faivel
- Dono
- 281
- 28/11/2006
Olá colegas investidores Braskem,boa noite !
Criei o tópico com o objetivo de reunir,se possível,um grande nú -
mero de investidores, a fim de trocar idéias, informações,gráficos
fundamentos,fatos relevantes, enfim informes que possam adicionar-
elementos para uma possível tomada de posição.Estou a par de tudo-
que diga respeito a empresa e ficarei mais tranquila,se puder dis-
cutir com os colegas que têm interesses comuns..
Por favor,coloquem seu ponto de vista e outros detalhes a respeito
da péssima performance da empresa.Estou nela dd.2004.Estou no limi
da m/paciência,mesmo considerando longo prazo.
sucesso para todos e um abraço.Até logo mais!
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Comentários
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Belacintra
409 01/08/20071) Percebam como o ativo BRKM5 (em linha cor preta) acompanhou preço do petróleo. Qdo preço foi subindo, BRKM5 foi caindo, e vice-versa. Sem mistérios! Basicão do basicão!
2) Não achei os códigos das resinas na ADVFN, porém, anexo abaixo os links com os gráficos. Percebam nesses gráficos que qdo preços das resinas despencam, BRKM5 despenca, e vice-versa. Sem mistérios!
3) Cruzem as datas dos preços do petróleo x preços das resinas e verão uma inequívoca CORRELAÇÂO ENTRE PREÇO PETRÓLEO X PREÇO RESINAS X ATIVO BRKM5!
4) Notem no volume, que em geral, antes de um repique no preço do petróleo, ou antes de um repique no preço das resinas, em ambos casos seja para cima ou para baixo, o ativo BRKM5 dispara ou despenca em valor e volume... assim em parte explicando a volatilidade do ativo em correlação ao início ou fim de uma alta ou baixa nos preços do petróleo / resinas. Início de um período de alta no preço do petróleo, indica queda do ativo BRKM5, e vice-versa. Início de alta no preço das resinas, indica alta do ativo BRKM5, e vive-versa. OBS: Ontem Fanasato mencionou fortes operações da Merrill Lynch. Seja quem for que compra/vende, pelos gráficos dá para inferir que altas e baixas nos volumes sempre anunciaram altas e baixas no ativo da BRKM5!
Tomara o colega Fanasato possa cruzar as informações do petróleo + resinas com o seu gráfico (que é 1000 x mais qualitativo do que o meu gráfico basicão). É lógico que vcs tb devem incoporar outras variáveis nas interpretações, porém, em simples palavras, o ativo BRKM5 é um desses papéis "simples" de entender. Longe de ser um "mico", a correlação com petróleo + resinas prova que a empresa é saudável, e como toda empresa saudável, o seu desempenho está atrelado a fatores externos à empresa. Por favor, opinem!
LINKS PREÇOS DAS RESINAS:
a) Geral
http://www.plasticsnews.com/subscriber/rprices.phtml
b) Para visualizar gráficos clicar neste link da LME GLOBAL CONTRACTS HISTORICAL DATA (Polypropylene (PP) / LLDPE)
http://www.plasticsnews.com/subscriber/resin/historical_lme.html
c) Polypropylene (PP)
http://www.plasticsnews.com/subscriber/resin/lme_hprices.html
d) LLDPE
http://www.plasticsnews.com/subscriber/resin/lme_hprices.html
Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
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fanasato
1048 25/02/2007INFELIZMENTE MEU SISTEMA NÃO POSSUI GRÁFICOS DO PETRÓLEO E DAS RESINAS MAS ANDEI FAZENDO UMA COMPARAÇÃO E PERCEBI QUE O ATIVO TEM SEUS MELHORES RESULTADOS EM PERÍODOS QUE O PETRÓLEO ESTÁ ESTÁVEL (SEM MUITA VOLATILIDADE).
ME QUESTIONARAM SE TENHO OUTROS ATIVOS EM CARTEIRA. A RESPOSTA É NÃO POIS SOU UM ESPECULADOR DE CURTÍSSIMO PRAZO. É BEM PROVÁVEL QUE DAQUI ALGUNS DIAS OU QUANDO A BRKM5 ATINGIR MEU TARGET (OBJETIVO DE VENDA) JÁ ESTAREI ANALISANDO UMA POSSÍVEL ENTRADA EM OUTRO ATIVO.
ABRAÇO E CONTINUEM ASSIM. ESSA NA MINHA OPINIÃO É A MELHOR DISCUSSÃO AQUI DO FÓRUM.
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Belacintra
409 01/08/200744 de 5315
queroz
195 08/06/2007bons negócios a todos.
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Belacintra
409 01/08/200746 de 5315
fanasato
1048 25/02/2007FICO CONTENTE QUE VOCÊ TENHA GOSTADO DAS ANÁLISES. EU TRABALHO EXCLUSIVAMENTE NO MERCADO DE AÇÕES. TENHO UMA RELAÇÃO MUITO PEQUENA DE ATIVOS PARA OPERAR A CURTÍSSIMO PRAZO E ENTRE ELES ESTÃO TODOS QUE VOCÊ MENCIONOU. TAMBÉM GOSTO MUITO DE TRABALHAR COM A CYRE3. SOBRE AS ANÁLISES SEMPRE QUE QUISEREM MEU PONTO DE VISTA ESTAREI A DISPOSIÇÃO.
ABRAÇO.
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fanasato
1048 25/02/200748 de 5315
Belacintra
409 01/08/200749 de 5315
fanasato
1048 25/02/200750 de 5315
fanasato
1048 25/02/200751 de 5315
Belacintra
409 01/08/200752 de 5315
fanasato
1048 25/02/2007MINHA OPINIÃO SOBRE O FED É DE CORTE DOS JUROS AINDA MAIS COM A ÚLTIMA DIVULGAÇÃO SOBRE EMPREGO QUE CONTRIBUI PARA A QUEDA DA INFLAÇÃO NO PAÍS.
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Belacintra
409 01/08/200754 de 5315
fanasato
1048 25/02/200755 de 5315
fanasato
1048 25/02/200756 de 5315
Belacintra
409 01/08/200757 de 5315
Juliuscantu
116 27/06/200758 de 5315
fanasato
1048 25/02/200759 de 5315
Belacintra
409 01/08/200760 de 5315
queroz
195 08/06/2007Pessoal, para ficar todas as informações em apenas um lugar, tomei a liberdade de copiar tudo o que foi postado na discussão criada pelo colega Belacintra. A princípio acho que podemos continuar nesse post.
BRASKEM: Deu hoje na Gazeta - Integra do texto (BOV:BRKM5)
Belacintra - 06/Set/2007 08:22
São Paulo, 6 de Setembro de 2007 - Integra do texto
(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 4)(Juan Velásquez)
Gazeta Mercantil - Quais foram os principais desafios até agora?
José Carlos Grubisich - Foram cinco anos de muitos desafios. Questão do preço do petróleo, nafta, câmbio, competição mais acirrada no setor petroquímico brasileiro e mundial. Acho que a Braskem conseguiu superar todos. Teve um crescimento de 35% ao ano na receita e 45% nas exportações. Saímos de uma empresa de praticamente US$ 3 bilhões para US$ 11 bilhões. Fizemos investimentos ambiciosos aumentando as capacidades produtivas, em novas tecnologias, automação, qualidade melhoria de produtividade, mas também tivemos aquisições. Em 2006 compramos a Politeno e, no começo deste ano, compramos a Ipiranga, que posicionou a Braskem na liderança incontestável no País. Não apenas no setor petroquímico brasileiro mas também como um dos principais atores da petroquímica mundial. O ativo mais importante da Braskem é um conjunto de homens e mulheres de extrema competência e qualificação.
Gazeta Mercantil - As petroquímicas estão indo ao Oriente Médio independente dos riscos políticos. A Braskem foi para Venezuela e Bolívia. Como é a administração de riscos aqui, onde são pioneiros?
José Carlos Grubisich - O conceito que está por traz deste movimento parte de algumas alterações básicas ligadas à estratégia das empresas de crescer e criar uma posição de liderança na petroquímica mundial. O setor é globalizado e tem no equilíbrio oferta e demanda no mercado mundial o seu grande processo de formação de preços e de competitividade das diferentes empresas. O modelo tradicional era um modelo nacional e baseado num processo mais fragmentado. Nos últimos 15, 20 anos há um processo de consolidação do setor químico e pe- troquímico. As empresas que eram diversificadas passaram a se focar mais em seu negócio principal, então começamos a ver petroquímicas focadas muito mais no seu negócio, e mantendo as demais operações do portfólio em alianças de diferentes naturezas. As empresas privadas de petróleo saíram da área petroquímica para se especializar em exploração e refino. O eixo de competitividade nesse negócio é a matéria-prima acessível e um nível de tecnologia atualizado. Outro ponto é que o porte das novas fábricas tem de estar em linha com as novas escalas globais. As empresas também caminharam em direção a China, Sudeste Asiático, países que têm mão-de-obra mais barata na transformação dos plásticos e na parte petroquímica propriamente dita. Houve uma migração para países onde há matéria-prima mais abundante e custos mais competitivos.
Gazeta Mercantil - Para onde foram os investimentos no mundo?
Grubisich - As empresas têm diferentes estratégias. Os americanos e europeus fizeram um programa de investimento importante no Oriente Médio, por uma questão de geopolítica e de aproveitamento de gás natural hoje em condições muito competitivas. A Braskem foi pelo mesmo caminho (com Venezuela e Bolívia). Fez a opção de novas unidades petroquímicas com escala global, com tecnologia atualizada e competitiva e com custo de matéria-prima também compatível com os melhores projetos do Oriente Médio. Acho que a vantagem da Braskem é que pode fazer isso numa região onde o Brasil é forte, a América Latina, onde temos uma identidade cultural e empresarial forte, que outras empresas do mundo não têm. Estamos trabalhando em tempo integral nisso e temos grande compatibilidade cultural com a estatal Pequiven ( Petroquímica de Venezuela). Temos dois projetos, o primeiro de 450 mil toneladas ao ano de polipropileno (veículos), em operação até o final de 2009 e outro de 1,3 milhão de toneladas de eteno a partir de gás natural integrado com a produção de polietileno (embalagens de alimentos) e outros polímeros que também terão capacidade de 1,3 milhão de toneladas.
Gazeta Mercantil - Quais os principais mercados para esses projetos?
Grubisich - Forneceremos ao mercado venezuelano, para as américas e também à Europa. Este é o projeto que estamos trabalhando hoje como prioritário (Venezuela). A vantagem da Braskem é que a América do Sul ainda tem outros países com reservas de petróleo e gás natural, caso do Peru e da Bolívia, que no momento certo, da forma certa vamos buscar dentro do conceito de fazer novos projetos em um mercado que está crescendo mundialmente. A demanda tem crescido mais do que a oferta. A Braskem possui uma forte geração de caixa que vai permitir crescer e reduzir progressivamente o endividamento.
Gazeta Mercantil - Gazeta - O que significa blindar seus investimentos na Venezuela e Bolívia, como vocês falam?
Grubisich - Temos uma convivência muito boa com a Pequiven. Os negócios estão sendo conduzidos dentro da nova visão do governo venezuelano, sob a qual Braskem e Pequiven dividem riscos e oportunidades. Isso está ocorrendo numa joint venture 50% a 50% na qual temos competências complementares, estamos investindo e a Pequiven está aportando conhecimento sobre operação e mercado. Estamos trabalhando com a Pequiven na definição do modelo de governança corporativa e de contratos de longo prazo para fornecimento de matéria-prima da estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA). Também temos uma série de contratos com o objetivo de definir estrategicamente o papel dos acionistas nestas empresas. Já acordamos com a Pequiven que os projetos serão feitos em project finance, 30% de capital e 70% de dívida. Para o financiamento da dívida pretendemos trazer agências multilaterais como a Cooperação Andina de Fomento, Banco Mundial, BNDES e também as agências de crédito de exportação que financiam equipamentos para a construção destas fábricas. Tudo isso traz um nível de robustez ao projeto, tanto financeiro quanto de riscos de operações. Como o projeto terá um fluxo de exportações muito grande nós acreditamos também que poderemos ter uma securitização dessas exportações com bancos comerciais que certamente terão a garantia deste fluxo de exportação. Este será um dos projetos mais competitivos da petroquímica mundial.
Gazeta Mercantil - Gazeta - Até onde é possível hoje ir na diversificação de matérias-primas?
Grubisich - Do ponto de vista de matérias-primas seguiremos usando nafta para as fábricas no Brasil, e sempre que possível vamos aumentar a produção. Mas no projeto de Paulínia nós já diversificamos comprando o gás propeno de refinaria. Na Venezuela teremos gás natural, que é uma flexibilização. Recentemente começamos um projeto para usar o álcool para fazer polietileno e outros polímeros a partir de insumos renováveis.
Gazeta Mercantil - A empresa já contabiliza ganhos com a aquisição da Ipiranga?
Grubisich - Estamos no processo de incorporação dos ativos desta aquisição e ainda não refletem nos resultados da Braskem. A partir deste terceiro trimestre de 2007 já teremos várias sinergias que vão começar a ter impacto positivo nos resultados da Braskem, da Copesul e da Ipiranga. Nós prevemos ganhos importantes.
Gazeta Mercantil - A Braskem iniciou a consolidação da petroquímica no Brasil, como vai terminar?
José Carlos Grubisich - A Braskem já consolidou o que tinha em seus planos na petroquímica do Nordeste. Então, com a aquisição da Politeno em 2006, o pólo de produção de vinílicos em Alagoas, a aquisição dos negócios da Ipiranga Petroquímica para consolidar o pólo de Triunfo já avançamos bastante na consolidação. A do Sudeste está praticamente definida com a consolidação dos ativos da Suzano, Unipar e da Petrobras, sob a liderança agora na Unipar, pós-aquisição dos ativos da Suzano pela Petrobras. Acho que a Petrobras deixou claro para o mercado e para os atores da petroquímica que a consolidação do Sudeste ocorrerá sob liderança privada e que a Petrobras assumira na petroquímica do Sudeste uma posição de minoritário relevante. Com isso ficamos Braskem e Companhia Petroquímica do Sudeste (CPS), duas empresas muito mais fortes do que o modelo anterior de fragmentação da petroquímica brasileira, ambas sob liderança privada e tendo a Petrobras como acionista minoritária, assegurando isonomia competitiva para que estas empresas possam crescer e contribuir para o crescimento econômico e social do País, que é o objetivo de todos nós.
Gazeta Mercantil - Quando a Petrobras comprou a Suzano e ficou majoritária vocês disseram que não tinha sido o acordado no início. O que foi conversado no início?
Grubisich - Tivemos alinhado do ponto de vista estratégico que seria bom para a indústria petroquímica e para o País que os ativos fossem consolidados sempre com a visão de formar empresas competitivas, que tenham dimensão de caixa suficiente para financiar os programas de expansão e de pesquisa e desenvolvimento, e que permitam que a indústria acompanhe o crescimento da economia brasileira e do setor de plásticos. Esse setor tem uma elasticidade muito grande em relação ao próprio crescimento econômico, vem crescendo cerca de 2,5 vezes o PIB. O setor privado tinha, e tem, todas as condições de liderar o processo como de fato tem feito. O mercado brasileiro tem crescido, as empresas sob liderança privada tem investido. Nunca se falou tanto de petroquímica no Brasil como nos últimos cinco anos. O Brasil aumentou as exportações de produtos petroquímicos e portanto não existia, como não existe, nenhuma razão para que a liderança privada não tenha o seu papel e que seja o motor da consolidação do setor. Por isso ficamos satisfeitos com a decisão da Petrobras de tomar o compromisso de que a consolidação no Sudeste será feita com e pela Unipar, e a Petrobras deixando claro que terá papel de minoritária relevante.
Gazeta Mercantil - A Braskem fez esta última aquisição sem aumentar a relação entre Ebitda (geração de caixa) e dívida liquida. É uma estratégia para os próximos negócios?
José Carlos Grubisich - A aquisição da Ipiranga foi um ganha-ganha porque permitiu que compradores e vendedores ficassem satisfeitos e deixou claro qual é o modelo. Braskem 60% na Ipiranga e na Copesul, Petrobras com 40%, o grupo Ultra ficando com os ativos de distribuição de derivados de petróleo no Sul e Sudeste e a Petrobras recuperando os ativos de distribuição no Nordeste e Norte e Centro Oeste. Foi uma compra que se fez em condições muito competitivas do ponto de vista da Braskem em termos de múltiplo de aquisição. Um ponto importante, a beleza da operação, é que fizemos uma aquisição e a nova empresa consolidada tem uma relação dívida sobre a sua capacidade de geração de caixa menor do que tinha a Braskem. Basicamente tivemos os financiamentos dos próprios balanços de Ipiranga Petroquímica e Copesul, que estavam completamente desalavancadas (baixo nível de endividamento). A Braskem consolida a posição no mercado, terá um volume significativo de sinergias, e ainda termina, neste processo, com um indicador divida liquida x Ebitda menor do que tinha antes do processo de aquisição.
Gazeta Mercantil - Como fica a Braskem para o mundo depois de toda a consolidação e de Venezuela e Bolivia?
José Carlos Grubisich - A Braskem entrou no radar da petroquímica mundial. Hoje somos uma empresa de US$ 11 bilhões com uma participação que cresce a taxas expressivas, um programa de novos investimentos no Brasil e no rumo da internacionalização. Acho que o exemplo mais marcante é a Venezuela. Hoje ninguém mais ignora que na América Latina tem uma empresa que tem um papel de protagonismo dentro da reestruturação da petroquímica mundial.
Gazeta Mercantil - A concorrência fica agora mais acirrada, com a Dow Chemical que começa a produzir no País ou com outras empresas?
O setor é muito competitivo. Esta passando pelas transformações que mencionamos. Europa e Estados Unidos deixando de ser os mercados de transformação mais importantes. China, Brasil e Turquia passando a ser mercados importantes. Matéria-prima que era abundante antes nos Estados Unidos hoje indo para o Oriente Médio, para países como Venezuela, Bolívia e países da antiga república soviética.
Gazeta Mercantil - O que representa o Comperj hoje para a Braskem, faz concorrência ao pólo da Bolivia?
José Carlos Grubisich - Nós acompanhamos e temos discussões com a Petrobras em relação à compreensão e avaliação das oportunidades representadas pelo Comperj. É um projeto prioritário para a Petrobras. E temos nos posicionado no sentido de acompanhar e avaliar o Comperj para identificar todas as oportunidades de complementaridades entre a Braskem e a Petrobras. Queremos entender o modelo. A Petrobras já anunciou que tem um modelo de um bloco para a petroquímica, o que eles chamam de UPB Unidade Petroquímica Básica. Outro bloco que é o de utilidades, que seria eventualmente delegado a um operador privado, que poderia ter ou não a Petrobras no seu capital, e depois as unidades de segunda geração, que seriam lideradas pela iniciativa privada e a Petrobras. Acho que houve uma evolução por parte da Petrobras na modelagem do Comperj, o que torna mais factível uma complementaridade entre o interesse da Petrobras e o dos atores privados brasileiros.
Gazeta Mercantil - A Petrobras quer que as empresas entrem em todas as gerações e para elas é mais vantajoso entrar apenas na segunda geração?
José Carlos Grubisich - Ainda não entramos neste nível de detalhamento. A Petrobras avança na definição dos projeto e dos dados mínimos necessários. O que é positivo é que a Petrobras disse publicamente que pretende ter um papel na segunda geração de minoritário deixando a liderança para a iniciativa privada.
Gazeta Mercantil - Com um pólo na Venezuela e outro na Bolívia o Comperj pode ser menos atrativo?
Grubisich - Mas os projetos são complementares (Comperj e Bolívia e Venezuela) porque o nosso projeto na Venezuela tem objetivo de usar gás natural, dá flexibilidade da gestão da matéria-prima. O Comperj é um projeto que tem uma vocação de acompanhar o crescimento do mercado brasileiro e dos mercados regionais da América do Sul. Então são complementares, não são antagônicos do ponto de vista estratégico.
Gazeta Mercantil - Como garantir rentabilidade com oscilações tão rápidas. Quando um movimento da China pode aumentar o preço do petróleo ou derrubar bolsas?
José Carlos Grubisich - A chave do sucesso é ter uma estrutura de custos competitiva, são nossos projetos para buscar uma flexibilidade na gestão de matéria-prima que levam a um custo tão competitivo quanto os dos maiores produtores mundiais da petroquímica, unidades com escala de produção com o que a tecnologia pode oferecer de melhor. Atualização tecnológica e um mix de produtos e de serviços que assegurem que os nossos clientes estejam plenamente satisfeitos e portanto, mantenham uma relação de longo prazo com a companhia com fidelização e lealdade.
fanasato - 12/Set/2007 12:41 - 1 de 4
ATIVO ACABOU DE ROMPER OS 16,40 QUE ERA UMA RESISTÊNCIA IMPORTANTE E DEVE SEGUIR PARA PATAMARES MAIORES NO DECORRER DO DIA. OBJETIVO INICIAL EM 17,00 REAIS.
queroz - 13/Set/2007 12:48 - 2 de 4 Modificar
Gazeta Mercantil - A empresa já contabiliza ganhos com a aquisição da Ipiranga?
Grubisich - Estamos no processo de incorporação dos ativos desta aquisição e ainda não refletem nos resultados da Braskem. A partir deste terceiro trimestre de 2007 já teremos várias sinergias que vão começar a ter impacto positivo nos resultados da Braskem, da Copesul e da Ipiranga. Nós prevemos ganhos importantes.
queroz - 13/Set/2007 13:11 - 3 de 4 Modificar
Quantas idas e vindas... ( os caras dizem o que quer, e fazem o que quer)
Countrywide anuncia posse de US$ 12 bilhões em linhas de crédito, e ações disparam
Por: Equipe InfoMoney
13/09/07 - 12h43
InfoMoney
SÃO PAULO - Paralelamente à volta do bom humor aos mercados internacionais, a Countrywide, maior empresa do setor de hipotecas dos EUA, anunciou nesta quinta-feira (13) que possui cerca de US$ 12 bilhões em linhas de crédito, entre novas e já existentes.
Influenciadas positivamente pela notícia, as ações da empresa operam valorizadas em 10% na bolsa nova-iorquina, sendo cotadas a US$ 17,97, após atingirem o pico de US$ 18,31 no intraday desta sessão.
As ações da empresa, afetada pela crise do subprime, já perderam mais da metade de seu valor no mercado somente neste ano.
Crise
Em agosto deste ano, a Countrywide requisitou ao governo estado de proteção à falência, afetada pela crise no ramo de hipotecas dos EUA.
À época, a empresa demitiu aproximadamente 20% de sua força de trabalho na tentativa de reduzir custos e melhorar seu desempenho
Belacintra - 13/Set/2007 13:22 - 4 de 4
Gente, desculpem, eu não tinha percebido que vcs estavam postando aqui. Queroz, amigo... além da countrywide, temos os papéis da GM... +7,5% disparando. É bom dia 18 o FED confirmar o 100% de estimativa do mercado para queda nas taxas, para o mercado seguir nesta recuperada forte!
PS1: O Banco Central da England anunciou "afrouxamento" dos requisitos para liberar créditos = maior liquidez!
PS2: Pq não definimos um só lugar para postar sobre BRKM5? Alguém tem interesse de abrir um novo post da BRKM5? Serei parceiro!