angelicamuniz
- Dono
- 18
- 09/10/2008
| Gráfico Intraday: BOV:BEEF3 | Gráfico Longo-Prazo: BOV:BEEF3 |
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este papel veio de R$12,00 , e hoje esta R$2,14.a empresa me parece saudavel .
Gostaria de algumas opiniões.
obrigado
Minerva (BEEF3)angelicamuniz
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Comentários
521 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008522 de 11381
franciscojnj
111 17/10/2008Estes caras de certo modo ditam no mercado porque tem grande parte do dinheiro e aplicam focados num ativo e numa faixa de preço.
Sabendo que a Minerva vai recomprar 10% das ações, os grandes vão jogar o preço para baixo, comprar barato e depois vender caro...
Nos que somos uma gota no oceano perto destes grandes grupos, ou pegamos a alta da meré ou morremos afogados...
Hoje estou inspirado em fazer metáforas, hehehe.
Um abraço.
523 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008524 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008Minerva apresenta bom resultado e mostra recuperação
Fechando com chave de ouro a temporada de divulgação dos resultados dos frigoríficos brasileiros, na última sexta-feira (15/05), o frigorífico Minerva divulgou o relatório anunciando os números referentes ao 1º trimestre de 2009 e nesta segunda-feira o BeefPoint participou da teleconferência realizada com os diretores da empresa, acompanhe abaixo os dados apresentados por eles.
No relatório, a diretoria destaca:
• o crescimento de 23,6% da receita bruta no 1º trimestre de 2009 em relação ao 4º trimestre de 2008 e 25,8% contra o 1º trimestre do ano passado, totalizando R$ 629,3 milhões;
• a utilização da capacidade voltou para níveis recordes históricos, atingindo 80% de utilização em março/09. A Companhia aumentará a produção em 25% no mês de maio, com segundo turnos em algumas unidades e contratações de aproximadamente 350 pessoas;
• o EBITDA aumentou 11,6% em relação ao 4º trimestre/08, num total de R$ 32,8 milhões, com leve contração de 0,6 p.p. na margem devido ao realinhamento de preços com a crise global e maiores custos iniciais com a planta da Minerva Dawn Farms. Após um janeiro e fevereiro difíceis, a margem em março já se recuperou para níveis históricos, continuando em abril, reflexo da recente racionalização da indústria e recuperação das exportações.
Tabela 1. Resultados do Minerva no 1º trimestre de 2009
Segundo Fernando Galleti de Queiroz, diretor presidente do Minerva, "a empresa mostrou estabilidade de margens e de resultados no ambiente bastante volátil que o setor e o mundo têm vivido. Isso aconteceu graças a uma política sólida de gestão de risco, muito focada em minimizar os riscos da empresa, somada a uma capilaridade e força de distribuição interna e externa muito grande e embaladas por uma gestão forte e transparente, buscando a melhoria constante da governança corporativa. E assim, se preparou para crescer, sendo uma das empresas mais bem posicionadas em um cenário bastante instável".
Durante a teleconferência, Galleti afirmou que apesar de uma sensível queda no consumo e redução da demanda, o momento é bastante favorável para o Brasil. "Os estoques internacionais estão muito baixos, permitindo os exportadores brasileiros trabalharem com preços mais altos na maioria dos mercados e evidenciando um movimento de recuperação", completou.
Ele citou o seguinte exemplo: de janeiro até agora, o dianteiro teve alta de 50% (em dólares), ou seja, uma recuperação significativamente forte.
Exportações
Após janeiro e fevereiro fracos, em março houve forte retomada nas exportações brasileiras de carne bovina in natura, com volumes e receitas 24,4% e 25,7%, respectivamente, maiores que o mês anterior e abril continuou mostrando recuperação, com Rússia e China (via Hong Kong e Vietnã) apresentando o maior crescimento na demanda pelo produto.
A perspectiva é de que haja retomada dos volumes exportados, em conseqüência da volta de mercados como Chile, China e mercados tradicionais na UE, propiciando volumes crescentes e preços maiores no decorrer de 2009.
Gráfico 1. Evolução mensal dos preços e volumes
Gráfico 2. Volumes por destinos (mil toneladas)
O mercado externo representou 67,4% do total das receitas, em comparação com 61,1% no 4º trimestre/08 e 65,0% no 1º trimestre/08, com a divisão carnes, mercado interno e externo, representando 75% da receita bruta.
Mercado interno
No mercado doméstico o crescimento nos volumes foi de 22,6% e 16,1% contra o 4º trimestre/08 e 1º trimestre/08, respectivamente, mas o preço médio variou -17,7% em relação ao trimestre passado e +14,3% em relação ao 1º trimestre/08.
A redução nos preços no trimestre ocorreu em função do redirecionamento de exportações para o mercado interno, principalmente de frigoríficos com dificuldade de recebimento no exterior.
Apesar da crise, a renda média e a massa salarial em crescimento em 2009 tendem a apoiar o consumo no mercado interno. O Minerva atua através de uma base de clientes altamente pulverizada, com foco no pequeno e médio varejo e redes de distribuição abastecendo 18.000 pontos de venda.
O presidente do Minerva comentou que "existe forte relação entre a massa salarial e o consumo interno de carne bovina. Estamos estimando aumento de consumo".
Custos com matéria prima
O 1º trimestre/09 foi de continuidade na redução do preço médio do boi gordo no Brasil, com a arroba variando -7,2% em relação ao 4º trimestre/08, mas num patamar ainda maior que o do 1º trimestre/08. A acomodação no preço da arroba é reflexo, principalmente, da racionalização da indústria, que acabou por melhorar a dinâmica entre a oferta e demanda por boi gordo e da queda nos preços e volumes de exportação da carne com a crise global.
Após uma recuperação dos preços em abril, o preço do boi gordo voltou a recuar em maio, hoje a R$ 77-78/@ em São Paulo, reflexo do início do período de seca, que traz uma maior oferta de gado, uma vez que os criadores querem evitar que o boi emagreça no pasto seco e conseqüentemente perca valor.
Gráfico 3. Preço médio da arroba do boi gordo (R$/@)
No momento o preço do gado tem sido ditado pelas condições climáticas: a estiagem nas regiões produtoras do MS, Sul e SP, resulta em maior oferta de animais e pressão nos preços. Nas regiões norte os preços permanecem relativamente firmes devido as chuvas mas constantes.
Gráfico 4. Percentual de umidade no solo
Gráfico 5. Preço da arroba do boi gordo (R$/@)
Resultados
A receita líquida reportada no 1º trimestre/09 avançou 24,3% e 25,3% em relação ao 4º trimestre/08 e 1º trimestre/08, respectivamente, para R$ 578,3 milhões. No acumulado de doze meses, a variação na receita líquida foi de 38,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Gráfico 6. Crescimento da receita líquida
O lucro bruto totalizou R$ 98,9 milhões no trimestre, acréscimo de 21,6% em relação ao 4º trimestre/08, apresentando margem bruta de 17,1%, leve retração de 0,4 p.p, devido aos preços médios de venda menores nas divisões carne e boi vivo. A contração de 4,0 p.p. na margem bruta em relação ao 1º trimestre/08 é reflexo da alta da arroba do boi na comparação entre os dois períodos.
O EBITDA aumentou 11,6% em relação ao 4º trimestre/08, num total de R$ 32,8 milhões, com contração de 0,6 p.p. na margem, devido ao realinhamento dos preços com a crise global e custos inicialmente maiores com a nova planta da Minerva Dawn Farms. Após janeiro e fevereiro ainda impactados pela crise internacional, a margem em março já se recuperou para níveis históricos, continuando em abril, reflexo de recente racionalização da indústria e recuperação das exportações.
Gráfico 7. Crescimento do EBITDA
O Minerva registrou um lucro líquido de R$ 1 milhão no 1º trimestre/09, inalterado em relação ao mesmo período do ano passado e bem superior aos prejuízos do 4º trimestre/08, que refletem os efeitos da variação sobre a dívida em dólar.
Galleti fez questão de ressaltar que as margens da empresa estão se mantendo, fruto da consolidação do mercado, da política de pulverização da base de aquisição e de venda do Minerva e da melhor utilização das fábricas do grupo. "Além disso, a recuperação das exportações e o preço estável do gado colaboraram para esses resultados", completou.
Futuro
Quando questionado sobre sobre possíveis contratações de linhas de crédito junto ao BNDES, Galleti foi enfático, "todas as possíveis linhas de crédito para capital de giro são analisadas pela nossa equipe, e a decisão de usar ou não vai depender do custo dessas linhas".
Comentado sobre a nova linha de crédito para a agroindústira, de R$ 10 bilhões, anunciada pelo Governo ele comentou, "esse é um passo importante do Governo, que busca disponibilizar crédito com taxas menores que alguns bancos e faz sim parte da nossa análise. Se a gente vai acessar ou não depende das condições com que essas linhas serão disponibilizadas".
A empresa tem R$ 215 milhões já contratados diretamente com instituições de fomento. Deste volume de capital R$ 89 milhões já foram utilizados e uma parcela de R$ 100 milhões do total destes recursos é predestinada para recompor o caixa utilizado nos investimentos já realizados em 2008.
Sobre aquisições e o processo de consolidação do setor, o presidente do Minerva afirmou que "o processo de consolidação é saudável e estamos atentos a todos os movimentos. Como prevíamos anteriormente, quando não fomos agressivos num momento de euforia, agora os ativos estão sendo ofertados a preços mais condizentes e iremos avaliar todas as oprtunidades de negócios como sempre fizemos".
"Reafirmamos que o Minerva, com sua política conservadora de dar passos sólidos e pensados tem mostrado sua estratégia vencedora. Existe uma diversidade muito grande de estratégias dentro do nosso setor, mas nós continuamos acreditando que ter estabilidade de margens, canais sólidos de distribuição, um parque industrial com utilização eficiente, uma gestão de risco compatível com a empresa, transparência e uma governança profissionalizada são as chaves para sermos líderes de mercado", finalizou Fernando Galleti de Queiroz.
Veja abaixo o material que foi apresentado durante a conferência:
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PeixeBoi
14167 05/12/2007526 de 11381
PeixeBoi
14167 05/12/2007527 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008528 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008529 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008Zootecnista formado pela FZEA - USP e analista de mercado do BeefPoint
O mercado do boi gordo teve mais uma semana de preços firmes, porém as altas foram mais contidas do que as que vinhamos acompanhando anteriormente. O aumento das escalas, redução nos preços da carne no varejo e atacado, recuo do Dólar e diminuição das chuvas e da temperatura em algumas regiões são fundamentos que contribuem para o enfraquecimento da arroba, mas até o momento ainda não existe oferta em abundância e os preços seguem pouco alterados.
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista fechou a última quarta e quinta-feira em baixa, apesar disso acumulou valorização de 0,65% na semana, sendo cotado a R$ 81,00/@. O indicador a prazo foi cotado a R$ 81,93/@, registrando alta de 0,50%, em abril a valorização acumula 2,68%.
O Dólar compra foi cotado a R$ 2,1783, nesta quinta-feira, com 0,11% em relação ao mesmo período da semana passada. Mas em relação ao dia 16 de março a queda acumulada atinge 4,03%, situação que deve afetar os frigoríficos exportadores diminuindo a competitividade do produto brasileiro.
Nos últimos dias os frigoríficos conseguiram fechar um volume melhor de negócios e esticaram as escalas para 7 dias. Vale lembrar que na semana que vem teremos feriado e na outra já estaremos na virada do mês, que coincide com o Feriado do Dia do Trabalho, quando é esperado aumento no consumo de carne.
Com programações mais confortáveis alguns compradores de, principalmente de SP e MS tentaram recuar os valores ofertados, mas poucas vendas foram efetivadas em patamares mais baixos, indicando que por enquanto o pecuarista só irá vender quando julgar que os preços são bons.
Em São Paulo, a oferta de animais é curta e os preços ofertados giram em torno dos R$ 80,00/@. Muitas plantas paulistas estão se abastecendo com animais do MS, onde se comprou muito bem a R$ 75,00/@, agora os negócios caminhando com mais lentidão após os recuos de R$ 1,00 e R$ 2,00 apregoados pelos compradores.
O leitor do BeefPoint, Borges Pereira dos Santos Junior, de Tucumã/PA, comenta que na região o frigorífico está comprando boi a R$ 70,00/@, para descontar o imposto. De Araguaína/TO, José Roberto Tozzi, informa que vendeu animais a R$ 70,00/@, livre do imposto e ressalta que a tendência é preços ainda melhores nos próximos dias.
Como está o mercado do boi gordo, vaca gorda e reposição de sua região, em relação a preços, oferta e demanda e número de negócios efetivados? Por favor utilize o box de "cartas do leitor" ou clique aqui e acesse nosso formulário para troca de informações sobre o mercado.
A reposição segue com preços firmes e agentes consultados pelo BeefPoint comentam que a procura tem se mostrado mais ativa, ocorrendo altas nas cotações em diversas praças pecuárias. O indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado, nesta quinta-feira, a R$ 657,52/cabeça, alta de 0,92% na semana. Em relação ao mesmo período do ano passado, quando o bezerro era vendido a R$ 555,23, a valorização é de 18,42%.
Com o bezerro tendo valorização maior que a arroba de boi gordo, a relação de troca voltou a recuar, ficando em 1:2,03.
O mercado futuro teve uma semana agitada, com fortes valorizações e realização de lucros, no final a BM&FBovespa fecha a semana acumulando valorização positiva em todos os vencimentos. O primeiro vencimento, abril/09, fechou a R$ 80,00 na última quinta-feira, registrando variação positiva de R$ 0,15 nas semana. No mesmo período os contratos que vencem em maio/09 acumularam alta de R$ 0,35, fechando a R$ 78,18/@.
Segundo o Boletim Intercarnes, demanda reduzida, tanto no atacado quanto no varejo se mantém, como era esperado desde o começo da semana, enfraquecendo os preços da carne no mercado interno. Nem mesmo as ofertas regulares estão conseguindo dar sustenção ao mercado que começa efetivamente a sinalizar uma pretensão para negócios a preços inferiores.
No atacado a procura e os preços seguem mais estáveis, porém com caráter especulativo. O traseiro foi cotado a R$ 6,30, o dianteiro a R$ 4,50 e a ponta de agulha a R$ 4,00. O equivalente físico foi calculado em R$ 79,49/@, com valorização de 0,25% na semana, porém registrando recuo 0,73% em comparação aos valores levantados na última quarta-feira. O spread (diferença) entre indicador de boi gordo e equivalente está em R$ 1,52/@.
Crédito para frigoríficos
Ontem o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou um conjunto de medidas de apoio ao setor, num valor total de R$ 12,6 bilhões. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que agroindústria em geral - principalmente frigoríficos -, as fabricantes de máquinas e implementos agrícolas e as cooperativas agropecuárias terão acesso a uma linha de financiamento de capital de giro de R$ 10 bilhões no BNDES.
O secretário adjunto da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, esclareceu que não há limite por empresa tomadora, e o governo procurou irrigar esses segmentos com capital de giro porque haverá uma espécie de "efeito cascata" que deverá beneficiar pequenos produtores de todas as cadeias envolvidas.
Otávio Cançado, diretor-executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) considerou importante a destinação dos recursos para capital de giro. Ele explica que, além do efeito financeiro da medida, também é importante ressaltar o efeito psicológico do capital para normalizar os negócios nas empresas exportadoras. "Com esse dinheiro no caixa, as indústrias podem fechar contratos com mais segurança. Podem voltar a correr riscos. Isso vai ajudar o setor a retomar exportações de forma mais tranquila e rápida", afirma Cançado.
Reunião do G-8
Começa neste final de semana, na Itália a reunião do G-8 para discutir assuntos agrícolas. O G-8, grupo dos sete países mais ricos do mundo (mais a Rússia), convidou para a reunião agrícola deste fim de semana na Itália os ministros do G-5 (Brasil, China, Índia, África do Sul e México), além de Argentina, Austrália e Egito, para o que pode ser o início do redesenho de políticas agrícolas.
Na reunião do G-8 com os emergentes, a expectativa é de definição de uma agenda que passa também por luta contra a especulação no setor agrícola, encorajamento aos investimentos nos países pobres e melhora na produtividade agrícola e na cadeia alimentar.
O Brasil entra prejudicado no embate entre países exportadores e protecionistas no primeiro cúpula agrícola do G-8, neste fim de semana, devido à ausência de seu ministro de Agricultura na reunião que discutirá estratégias para reforçar a produção e evitar futuras crises alimentares.
A ausência do ministro da Agricultura limita o papel que o país poderia ter na negociação. Por melhor que sejam os técnicos que representarão o Brasil, a falta de uma personalidade política do setor dá um sinal negativo e exclui o país entre os pesos pesados que negociarão sobretudo informalmente. Um negociador europeu nota que "sem ministro não dá para impulsionar uma agenda positiva do país" nesse tipo de reunião.
Redução de ICMS
Atendendo a um apelo dos pecuaristas mato-grossenses, a secretaria de Fazenda do Estado concedeu essa semana, redução de 29,166% sobre a base de cálculo do ICMS, ou seja, de 7% para 3,5%, nas operações relativas a saídas interestaduais de gado em pé para abate, oriunda dos municípios da região nordeste de Mato Grosso. O decreto será publicado hoje no Diário Oficial do Estado.
A medida foi uma determinação do governador Blairo Maggi ao secretário de Fazenda, Eder Moraes, a fim de evitar prejuízos irreversíveis na região onde o abate realizado por frigoríficos está prejudicado em face do fechamento das unidades locais. No entanto, o benefício atingirá somente alguns municípios, tendo em vista a manutenção da atividade que está funcionando em outras regiões.Clique aqui para saber mais.
530 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008Mesmo com números pouco animadores a JBS acredita em melhora para os próximos meses. "Já estamos vendo sinais de recuperação, e a expectativa é de um segundo trimestre melhor e um terceiro ainda melhor", disse o presidente da empresa, Joesley Batista, durante teleconferência com analistas.
531 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008532 de 11381
vencedor2
1975 22/03/2007ola bom dia a todos!!!
bem colocado colega, valeu ai pelas informações, hoje li no jornal de muita circulaçao aqui que a china esta com intençao realmente de importar muita carne bovina do brasil, pelo que li e entendi tem algumas pendencias mas com a visita do lula algo pode mudar e se esses contratos forem realmente concretos ai amigo..é esperar pra ver a minerva subir onde todos nos queremos...
é issoa ai,,,
533 de 11381
LSGA2
392 24/04/2008Caros colegas:
Enm janeiro postei esta mensagem no forum:
17/Jan/2009 20:29 0
LSGA2 Comentários: 73 - Desde: Jan 2009
Somente ganha muito neste mercado quem nada contra a maré.
Quando este papel estiver a 7,00 todos vão querer.
Se querem algo estranho, questionem o DRI da empresa para saber do porque não comprar a papel a 2,00 ( já que existe um programa de recompra aprovado) e iria beneficiar todos os acionista?
Será que alguem ( ligado a empresa ) está se beneficiando da baixa a ponto de influenciar a direção no sentido de não beneficiar os acionistas como um todo?
Estará havendo manipulação de preços no sentido baixista, já que o executor do plano de recompra é a mesma corretora que está batendo no mercado?
Vamos aguardar que a empresa explique o motivo que está fazendo com que após 9 meses de autorização para recomprar sua ações ( 1850 0000 ações na totalidade) somente tenha autorizado ordem de compra de 180 000 ações a um custo de 2,00 cada, contra um preçe de lançamento de 18,50.
Espero sinceramente que não haja repetição da estratégia adotada no plana anterior cancelado e que resultou em recompra de apenas 180000 ações.
Estou comprado significativamente no papel e acredito, como todos, no futuro tanto da empresa quanto das cotações de mercado secundário. Entretanto temos que ficar atentos para as operações executadas pela Hedging Griffo, Garantia e C.Suisse que é tudo uma empresa só e é a contratada da Minerva para o programa de recompra.
Se for o caso, precionemos a empresa.
Abç.
534 de 11381
EWM11
1010 04/09/2007535 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008536 de 11381
tonho37
2339 16/02/2009537 de 11381
vencedor2
1975 22/03/2007falou e disse colega,,,
eu nao tenho acesso e nem sei quem tem mais acões quem comprou mais posições e etc e tal..mas tem gente bem informada como vc que esta colaborando com o forum, precisamos de gente assim pra dar força aqui pois confio muito nesta empresa...
e vamo que vamo!!!!!!1
538 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008539 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008Especial frigoríficos: veja os resultados do 1º trimestre
André Camargo
Zootecnista formado pela FZEA - USP e analista de mercado do BeefPoint
Nos últimos dias, o três frigoríficos brasileiros de carne bovina que têm ações negociadas na bolsa - Marfrig, JBS, Minerva - divulgaram os resultados do primeiro trimestre de 2009. Na verdade essas empresas já podem ser consideradas grandes grupos do setor alimentos, com indústrias espalhadas pelo mundo, grande diversificação de produtos, atuando em diversos segmentos da produção de proteína animal (bovina, suína, ovina e de frangos), industrialização e disponibilizando uma gama enorme de produtos de alta qualidade ao consumidor final.
O BeefPoint acompanhou estas divulgações e as teleconferências realizadas por cada um deles, onde os diretores comentaram os principais pontos de suas operações e perspectivas para os próximos meses, e preparou uma série de artigos analisando estes resultados.
Apesar da crise mundial, que tem influenciado o mercado de carnes de forma intensa, os líderes dos três frigoríficos já começam a notar a recuperação das atividades, principalmente com melhora nas exportações e aumento do consumo, e apostam em crescimento para os próximos meses.
Sobre o período pós-setembro, quando a crise financeira estourou, o presidente da Marfrig, Marcos Antonio Molina dos Santos, disse que os últimos dois trimestres foram um teste de estresse para a estratégia da empresa e que neste período o foco era manter o caixa e "sobreviver". "Achamos que foram os trimestres mais difíceis dos últimos anos e agora a gente já começa a ver uma recuperação, com melhora nos preços e no mercado financeiro", ressaltou Molina. Sendo que, mesmo com resultados piores do que nos trimestres de 2008, em março e abril ocorreu uma recuperação nas vendas dentro do Brasil.
"Nossa meta é utilizar todo o potencial da sinergia das últimas aquisições, focando nos resultados, reduzindo custos e buscando a consolidação. As oportunidades para melhorar escala de produção, ganhar mercados e promover a consolidação serão estudadas e aproveitadas. O foco atual é na redução da alavancagem e melhoria na estrutura da empresa", completou o presidente da Marfrig Alimentos S.A.
A apresentação da JBS teve um clima de otimismo, acreditando que o pior da crise já passou e na recuperação dos mercados internacionais para os próximos trimestres. Mesmo com números pouco animadores a JBS acredita em melhora pela frente. "Já estamos vendo sinais de recuperação, e a expectativa é de um segundo trimestre bom e um terceiro ainda melhor", disse o presidente da empresa, Joesley Batista, durante teleconferência com analistas.
Fechando com chave de ouro a temporada de divulgação dos resultados dos frigoríficos brasileiros, o frigorífico Minerva apresentou crescimento no primeiro trimestre de 2009.
Segundo Fernando Galleti de Queiroz, diretor presidente do Minerva, "a empresa mostrou estabilidade de margens e de resultados no ambiente bastante volátil que o setor e o mundo têm vivido. Isso aconteceu graças a uma política sólida de gestão de risco, muito focada em minimizar os riscos da empresa, somada a uma capilaridade e força de distribuição interna e externa muito grande e embaladas por uma gestão forte e transparente, buscando a melhoria constante da governança corporativa. E assim, se preparou para crescer, sendo uma das empresas mais bem posicionadas em um cenário bastante instável".
Durante a teleconferência, Galleti afirmou que apesar de uma sensível queda no consumo e redução da demanda, o momento é bastante favorável para o Brasil. "Os estoques internacionais estão muito baixos, permitindo os exportadores brasileiros trabalharem com preços mais altos na maioria dos mercados e evidenciando um movimento de recuperação", completou.
Leia mais acessando os artigos listados abaixo:
Marfrig: 1º trimestre foi um grande teste de estresse
Mesmo com prejuízo, JBS se diz pronta para crescer mais
Minerva apresenta bom resultado e mostra recuperação
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Cartas do leitor
[20/05/2009]
renato morbin
Imperatriz - Maranhão - Frigoríficos
Sem dúvida, parece que o pior da crise já passou, mas que sirva de lição para todos, que as industrias e a classe produtora aprendam com os momentos difíceis passados.
As industrias viveram um momento no ano passado semelhante a bolha imobiliária americana, claro que nas devidas proporções. Muitos grupos sairam comprando Brasil a fora tudo o que achavam na frente, comprando indústrias que custam para construir 40 milhões pelo preço de 150 milhões, construindo frigorificos com capacidade exagerada sem se preocupar com o rebanho da região e assim por diante.
Temos hoje uma capacidade de abate instalada de quase 40% a mais de nosso abate efetivo. Isso é ruim, pois sabemos que a indústria trabalha com um custo fixo e se ela trabalhar abatendo somente 60% da sua capacidade nem com milagre conseguirá ser eficiente em lucratividade, pois vai trabalhar com preços de mercado porém com custos altos.
Por outro lado a indústria que começa a perceber que tem que parar de vender "carne" e passar a vender "alimentos", carnes industrializadas, porcionadas, temperadas, pratos prontos etc., pois só assim fica menos vulnerável às turbulencias do mercado.
A classe produtora está aprendendo de uma maneira dolorosa que uma industria frigorifica "fraca" debilitada é ruim para ela também, quem pode falar melhor sobre isso são os credores do Margem, Estrela, Quatro Marcos, Arantes, Independencia e outros por ai, que estão na melhores das hipóteses recebendo parceladamente os bois que venderam ou ainda sem qualquer posição.
Quando em maio do ano passado comentávamos e tomávamos posição contrária sobre uma matéria de exportação de boi em pé, em desigualdade de carga tributária com relação aos frigoríficos no estado do Pará, era exatamente por causa disso, sem contar os produtos e os subprodutos que estamos deixando de processar aqui, e esse problema está cada dia pior e ninguém toma uma providência.
Estamos voltando várias décadas atrás sendo expotadores de matéria prima.
Uma industria frigorifica forte é interessante para todos os segmentos, dos produtores aos supermercados, portanto vamos de uma vez por todas entender que frigoríficos e produtores tem que ser parceiros, tem que estar juntos pelos mesmos interresses.
[20/05/2009]
Gervasio Costa
São Paulo - São Paulo - Frigoríficos
Gostaria de saber quanto foi o lucro do Bertin, e como será que os frigorificos como Marfrig, JBS, Bertim, Minerva, vão conseguir pagar suas dividas com bancos se o setor só dá grandes prejuízos, as ultimas noticias do mercado é que só Bertin deve a credores uns 10 bilhoes de Reais, o Marfrig uns 5 bilhoes de Reais e o governo ainda quer gastar mais com eles, isso é um absurdo, o governo tem que dividir o dinheiro para todos no setor, a ganancia dos grandes que transformou o setor numa verdadeira dúvida sobre o que vai acontecer com o mercado, Boi tem que ser vendido 100% à vista.
[20/05/2009]
Louis Pascal de Geer
Barretos - São Paulo - Consultoria/extensão
Caro André e equipe BeefPoint,
Parabéns pelp acompanhamento dos resultados e eventos de importância dos frigoríficos e também parabéns para os frigoríficos que agora divulgam informações de maniera mais clara e transparente que dá um suporte importante para os seus acionistas e fornecedores.
Mas como comentário geral quero frisar que o Governo através do BNDES e outras instituições públicas agora precisam forçar as indústrias a fazer algumas mudanças estruturais e fundamentais para assegurar que os elos da cadeia sejam renumerados de maneira justa, recompensando os produtores que fornecem gado de qualidade.
Um abraço,
Louis.
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540 de 11381
xumpa
15635 09/11/2008