacari diz que a associação fará tudo o que for possível para a recuperação das finanças dos frigoríficos, mas tem uma exigência. Quer colocar representantes dentro do escritório e das dependências de abate dos frigoríficos para ter garantia de que o gado do pecuarista será pago.
A Abiec, entidade representante dos grandes frigoríficos exportadores, não quis se manifestar sobre a proposta da Acrimat, dizendo apenas que a decisão deve ser tomada individualmente pelas empresas.
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engcao
401 30/07/2008188 de 11381
LSGA2
392 24/04/2008Consequentemente está se esgotando a possibilidade de ganhos no Giro na faixa atual de 2,30/2,70.
Vai explodir.
189 de 11381
fhelder
924 06/12/2008Por: Equipe InfoMoney
28/04/09 - 15h11
InfoMoney
SÃO PAULO - Na última sexta-feira (24), a Perdigão (PRGA3) informou ao mercado que retomou as negociações sobre uma possível associação com a rival Sadia (SDIA4).
Para o Credit Suisse, a fusão entre as duas empresas será a melhor alternativa para os acionistas controladores da Sadia. De acordo com o banco de investimentos, há cada vez mais chances do acordo se concretizar.
A fusão entre Perdigão e Sadia, que possuem cada uma entre 25% e 30% de market share (vendendo os mesmos produtos para os mesmos mercados), poderia resultar em sinergias que elevarão o Ebitda combinado (geração operacional de caixa das duas empresas) em 10%, especialmente em termos de preços e integração de plataformas.
O valor presente das sinergias poderia atingir R$ 3,5 bilhões, incluindo taxas de benefícios e amortizações, estima o Credit Suisse. O banco suíço ainda ressalta que a união seria interessante aos acionistas da Sadia, já que a Perdigão pagaria um prêmio quando a fusão fosse concretizada.
190 de 11381
Capa_Preta
3062 14/12/2008Aqui nao era o topico de BEEF? Que que tem PRGA e SDIA a ver com isso?
191 de 11381
haramoto
30832 21/04/2008192 de 11381
ze_pequeno
1422 23/01/2008Mas o volume caiu bastante...acho q correia seguida de volume soh rompendo os 2.90 ...mas primeiro tem q acumular entre 2.80 / 2.90...vamos beef!
193 de 11381
Ed Carlos
1089 04/09/2007VENDEU BEM HEIN, ROBE4, RSRSRSRSRSRSRSRSR.
194 de 11381
leozao80
25 09/11/2007195 de 11381
Ed Carlos
1089 04/09/2007Estou sacaneando o Robe4 que tomou um violino na cabeça.
196 de 11381
Piru666
88 20/09/2008197 de 11381
opportunity2
20859 06/11/2007Estão socando o beef de novo, vamos acompanhar.
É isso aí.
198 de 11381
65Nick
547 09/07/2007DA FOLHA RIBEIRÃO
A partir de hoje, um festival de sertanejos misturados a montarias em touro e cavalo invade Ribeirão Preto, na quinta edição do Ribeirão Rodeo Music. O evento, que acontece até domingo no Parque Permanente de Exposições, pretende reunir 110 mil pessoas, 20 mil a mais do que no ano passado.
As datas do rodeio coincidem com a Agrishow, a fim de atrair um público em comum: os amantes do campo. O evento começa hoje com rodeio às 20h30 e, na sequência, haverá apresentação da dupla Victor & Leo.
Amanhã à noite, o público terá dois shows. Depois do rodeio, a dupla Zé Henrique & Gabriel se apresentará e em seguida, no trio elétrico, será a vez de João Bosco & Vinícius. Na sequência de shows, se apresentará no sábado a dupla César Menotti & Fabiano, seguida de Tom & Arnaldo no trio elétrico.
Domingo o rodeio está marcado para as 19h, em noite que terminará com show do cantor Eduardo Costa. Os ingressos variam de R$ 18 a R$ 25, com um quilo de alimento não perecível. Informações: 0/xx/16/3235-9232.
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LSGA2
392 24/04/2008(ABE)
MINERVA (BEEF-NM) - DELIBERACOES DE RCA
(30/04) MINERVA (BEEF NM) - Deliberacoes de RCA
DRI: Carlos Watanabe
Nas RCA de 30/04/2009, entre outros assuntos, aprovou-se:
(...) nos termos do artigo 19, inciso XVI, do Estatuto Social da Companhia,
atendidas as exigencias da Instrucao CVM n 10, de 14 de fevereiro de 1980,
conforme alterada, a renovacao do programa de recompra de acoes de emissao da
Companhia para a manutencao em tesouraria e posterior cancelamento ou
alienacao,
sem reducao do capital social. As acoes em tesouraria deverao ser destacadas no
balanco como deducao da reserva de capital da Companhia. Em cumprimento ao
artigo 8 da Instrucao CVM n 10, fica estabelecido que (a) objetivo da
Companhia na operacao e realizar a aplicacao eficiente dos recursos disponiveis
em caixa, visando capturar um potencial importante de geracao de valor para o
acionista em razao do desconto atual das acoes da Companhia no mercado (b) a
negociacao estara limitada a 2.382.000 acoes ordinarias, nominativas,
escriturais e sem valor nominal da Companhia, representativas de 10% (dez por
cento) do total de acoes da Companhia em circulacao no mercado (c) o prazo
maximo para a realizacao da operacao ora autorizada e de 365 (trezentos e
sessenta e cinco dias), com inicio em 18 de maio de 2009 e termino em 18 de
maio
de 2010 (d) atualmente existem 23.820.000 (vinte e tres milhoes, oitocentos e
vinte mil) de acoes ordinarias, nominativas, escriturais e sem valor nominal em
circulacao no mercado, conforme definicao do artigo 5o da Instrucao CVM n. 10
e
(e) as negociacoes serao realizadas a precos de mercado com a intermediacao do
Credit Suisse (Brasil) S.A. Corretora de Titulos e Valores Mobiliarios,
instituicao financeira constituida de acordo com as leis do Brasil, com sede na
Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.064, 13o andar, cidade de Sao Paulo, estado de Sao
Paulo, inscrita no CNPJ/MF sob o n. 33.987.793/0001-33, sendo que a decisao
sobre a alienacao ou cancelamento dessas acoes sera tomada oportunamente e
comunicada ao mercado. Fica a Diretoria autorizada a definir a oportunidade e a
quantidade de acoes a serem efetivamente adquiridas, observados os limites e o
prazo de validade desta autorizacao.
A notícia é boa desde que a empresa realmente se proponha a comprar.
No pacote anterior (março 2008) a empresa sómente comprou 280000 de um total autorizado de 2800000, ou seja 10%.
Vamos cobrar da empresa esta recompra pois entendemos que se ela se propoe a comprar é porque considera a aplicação na recompra mais rentável que o investimento no seu negócio.
Os preços estão convidativos, porém a tradição da empresa não foi a de comprar para beneficiar os acionistas como um todo.
Não esqueçamos que a 2,70 estamos a 65% do valor patrimonial, que de maneira simples significa que quem compra esta alavancando a rentabilidade intrínsica em aprox. 50% ou seja, está aplicando o seu Recurso Próprio por 2/3 do valor que o acionista majoritário está aplicado.
Vamos as compras.
200 de 11381
LSGA2
392 24/04/2008Em janeiro deste ano, postei neste forum duas mensagens sobre o tema, quem tiver interesse, busque em "Alguem deve explicações ao mercado".