angelicamuniz
- Dono
- 18
- 09/10/2008
| Gráfico Intraday: BOV:BEEF3 | Gráfico Longo-Prazo: BOV:BEEF3 |
![]()
este papel veio de R$12,00 , e hoje esta R$2,14.a empresa me parece saudavel .
Gostaria de algumas opiniões.
obrigado
Minerva (BEEF3)angelicamuniz
|
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Comentários
441 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008442 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008443 de 11381
PeixeBoi
14167 05/12/2007444 de 11381
vencedor2
1975 22/03/2007COMPREI MAIS UNS BIFINHOS...HEHE,,,DAQUI A POUCO TO COM UM AÇOUGUE RRSSS
445 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
19/05/09 - 12h35
InfoMoney
SÃO PAULO - Em seu comentário mensal sobre os mercados, o presidente executivo da gestora de recursos Templeton - Mark Mobius - reforçou sua aposta nos ativos de emergentes e na continuidade da recuperação da renda variável.
Um dos motivos para tamanha confiança resulta dos esforços empreendidos por governos em todo o mundo para conter a crise e ameaças deflacionárias, injetando recursos e ampliando a base monetária de forma rápida.
"Este dinheiro precisa achar um lar e as atuais taxas de juro, por exemplo para o dólar, não são muito aconchegantes", afirmou Mobius. Para ele, as ações são uma escolha óbvia aos que buscam melhores retornos.
Emergentes
Neste contexto, em que os mercados já são influenciados pela busca por maiores rendimentos, os mercados emergentes aparecem mais bem posicionados que os desenvolvidos, pois seus ativos seriam negociados abaixo do valor justo, "a valuations extremamente atrativos", afirma Mobius.
Ademais, o gestor acredita que os emergentes atingirão posição de liderança em esfera global ao saírem da crise, em função de suas posições financeiras e macroeconômicas relativamente mais fortes, com destaque para países como Índia e China. "Todos os mercados emergentes parecem empolgantes", resume.
Sobre a América Latina, Mobius destacou que o crescimento do comércio interregional amorteceu parte dos impactos adversos da redução de demanda em países centrais, como os EUA, mantendo sua atratividade por conta do grande mercado consumidor e da presença de companhias de "classe mundial", também consideradas subvalorizadas.
446 de 11381
PeixeBoi
14167 05/12/2007447 de 11381
vencedor2
1975 22/03/2007448 de 11381
PeixeBoi
14167 05/12/2007449 de 11381
PeixeBoi
14167 05/12/2007450 de 11381
Maksi
393 28/11/2008Que oportunidade essa Minerva hein?
Entrei agora...
Sou novo no papel..
Qual é a próxima resistência?
Eu só vi uma bem pequena em 5,20.
To cego ou to enxergando o que não existe? rsrs
Abraços a todos
451 de 11381
ze_pequeno
1422 23/01/2008Enxergando o q não existe ...parece brincadeira mas soh vejo resistencia perto dos R$ 7 mesmo
452 de 11381
63186
5481 22/08/2008Ontem eu ate comprei mais um tanto pelo mercado a termo, ou seja comprei depois de subir 6% ontem e pagando juros pelo mercado a termo!!!! To apostando tudo nessa bixinha!!!! Assim que ela corrigir entro comprando mais uns Kazinho!
453 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008454 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008O analista destaca que o frigorífico JBS Friboi também deve apresentar ganho de receita com as operações de sua unidade nos Estados Unidos. "O frigorífico JBS está menos exposto aos embargos sanitários às carnes brasileiras com unidades no mercado norte-americano e na Austrália."(Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados - Pág. 1)(Silvia Rosa)
galera coloquei esta matéria q é do ano passado,para mostrar como os dois papéis tinham preços parecidos.Hoje o marfrig vale 13,8 e o beef 3 3,75 era para estar valendo no mínimo 10,pois teve lucro no último tri e o marfrig preju de 38 milhoes,então pensem no potencial desse papel,e o quanto esta defasado é uma baita oportunidade nesse preço,só nãp pode esperar chegar a 7 e depois falar po agora eu vou comprar tem que aproveitar agora pois o papel tem meta em 7,4.
455 de 11381
gilpieri
427 12/08/2008456 de 11381
Victor_Coelho
17 02/04/2008ótimo potencial!
457 de 11381
vencedor2
1975 22/03/2007o importante é ela manter essa consistencia e ir subindo devagarinho, porque assim evita muita especuleta no ativo, e acaba virando festa ,esse ativo vai longe mas mas na minha opinião, prefiro ver ela subindo devagar e chegando ao alvo,
empresa muito boa ...
paciência é alma do negocio!!!!
458 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008O frigorífico exportou mais para a região no primeiro trimestre. O Oriente Médio comprou 23,3% do que a empresa vendeu no exterior. Também houve bom desempenho nas exportações para a África.
O frigorífico Minerva, um dos líderes do Brasil na produção de carne bovina, enviou 23,3% das suas exportações ao Oriente Médio no primeiro trimestre deste ano e tem perspectivas de vender ainda mais para a região. “É uma região de prospecto positivo, uma vez que reúne economias emergentes e que tendem a apresentar um aumento no consumo de proteína bovina, além de terem preferência pela carne brasileira”, diz a empresa, no relatório dos resultados do primeiro trimestre deste ano.
Apesar de ter havido uma queda, em percentual, nas vendas para o Oriente Médio, que estava em 23,6% do total no ano passado, elas aumentaram efetivamente, já que as vendas externas em geral cresceram. O Minerva exportou cerca de US$ 98,8 milhões à região no começo deste ano contra US$ 76,7 milhões no mesmo período de 2008, segundo cálculos sobre os dados apresentados. O frigorífico aumentou em 30,5% as suas exportações gerais, em receita bruta, nos primeiros três meses deste ano em comparação com o mesmo período de 2008.
A empresa destaca, em seu relatório, a atuação no Oriente Médio, onde estão países árabes, e também ao Norte da África, onde ficam outras nações árabes, para explicar o desempenho das exportações. As vendas para a África, em geral, representaram 5,2% das exportações da companhia entre janeiro e março deste ano, contra 5,1% no primeiro trimestre de 2008. Segundo cálculos sobre os dados informados, o Minerva faturou cerca de US$ 22 milhões com vendas à África no começo deste ano sobre US$ 16 milhões até março do ano passado.
O frigorífico comemorou a retomada das exportações. No total, o Minerva faturou US$ 424,4 milhões no primeiro trimestre deste ano com o mercado externo, contra US$ 325,2 milhões nos mesmos meses de 2008. “Em janeiro e fevereiro, o mercado internacional sentiu o forte impacto da crise econômica. Mas a partir de março pudemos todos assistir a um mercado mais promissor tanto em termos de cenário econômico como em relação as exportações de carne bovina”, afirmou a empresa em comunicado.
A companhia acredita num bom cenário para os próximos meses já que o setor de alimentos, segundo o Minerva, continuará sendo um dos menos afetados pela crise internacional. “Os sinais de retomada das exportações são bem fortes”, diz a empresa no seu relatório. Depois de Oriente Médio, a região que mais comprou carne do Minerva no primeiro trimestre foi Américas, com 21,3%, seguida de Eurásia, com 19,9%, de Europa, com 16,5%, de Ásia, com 11,1%, e então da África.
Com informações Agência de Notícias Brasil Árabe
459 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008US$ 200 milhões
Barretos poderá ter nos próximos
três anos uma “proteína financeira”
de US$ 200 milhões injetada
diretamente na sua economia se a
expectativa dos diretores Roberto Denuzzo
e Fernando Galletti de Queiróz
sobre o faturamento da nova fábrica
Minerva Dawn Farms se confirmar. O
resultado deste faturamento vai impactar
no Valor Adicionado da Indústria, no
PIB (Produto Interno Bruto) da cidade e
nas exportações barretense, que no ano
de 2008 atingiram cerca de US$ 340
(FOB). Exportações que mesmo com a
crise financeira, em Barretos cresceram
46% de 2007 para 2008.
Dinheiro bem vindo
O faturamento de US$ de 200 milhões
vai dar uma boa sacolejada na arrecadação
municipal, uma vez que 30%
da produção da Minerva Dawn Farms
terá como destinação o mercado interno,
que gera ICMS para o município de
origem. Por outro lado, mesmo os 70%
destinados ao mercado externo, gera
um resíduo de arrecadação que vem do
IPI - Exportação. Deste imposto que
é Federal 10% fica no Estado, e 25%
destes 10% chega ao município. Uma
beiradinha chega ao município
Fora os impactos financeiros e de arrecadação
que o Minerva Dawn Farms
começa a provocar a partir de agora. É
importante destacar os impactos que já
começaram a partir dos investimentos
realizados em torno da construção da
empresa. Segundo o Diretor Roberto
Denuzzo, destes investimentos que bateram
a casa dos R$ 80 milhões, pelo
menos R$ 10 milhões já foram injetados
em Barretos e região para comprar
serviços e produtos utilizados na
construção da fábrica. Pronta a fábrica
e iniciada produção, Denuzzo ressalta
um impacto que poucos prestaram atenção,
é o turismo de negócios. “Teremos
na cidade cerca de 300 a 500 pessoas
por ano que virão à empresa a negócios,
e vão demandar hotéis, restaurantes,
lazer, tradutores, entre outros”,
afirma. Nada mal para uma cidade que
tem prontos dois Resorts de primeiro
mundo para recepcionar empresários
de além mar.
A nova proteína na mão-de-obra
É provável que a maior oportunidade
oferecida pela nova empresa esteja
na definição de uma nova mão-deobra.
Quantitativamente os números
hoje batem os 250 novos empregos, a
previsão é chegar a 800 em três anos,
considerando diretos e indiretos. Mas
é na qualidade deste novo trabalhador
que teremos o nosso maior ativo. Um
grupo de funcionários foi treinado seis
meses na Irlanda. “Devido ao alto grau
de automação, controle e segurança alimentar
exigidos pelo mercado externo
nossa mão-de-obra terá que ser altamente
qualificada”, afirmou o Diretor
Fernando Galleti de Queiróz. O salário
médio para o trabalhador comum é de
R$ 650,00, podendo depois de completamente
treinado chegar a R$ 1.000,00
e continuar subindo. Alem disso a empresa
foi buscar gente formada nas faculdades
da cidade. Entre os benefícios
destinados a este novo trabalhador estão
cesta básica, plano de saúde e uma
novidade, curso de inglês, que tanto
vai servir para entender os manuais
dos equipamentos quanto para receber
clientes do exterior. Cria-se, portanto,
um trabalhador de nível técnico elevado
e diferenciado.
Minerva mais Dawn Farms
A estratégia inteligente da união entre
o Minerva e a Dawn Farms significa
em suma aproximar um dos maiores
mercados produtores de carne bovina
do mundo, que é o Brasil, ao que há de
mais moderno em tecnologia de carne
processada. Claro, ambos com conhecimentos
profundos em seus setores. O
Minerva alicerçado num conhecimento
de mercado de carne in natura que
o coloca como o 3º maior exportador
do País, atingindo cerca de 80 países
compradores. A Dawn Farms líder na
Europa atingindo 40 países do mundo
no setor de Food Services, que pode ser
entendido como comida de preparo rápido.
Uma tendência mundial com potencial
de crescimento.
Luiz Alberto Soares
Cerca de 300 a 500 pessoas
do exterior por ano visitarão a MDF
demandando hotéis, restaurantes,
lazer, tradutores, etc, estimulando
o turismo de negócios
“
“
Indústria Sabiá 07
Food services: mercado promissor
O resultado é uma fábrica capaz de processar
cerca de 15 toneladas de carne
por hora, numa estrutura que permite
a produção de alimentos à base de carne
bovina, suína e de aves ao mesmo
tempo e em escalas diversas. Os equipamentos
são compostos pela mais alta
tecnologia que cada país tem disponível.
“Temos dentro da empresa tecnologia
de 15 países diferentes no que há de
mais moderno em termos de produção
de alimentos à base de carne”, explica
Fernando Queiroz. Além disso, a planta
que tem 14.000 m quadrados foi pensada
para permitir ampliações futuras
sempre que o mercado demandar maior
produção. Se depender do diretor Roberto
Denuzzo as ampliações virão com
certeza. “A despeito da crise, o mercado
de food services será atingido em
menor grau por ser uma opção segura
e, em alguns casos, mais acessível”, explica
Denuzzo.
Viva o senhor cliente!
Destinado às grandes redes de fast food
espalhadas pelo mundo os produtos
fabricados aqui em Barretos vão satisfazer
mercados diferentes como os Estados
Unidos, Oriente Médio, Europa,
Caribe, América Latina, China. Para
paladares tão distintos a MDF trouxe
uma solução original: todo alimento
produzido é definido segundo o gosto
do cliente. Isto mesmo, a empresa cria e
desenvolve o produto de acordo com o
paladar de cada cliente, que experimen-
Os produtos da
Minerva Dawn Farms são
customizados para atender
às necessidades individuais
dos clientes
“
“
ta, acompanha a formulação, e apenas
quando estiver do seu gosto a produção
é iniciada.
Mais gestão com foco no cliente é impossível!!
Mesmo o cliente estando no
meio da nevasca européia pode acompanhar
a produção do seu produto através
de um sistema on-line, via internet.
A fábrica possui 64 câmeras que acompanham
24 horas todo o desenrolar da
produção que pode ser vista a qualquer
hora pelo cliente. Tipo um Big Brother
para garantir que estão sendo cumpridos
todos os ítens de higiene, controle e
segurança alimentar.
Minerva, Barretos, Brasil e a crise
No final de setembro de 2008 o Minerva
havia crescido 52% em relação ao
mesmo período do ano interior. Atingiu
uma receita líquida de vendas de R$ 2,1
bilhões. Entrou em 2009 reconhecendo
todos os aspectos da crise financeira
mundial, mas sem diminuição das margens
de vendas e produção. Em março
emitiu um comunicado prevendo
um crescimento na produção de 20%
no mês em relação a fevereiro. Com a
entrada de mercados robustos como o
Oriente Médio e Norte da África manteve
a reação nas exportações. Sua participação
nas exportações brasileiras
passou de 11%, para 16,4% entre o terceiro
e quarto trimestre de 2008.
Para Fernando Queiróz esse resultado
é graças a uma estratégia comercial,
que tem como pontos fortes a diversidade
dos países em que atuam, clientes
sólidos, flexibilidade operacional, a
agilidade comercial e controle total dos
processos. Trocando em miúdos, isso
quer dizer que um mesmo boi fornece
a picanha para o americano, o contrafilé
para o árabe e o filé mignon para
um japonês. Multiplica isso por 18
mil pontos de vendas espalhados pelo
mundo todo. Eis o Minerva que agora
também tem o Minerva Dawn Farms,
que vai abocanhar outra grande fatia do
mercado.
E ainda dizem que a carne é fraca!
Máquina para
empacotamento
na medida correta.
Tecnologia de vários
países num só
equipamento
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xumpa
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