faivel
- Dono
- 281
- 28/11/2006
Olá colegas investidores Braskem,boa noite !
Criei o tópico com o objetivo de reunir,se possível,um grande nú -
mero de investidores, a fim de trocar idéias, informações,gráficos
fundamentos,fatos relevantes, enfim informes que possam adicionar-
elementos para uma possível tomada de posição.Estou a par de tudo-
que diga respeito a empresa e ficarei mais tranquila,se puder dis-
cutir com os colegas que têm interesses comuns..
Por favor,coloquem seu ponto de vista e outros detalhes a respeito
da péssima performance da empresa.Estou nela dd.2004.Estou no limi
da m/paciência,mesmo considerando longo prazo.
sucesso para todos e um abraço.Até logo mais!
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Comentários
1 de 5315
AJAA
590 28/01/20072 de 5315
faivel
281 28/11/2006olá AJJA
acho que estamos no mesmo barco furado.Entrarei em contato com o colega se
possível ainda hoje.Caso contrário,amanhã procurarei contato.Este lixo es-
tá de assemelhando a outro lixão que é a Embraer.Não vou repetir a triste-
experiência que tive com a Embraer de segurar o papel e êle nada de reagir
até que vendi com prejuízo e me livrei do Mico Embraer.Braskem tem grandes
semelhanças com Embraer(ambas são excelentes empresas,mas s/ações só dão
problemas p/o infeliz que confiou nelas. abraços e sucesso!
3 de 5315
Belacintra
409 01/08/2007Hj postei um artigo importante da Gazeta (anexo abaixo). Tb como vcs estou comprado desde 2004. Estou "even" sem contar os 3 anos com quase zero lucro. Não vendi por uma única razão: Todos os analistas concordam em que apartir do III trim define-se o panorama deste ativo. Penso que no caso de vcs dois, como no meu, quem aguentou tanta porcaria, aguenta uns 90 dias mais. Dificilmente vai cair muito nesse período e as chances são mais de alta. Vale a pena aguardar mais um pouco. Se houver decolada... será muito forte.
São Paulo, 6 de Setembro de 2007 - Integra do texto
(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 4)(Juan Velásquez)
Gazeta Mercantil - Quais foram os principais desafios até agora?
José Carlos Grubisich - Foram cinco anos de muitos desafios. Questão do preço do petróleo, nafta, câmbio, competição mais acirrada no setor petroquímico brasileiro e mundial. Acho que a Braskem conseguiu superar todos. Teve um crescimento de 35% ao ano na receita e 45% nas exportações. Saímos de uma empresa de praticamente US$ 3 bilhões para US$ 11 bilhões. Fizemos investimentos ambiciosos aumentando as capacidades produtivas, em novas tecnologias, automação, qualidade melhoria de produtividade, mas também tivemos aquisições. Em 2006 compramos a Politeno e, no começo deste ano, compramos a Ipiranga, que posicionou a Braskem na liderança incontestável no País. Não apenas no setor petroquímico brasileiro mas também como um dos principais atores da petroquímica mundial. O ativo mais importante da Braskem é um conjunto de homens e mulheres de extrema competência e qualificação.
Gazeta Mercantil - As petroquímicas estão indo ao Oriente Médio independente dos riscos políticos. A Braskem foi para Venezuela e Bolívia. Como é a administração de riscos aqui, onde são pioneiros?
José Carlos Grubisich - O conceito que está por traz deste movimento parte de algumas alterações básicas ligadas à estratégia das empresas de crescer e criar uma posição de liderança na petroquímica mundial. O setor é globalizado e tem no equilíbrio oferta e demanda no mercado mundial o seu grande processo de formação de preços e de competitividade das diferentes empresas. O modelo tradicional era um modelo nacional e baseado num processo mais fragmentado. Nos últimos 15, 20 anos há um processo de consolidação do setor químico e pe- troquímico. As empresas que eram diversificadas passaram a se focar mais em seu negócio principal, então começamos a ver petroquímicas focadas muito mais no seu negócio, e mantendo as demais operações do portfólio em alianças de diferentes naturezas. As empresas privadas de petróleo saíram da área petroquímica para se especializar em exploração e refino. O eixo de competitividade nesse negócio é a matéria-prima acessível e um nível de tecnologia atualizado. Outro ponto é que o porte das novas fábricas tem de estar em linha com as novas escalas globais. As empresas também caminharam em direção a China, Sudeste Asiático, países que têm mão-de-obra mais barata na transformação dos plásticos e na parte petroquímica propriamente dita. Houve uma migração para países onde há matéria-prima mais abundante e custos mais competitivos.
Gazeta Mercantil - Para onde foram os investimentos no mundo?
Grubisich - As empresas têm diferentes estratégias. Os americanos e europeus fizeram um programa de investimento importante no Oriente Médio, por uma questão de geopolítica e de aproveitamento de gás natural hoje em condições muito competitivas. A Braskem foi pelo mesmo caminho (com Venezuela e Bolívia). Fez a opção de novas unidades petroquímicas com escala global, com tecnologia atualizada e competitiva e com custo de matéria-prima também compatível com os melhores projetos do Oriente Médio. Acho que a vantagem da Braskem é que pode fazer isso numa região onde o Brasil é forte, a América Latina, onde temos uma identidade cultural e empresarial forte, que outras empresas do mundo não têm. Estamos trabalhando em tempo integral nisso e temos grande compatibilidade cultural com a estatal Pequiven ( Petroquímica de Venezuela). Temos dois projetos, o primeiro de 450 mil toneladas ao ano de polipropileno (veículos), em operação até o final de 2009 e outro de 1,3 milhão de toneladas de eteno a partir de gás natural integrado com a produção de polietileno (embalagens de alimentos) e outros polímeros que também terão capacidade de 1,3 milhão de toneladas.
Gazeta Mercantil - Quais os principais mercados para esses projetos?
Grubisich - Forneceremos ao mercado venezuelano, para as américas e também à Europa. Este é o projeto que estamos trabalhando hoje como prioritário (Venezuela). A vantagem da Braskem é que a América do Sul ainda tem outros países com reservas de petróleo e gás natural, caso do Peru e da Bolívia, que no momento certo, da forma certa vamos buscar dentro do conceito de fazer novos projetos em um mercado que está crescendo mundialmente. A demanda tem crescido mais do que a oferta. A Braskem possui uma forte geração de caixa que vai permitir crescer e reduzir progressivamente o endividamento.
Gazeta Mercantil - Gazeta - O que significa blindar seus investimentos na Venezuela e Bolívia, como vocês falam?
Grubisich - Temos uma convivência muito boa com a Pequiven. Os negócios estão sendo conduzidos dentro da nova visão do governo venezuelano, sob a qual Braskem e Pequiven dividem riscos e oportunidades. Isso está ocorrendo numa joint venture 50% a 50% na qual temos competências complementares, estamos investindo e a Pequiven está aportando conhecimento sobre operação e mercado. Estamos trabalhando com a Pequiven na definição do modelo de governança corporativa e de contratos de longo prazo para fornecimento de matéria-prima da estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA). Também temos uma série de contratos com o objetivo de definir estrategicamente o papel dos acionistas nestas empresas. Já acordamos com a Pequiven que os projetos serão feitos em project finance, 30% de capital e 70% de dívida. Para o financiamento da dívida pretendemos trazer agências multilaterais como a Cooperação Andina de Fomento, Banco Mundial, BNDES e também as agências de crédito de exportação que financiam equipamentos para a construção destas fábricas. Tudo isso traz um nível de robustez ao projeto, tanto financeiro quanto de riscos de operações. Como o projeto terá um fluxo de exportações muito grande nós acreditamos também que poderemos ter uma securitização dessas exportações com bancos comerciais que certamente terão a garantia deste fluxo de exportação. Este será um dos projetos mais competitivos da petroquímica mundial.
Gazeta Mercantil - Gazeta - Até onde é possível hoje ir na diversificação de matérias-primas?
Grubisich - Do ponto de vista de matérias-primas seguiremos usando nafta para as fábricas no Brasil, e sempre que possível vamos aumentar a produção. Mas no projeto de Paulínia nós já diversificamos comprando o gás propeno de refinaria. Na Venezuela teremos gás natural, que é uma flexibilização. Recentemente começamos um projeto para usar o álcool para fazer polietileno e outros polímeros a partir de insumos renováveis.
Gazeta Mercantil - A empresa já contabiliza ganhos com a aquisição da Ipiranga?
Grubisich - Estamos no processo de incorporação dos ativos desta aquisição e ainda não refletem nos resultados da Braskem. A partir deste terceiro trimestre de 2007 já teremos várias sinergias que vão começar a ter impacto positivo nos resultados da Braskem, da Copesul e da Ipiranga. Nós prevemos ganhos importantes.
Gazeta Mercantil - A Braskem iniciou a consolidação da petroquímica no Brasil, como vai terminar?
José Carlos Grubisich - A Braskem já consolidou o que tinha em seus planos na petroquímica do Nordeste. Então, com a aquisição da Politeno em 2006, o pólo de produção de vinílicos em Alagoas, a aquisição dos negócios da Ipiranga Petroquímica para consolidar o pólo de Triunfo já avançamos bastante na consolidação. A do Sudeste está praticamente definida com a consolidação dos ativos da Suzano, Unipar e da Petrobras, sob a liderança agora na Unipar, pós-aquisição dos ativos da Suzano pela Petrobras. Acho que a Petrobras deixou claro para o mercado e para os atores da petroquímica que a consolidação do Sudeste ocorrerá sob liderança privada e que a Petrobras assumira na petroquímica do Sudeste uma posição de minoritário relevante. Com isso ficamos Braskem e Companhia Petroquímica do Sudeste (CPS), duas empresas muito mais fortes do que o modelo anterior de fragmentação da petroquímica brasileira, ambas sob liderança privada e tendo a Petrobras como acionista minoritária, assegurando isonomia competitiva para que estas empresas possam crescer e contribuir para o crescimento econômico e social do País, que é o objetivo de todos nós.
Gazeta Mercantil - Quando a Petrobras comprou a Suzano e ficou majoritária vocês disseram que não tinha sido o acordado no início. O que foi conversado no início?
Grubisich - Tivemos alinhado do ponto de vista estratégico que seria bom para a indústria petroquímica e para o País que os ativos fossem consolidados sempre com a visão de formar empresas competitivas, que tenham dimensão de caixa suficiente para financiar os programas de expansão e de pesquisa e desenvolvimento, e que permitam que a indústria acompanhe o crescimento da economia brasileira e do setor de plásticos. Esse setor tem uma elasticidade muito grande em relação ao próprio crescimento econômico, vem crescendo cerca de 2,5 vezes o PIB. O setor privado tinha, e tem, todas as condições de liderar o processo como de fato tem feito. O mercado brasileiro tem crescido, as empresas sob liderança privada tem investido. Nunca se falou tanto de petroquímica no Brasil como nos últimos cinco anos. O Brasil aumentou as exportações de produtos petroquímicos e portanto não existia, como não existe, nenhuma razão para que a liderança privada não tenha o seu papel e que seja o motor da consolidação do setor. Por isso ficamos satisfeitos com a decisão da Petrobras de tomar o compromisso de que a consolidação no Sudeste será feita com e pela Unipar, e a Petrobras deixando claro que terá papel de minoritária relevante.
Gazeta Mercantil - A Braskem fez esta última aquisição sem aumentar a relação entre Ebitda (geração de caixa) e dívida liquida. É uma estratégia para os próximos negócios?
José Carlos Grubisich - A aquisição da Ipiranga foi um ganha-ganha porque permitiu que compradores e vendedores ficassem satisfeitos e deixou claro qual é o modelo. Braskem 60% na Ipiranga e na Copesul, Petrobras com 40%, o grupo Ultra ficando com os ativos de distribuição de derivados de petróleo no Sul e Sudeste e a Petrobras recuperando os ativos de distribuição no Nordeste e Norte e Centro Oeste. Foi uma compra que se fez em condições muito competitivas do ponto de vista da Braskem em termos de múltiplo de aquisição. Um ponto importante, a beleza da operação, é que fizemos uma aquisição e a nova empresa consolidada tem uma relação dívida sobre a sua capacidade de geração de caixa menor do que tinha a Braskem. Basicamente tivemos os financiamentos dos próprios balanços de Ipiranga Petroquímica e Copesul, que estavam completamente desalavancadas (baixo nível de endividamento). A Braskem consolida a posição no mercado, terá um volume significativo de sinergias, e ainda termina, neste processo, com um indicador divida liquida x Ebitda menor do que tinha antes do processo de aquisição.
Gazeta Mercantil - Como fica a Braskem para o mundo depois de toda a consolidação e de Venezuela e Bolivia?
José Carlos Grubisich - A Braskem entrou no radar da petroquímica mundial. Hoje somos uma empresa de US$ 11 bilhões com uma participação que cresce a taxas expressivas, um programa de novos investimentos no Brasil e no rumo da internacionalização. Acho que o exemplo mais marcante é a Venezuela. Hoje ninguém mais ignora que na América Latina tem uma empresa que tem um papel de protagonismo dentro da reestruturação da petroquímica mundial.
Gazeta Mercantil - A concorrência fica agora mais acirrada, com a Dow Chemical que começa a produzir no País ou com outras empresas?
O setor é muito competitivo. Esta passando pelas transformações que mencionamos. Europa e Estados Unidos deixando de ser os mercados de transformação mais importantes. China, Brasil e Turquia passando a ser mercados importantes. Matéria-prima que era abundante antes nos Estados Unidos hoje indo para o Oriente Médio, para países como Venezuela, Bolívia e países da antiga república soviética.
Gazeta Mercantil - O que representa o Comperj hoje para a Braskem, faz concorrência ao pólo da Bolivia?
José Carlos Grubisich - Nós acompanhamos e temos discussões com a Petrobras em relação à compreensão e avaliação das oportunidades representadas pelo Comperj. É um projeto prioritário para a Petrobras. E temos nos posicionado no sentido de acompanhar e avaliar o Comperj para identificar todas as oportunidades de complementaridades entre a Braskem e a Petrobras. Queremos entender o modelo. A Petrobras já anunciou que tem um modelo de um bloco para a petroquímica, o que eles chamam de UPB Unidade Petroquímica Básica. Outro bloco que é o de utilidades, que seria eventualmente delegado a um operador privado, que poderia ter ou não a Petrobras no seu capital, e depois as unidades de segunda geração, que seriam lideradas pela iniciativa privada e a Petrobras. Acho que houve uma evolução por parte da Petrobras na modelagem do Comperj, o que torna mais factível uma complementaridade entre o interesse da Petrobras e o dos atores privados brasileiros.
Gazeta Mercantil - A Petrobras quer que as empresas entrem em todas as gerações e para elas é mais vantajoso entrar apenas na segunda geração?
José Carlos Grubisich - Ainda não entramos neste nível de detalhamento. A Petrobras avança na definição dos projeto e dos dados mínimos necessários. O que é positivo é que a Petrobras disse publicamente que pretende ter um papel na segunda geração de minoritário deixando a liderança para a iniciativa privada.
Gazeta Mercantil - Com um pólo na Venezuela e outro na Bolívia o Comperj pode ser menos atrativo?
Grubisich - Mas os projetos são complementares (Comperj e Bolívia e Venezuela) porque o nosso projeto na Venezuela tem objetivo de usar gás natural, dá flexibilidade da gestão da matéria-prima. O Comperj é um projeto que tem uma vocação de acompanhar o crescimento do mercado brasileiro e dos mercados regionais da América do Sul. Então são complementares, não são antagônicos do ponto de vista estratégico.
Gazeta Mercantil - Como garantir rentabilidade com oscilações tão rápidas. Quando um movimento da China pode aumentar o preço do petróleo ou derrubar bolsas?
José Carlos Grubisich - A chave do sucesso é ter uma estrutura de custos competitiva, são nossos projetos para buscar uma flexibilidade na gestão de matéria-prima que levam a um custo tão competitivo quanto os dos maiores produtores mundiais da petroquímica, unidades com escala de produção com o que a tecnologia pode oferecer de melhor. Atualização tecnológica e um mix de produtos e de serviços que assegurem que os nossos clientes estejam plenamente satisfeitos e portanto, mantenham uma relação de longo prazo com a companhia com fidelização e lealdade.
4 de 5315
AJAA
590 28/01/20075 de 5315
Belacintra
409 01/08/20076 de 5315
faivel
281 28/11/2006boa tarde, colegas Ajja e Belacintra
Estou acabando de chegar e como tenho compromisso à noite,fiz uma rápida lei
tura da entrevista do pres. da Braskem, sr. José Carlos Grubisich,aliás es -
tou cansada de vê-lo na Blommberg com os mesmos blá-blá,prometendo muito mas
efetivamente nada do ponto de vista prático,ou seja, as ações decolarem pelo
menos até o preço que nós pagamos em 2004.Vou ler com mais atenção amanhã e
volto ao n/espaço.Por favor, não vamos nos dispersar.Tenho 2.600 ações dessa
empresa que hoje p/mim é Mico.
Sucesso p/todos e um grande abraço.
7 de 5315
AJAA
590 28/01/2007Abraços e bom feriadão
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Belacintra
409 01/08/20071) Estou comprado desde 2004 em 7x mais do que Faivel.
2) Na época, BRKM5 vinha em curva exponencial up, acumulando +400%, e todas as análises (Fund/Téc/Brokers) recomendavam “strongly buy”.
3) Petróleo estava a preço de banana.
4) Não se esperava por sobre oferta global de produtos petroquímicos.
Enfim, era céu de brigadeiro e talvez mais ou menos pelas mesmas razões todos compramos BRKM5 na época. De lá prá cá tivemos feias pancadas e algumas recuperações (dessas pancadas). Surfei nas altas e nas baixas comprando e vendendo, fiz arbitragem com os ADRs em NY, sofri bastante, e no final em 2007 consegui ficar “even”, o que modestamente penso que poderia ter sido bem pior. A questão é que poderia ter vendido tudo, porém, NÃO ABANDONEI MINHA LÓGICA e fiquei com a BRKM5 até hoje (apesar de que tenho posições em mais outros 20 papéis diferentes). Isso pq ainda acho que:
a) 2008 pinta ser um ótimo ano para o preço das resinas (recuperação VS 2006).
b) De não haver nenhuma catástrofe, a tendência do preço do petróleo é ficar em média USD65.
c) Antes da crise dos subprimes os papéis da BRKM5 voltaram a quase tocar os R$19 (depois de muito tempo) acumulando nesse max aprox +30% YTD.
d) Os novos ativos incorporados deram a BRKM5 um perfil muito, mais muito forte, e os resultados dessas incorporações aparecem agora a partir de nov.
e) Há indicativos de que no III trim o PIB nacional anualizado pode chegar a 6%... e não preciso mencionar que isso pode implicar +12% de aumento nas vendas da BRKM5.
f) Aos poucos a maioria das corretoras passou de “sell”, para “neutral”, e agora várias começam a colocar BRKM5 em “buy”.
g) Acompanho os books nacionais e internacionais e vc percebe fidelidade das grandes instituições. 75% das vendas são feitas por médios e pequenos, e há queda no preço da ação quando esses médios e pequenos estão ativos com baixo volume de operação (olhem os gráficos).
Honestamente? Acho que BRKM5 longe de ser um mico é uma baita empresa, com tudo para decolar a qualquer momento (se as premissas acima continuam). E não é “mico” pq quem acompanha as análises téc/fund pode entender as quedas e as altas. Compreendo que quando compramos em 2004 esperávamos +300% até 2007. Porém, ninguém previu os 2 vilões: O pulo do petróleo em +100% e a queda nos preços das resinas. De fato, a BRKM5 só melhorou como empresa durante esse período. Acho que o passado é passado, devemos virar a página e esquecer o que perdemos ou deixamos de ganhar, e colocar em foco só o presente e o futuro. Olhando para atrás devemos vender urgente, porém, na perspectiva de olhar “daqui em diante” só vejo razões para comprar BRKM5. Por favor, me corrijam se estou equivocado!
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faivel
281 28/11/2006boa noite,colega Belacintra
quando disse que Braskem é mico,quis me referir apenas ao marasmo em que
suas ações se encontram.Somos bombardeados quase que diariamente com no-
tícias relevantes a respeito da empresa e as ações parecem estar em coma
profundo.O que me consola é encontrar investidor muito mais posicionado-
Tenho um portfolio com mais de vinte empresas - Blues,todas mas a situa-
ção da Braskem está me incomodando.Agradeço aos colegas,também vou espe
até final do ano.detesto realizar prejuízo!Vamos continuar nos comunican
do,por favor.Já anotei todos os nomes.Sinto-me mais segura, conversando
"com quem é do ramo - rsrs.)
sucesso a todos!
10 de 5315
Belacintra
409 01/08/2007Faço minhas as suas frustrações e sofrimentos! E há dias que assim como vc, eu tb enxergo BRKM5 como o mico dos micos! Porém, o que tentei dizer no meu post anterior foi que:
1) Uma coisa é o passado da BRKM5 (2004 – hj), e outra coisa é o presente/futuro dessa empresa (Hj - ?). Estamos falando de duas situações diferentes.
2) Uma coisa são os nossos prejus e expectativas de ganhos não realizadas desde 2004, e outra coisa é o potencial de ganho das ações da BRKM5 a partir de 2008.
3) Uma coisa é o desempenho da “BRKM5 empresa”, e outra coisa é o aumento astronômico no preço do petróleo, o aumento na produção global de resinas, e o ciclo de baixa nos preços das resinas... que nos pegou de calça curta em 2004.
4) Uma coisa são os nossos “sentimentos negativos”, e outra coisa é a nossa “habilidade como investidores” (deixando feelings de lado para focar nossas conclusões somente nas análises fundamentalistas e técnicas da BRKM5).
5) Uma coisa são as quedas da BRKM5 por causa da empresa, e outra coisa são as quedas da BRKM5 por causa do aumento do custo nas matérias primas + aumento da produção global + menor preço do produto final. É o pior cenário para qualquer indústria, e isso aconteceu/e/rá com qualquer empresa no planeta. O preço atual das ações da BRKM5 não reflete “a empresa”, e sim, reflete o ciclo de baixa das petroquímicas no mundo todo (o verdadeiro “mico”).
6) Uma coisa é a má sorte de termos entrado no pick da alta em 2004, e outra coisa é não termos levado em conta que de 2003–>2004 a BRKM5 acumulava uma alta astronômica frente ao início de um ciclo de baixa mundial nas petroq (não anunciado).
7) Uma coisa são os nossos prejus acumulados desde 2004, e outra coisa é o NOSSO ERRO DE NÃO TERMOS REALIZADO ESSE PREJU ANTES, voltando a comprar nas maiores despencadas (minimizando perdas). Tenho minha vida profissional fora da bolsa de valores, não sou “do ramo”, erro muito, porém, jamais fico estático quando um papel cai... trabalho com stop loss, nas quedas vendo e recompro, melhorando aos poucos os preços médios. No caso da BRKM5, de 2004 a hj, houve 13 excelentes oportunidades para vender e recomprar (reduzindo preju).
8) Uma coisa é comparar o desempenho da BRKM5 contra outros papéis que subiram +300% no mesmo período, e outra coisa é entender que as atuais disparadas nas altas são excepcionais, e que a maioria dos papéis no mundo todo se comportam como a BRKM5.
A minha lógica acima não é uma apologia à BRKM5! È apenas uma singela análise sobre o seu caso, o caso do AJAA, e o meu caso, que compramos desde 2004, não saímos do papel até hj, e acumulamos prejus. Aí cave perguntar: A BRKM5 é um mico? Acho que não! Houve erros nossos? Sim! Onde erramos? Em não realizar preju antes recomprando na baixa! Erramos em não perceber que em 2004 iniciava-se o ciclo de baixa das petroquímicas no mundo todo! Sheet happens! E se não paramos de culpar a BRKM5 pelos nossos próprios erros, e se continuamos não entendendo/aprendendo dos nossos próprios erros, então, nossas carteiras vão virar pó, e sempre vamos achar que todas os nossos ativos eram micos. Não quero "estar certo", nem quero "ter a razão". Ao contrário! Gostaria muito, por favor, que vc e AJAA me corrijam se o meu raciocínio estiver equivocado, e mais importante ainda, com cabeça fria OBJETIVAMENTE me digam se olhando a análise técnica e fundamental da BRKM5... vcs comprariam, venderiam, ou manteriam?
PS 01: FYI hj as bolsas apanharam duro e BAK em NY ficou firme em -1,5, depois de ter mínimos de quase -4%. Não há dúvidas que as ações estão descontadas.
PS 02: Segundo Infomoney 07/09 fatores da recente queda:
O desempenho dos papéis reflete o movimento de realização de lucros dos investidores após forte desempenho nas últimas semanas e a preocupação do mercado com a evolução nos preços do petróleo.
A forte alta do óleo impulsiona as cotações dos insumos petroquímicos e acaba prejudicando as margens das empresas do setor. O barril da commodity subiu quase 5% em Londres nesta semana, diante das preocupações com a temporada de furacões no Atlântico e da queda acima do esperado nas reservas norte-americanas.
Além disso, a queda nas vendas de resinas petroquímicas no mercado doméstico no mês de julho, divulgada na última semana, surpreendeu o mercado negativamente e também ocasionou uma reação negativa nas ações Braskem e de outras petroquímicas.
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mkauer
203 23/04/2007PETROQUÍMICA - Segunda, 10 Setembro 2007
18:17 Vendas à Argentina já superam 2006, diz Braskem
SÃO PAULO, 10 de setembro de 2007 - As vendas da petroquímica Braskem à Argentina somaram US$ 170 milhões nos oito primeiros meses deste ano, resultado superior às vendas realizadas no país vizinho durante todo o ano de 2006 (US$ 160 milhões). Com isso, o mercado argentino já representa quase um terço de todas as vendas da companhia no exterior.
De olho no potencial deste mercado, o presidente da companhia, José Carlos Grubisich, reuniu-se hoje com lideranças da cadeia petroquímica argentina, empresários, clientes e parceiros locais. ´O mercado da Argentina é uma prioridade para a Braskem, o que nos levou a expandir nossas operações no país com uma equipe focada em desenvolvimento de mercado, distribuição própria e assistência técnica aos clientes´, destaca o executivo.
Outra prioridade da companhia é ampliar a oferta de produtos de maior valor agregado, como as resinas metalocênicas, segmento que terá um novo incremento devido à aquisição da Ipiranga definida pela Braskem em março deste ano.
Neste ano, as exportações da Braskem para a Argentina apresentam crescimento de 63% ante 2006, número que ainda não considera os efeitos da aquisição da Ipiranga Petroquímica, da Ipiranga Química e da Copesul.
(André Magnabosco - InvestNews)
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Piangers
223 13/06/200713 de 5315
AJAA
590 28/01/2007algo nesse sentido mas nada foi mostrado. Mesmo numa ligação que fiz para o RI
da empresa eles não divulgam esses dados (pelo menos não para os "sardinhas" como dizem aqui neste forum). Bons negocios a todos.
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Belacintra
409 01/08/20071) Como escrevi para Faivel, faço minhas as suas frustrações.
2) Porém, deixando as frustrações de lado e sendo objetivos, a sua análise pode ser aplicada a quase qualquer papel. Me refiro a que todos os que compramos na alta e temos um papel na baixa, todos estamos frustrados e achamos esse papel "um mico". Isso é INDEPENDENTE do papel, e sim, inherente ao preço que pagamos na compra (alta) desse papel. Se isso não fica claro, qualquer leitor no fórum vai acreditar que BRKM5 é um mico!
3) Eu acho que o post aqui tem que ser OBJETIVO, e avaliar a BRKM5 e não nosso erro de ter comprado um papel na alta que agora está na baixa. Faço um apelo aos colegas para separarmos os fatos. Certo é que desde 2004, se vc tivesse re-comprado abaixo de 14 (e chegou a 9), claramente hj vc teria um preço médio bem maior do que 16. Quem comprou e vendeu BRKM5 desde 2004... fez um belo lucro.
4) Nesse sentido, convido a analisarmos a empresa BRKM5 "per-se" e não nossos momentos de compra e venda. E pergunto/comento:
4.1 Os fundamentos da BRKM5 desde 2004 pioraram? Não!
4.2 Não há um forecast 07, porém, pela projeção do PIB + preço do petróleo + preço das resinas + novas sinergias com os novos ativos incorporados = a cabeça fria indica que a BRKM5 tem um belo 2008 pela frente.
A BRKM5 está longe de ser um mico, tem tudo para disparar na bolsa, é o único que "ancorou" a BRKM5 na verdade foi a impressionante explosão no preço do petróleo apartir de 2004 (+100%) + quedas nos preços das resinas. Coloca esse mesmo cenário para uma petrobrás, ou uma Vale, ou as siderúrgicas, e essas empresas teriam virado pó. Por favor, me corrijam se estiver errado!
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AJAA
590 28/01/2007Na epoca, quando enviavamos os dados para as matrizes no exterior as previsões eram tbém muito importantes e revisadas mensalmente. Do mesmo modo acredito que a Braskem deva ter suas previsões orçamentarias e acredito que por uma questão de confidencialidade esses "forecasts" não devam ser divulgados, sendo apenas para consumo interno. Creio que a CVM deve regular esse aspecto. O que me parece correto. (informações previlegiadas?). Finalizando, agradeço por trocar opiniões contigo e demais e, claro que a BRKM5 não é um mico. Apenas que eu não tenha sido agil o suficiente para fazer essas negociações no momento certo. Porisso, em minhas aplicações procuro fazê-las em empresas com bons fundamentos e comprometidas com seu crescimento (assim não preciso ficar comprando e vendendo constantemente)
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Belacintra
409 01/08/2007Assim como vc, eu tb não vivo da Bolsa, porém, há 10 anos mantenho investimentos na bolsa, paralelos a minha vida profissional. E uma das coisas que aprendi é que não existem "empresas micos", e sim, existem "investidores micos". É triste ver o baixo nível deste fórum, onde imaturos investidores falam o tempo todo em "empresas micos", "vai bombar", "vai afundar" e tantas e tantas outras bobagens. Poucos separam o lado "pessoal subjetivo do investidor" do lado "objetivo da empresa". Confundem coisas como "sentimentos" com "fundamentos da empresa" com "resultados dos seus investimentos" (são 3 coisas diferentes)... e como "ejaculadores precozes" impulsivamente condenam e sentenciam uma empresa como "mico" ou como "blue chip" só em função de se eles tiveram ou não lucros nas suas ações. Triste! Voltando a BRKM5, eu tb estou frustrado, porque sou um desses "investidor mico", e errei por ter comprado no pico da alta, sem me mexer e vender e re-comprar mais nas baixas. Porém, esquecendo de mim, a pergunta OBJETIVA sobre BRKM5 aqui é:
1) Desde 2004 a empresa como empresa melhorou ou piorou? Só melhorou!
2) E os fundamentos? Só melhoraram!
3) Então, pq os papéis não subiram? Basicamente pela baixa no preço das resinas + 100% de aumento no petróleo!
4) Projeção 2007/2008 depende do quê?
4.1 Preço do petróleo: Ontem OPEC aumentou produção (em 500k) e deveriamos esperar uma queda por isso e pelos boatos de uma economia mundial um pouquinho mais lenta (subprimes). Note-se que recentemente, quando petróleo caiu na casa dos usd65, as ações da BRKM5 dispararam, e antes da crise dos subprime acumularam apro +30% YTD!
4.2 Preço das resinas: Já subiram e os analistas prevêm altas, com início da retomada do ciclo das petroquímicas.
4.3 PIB Brasil: Fala-se em aprox 5% em 2007 e algo parecido para 2008.
4.4 Psique do mercado: Até 45 dias atrás quase todos os analistas recomendavam "sell". Agora passaram a "neutral". Alguns começam a colocar BRKM5 como "buy". A minha humilde opinião é que se BRKM5 rompe o teto dos R$19, "os investidores micos" vão correr para comprar o papel. E se rompe os R$20, aí ninguém segura a BRKM5, e todos vão postar aqui "as alegrias da blue chip BRKM5".
Resumindo: BRKM5 é uma sólida empresa, com um fantástico futuro pela frente, que no momento depende de fatores externos à empresa (4.1 e 4.2). Longe de querer defender à BRKM5, gostaria de ouvir críticas e razões contrárias às minhas, apresentando argumentos e fatos negativos relativos à BRKM5. Obrigado!
PS: Trabalhei e trabalho em multinacionais, e vc está certo na sua lógica sobre a funcionalidade das projeções (forecast). Porém, nas bolsas do mundo todo, a coisa é diferente. As estimativas de resultados são feitas pelo mercado (bancos, corretoras, analistas, formadores de mercado, "tubas" etc), e as empresas só publicam "anúncios", tipo se vão ou não cumprir essas estimativas etc. Faz sentido que seja assim, pq além da questão de "info privilegiada", tb de não ser assim com os forecast vc pode induzir um mercado (para comprar ou vender) tendo isenção jurídica pelo que publica. Por essa razão fala-se em "publicação de balanços" e não em "publicação de projeções/forecast".
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joaquimcesario
4899 30/04/200718 de 5315
Belacintra
409 01/08/200719 de 5315
joaquimcesario
4899 30/04/200720 de 5315
queroz
195 08/06/2007