faivel
- Dono
- 281
- 28/11/2006
Olá colegas investidores Braskem,boa noite !
Criei o tópico com o objetivo de reunir,se possível,um grande nú -
mero de investidores, a fim de trocar idéias, informações,gráficos
fundamentos,fatos relevantes, enfim informes que possam adicionar-
elementos para uma possível tomada de posição.Estou a par de tudo-
que diga respeito a empresa e ficarei mais tranquila,se puder dis-
cutir com os colegas que têm interesses comuns..
Por favor,coloquem seu ponto de vista e outros detalhes a respeito
da péssima performance da empresa.Estou nela dd.2004.Estou no limi
da m/paciência,mesmo considerando longo prazo.
sucesso para todos e um abraço.Até logo mais!
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Comentários
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mazziotti
247 28/09/2006Plantão | Publicada em 08/01/2010 às 16h19m
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SÃO PAULO - A Petrobras esclareceu há pouco, em comunicado ao mercado, uma operação de transferência de ações da Braskem que estavam em poder de sua controlada Petrobras Química (Petroquisa) para uma empresa controlada pela Petroquisa, a WBW SPE Empreendimentos e Participações.
Segundo a companhia, a Petroquisa transferiu no dia 31 de dezembro 59.014.254 ações ordinárias da Braskem, equivalentes a 31% do capital ordinário da petroquímica, para a WBW.
Após a operação, a Petroquisa zerou sua posição em ações ordinárias da Braskem, mas ainda manteve em carteira 72.966.174 ações preferenciais da empresa.
O comunicado afirma ainda que a WBW não pretende adquirir novas ações da Braskem. Além da WBW, nenhuma subsidiária da Petroquisa possui papéis da Braskem.
No começo desta semana, a Petrobras afirmou em nota que as negociações com a Braskem para formação de uma aliança estratégica no setor petroquímico estão avançando.
A Braskem, por sua vez, também veio ao mercado na terça-feira esclarecer sobre notícias acerca de uma eventual aquisição da Quattor. A empresa confirmou que está negociando com acionistas da Quattor para firmar uma aliança estratégica.
Há vários dias o mercado especula sobre uma provável megafusão no setor petroquímico brasileiro, envolvendo as três companhias,
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mazziotti
247 28/09/2006Plantão | Publicada em 08/01/2010 às 16h19m
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SÃO PAULO - A Petrobras esclareceu há pouco, em comunicado ao mercado, uma operação de transferência de ações da Braskem que estavam em poder de sua controlada Petrobras Química (Petroquisa) para uma empresa controlada pela Petroquisa, a WBW SPE Empreendimentos e Participações.
Segundo a companhia, a Petroquisa transferiu no dia 31 de dezembro 59.014.254 ações ordinárias da Braskem, equivalentes a 31% do capital ordinário da petroquímica, para a WBW.
Após a operação, a Petroquisa zerou sua posição em ações ordinárias da Braskem, mas ainda manteve em carteira 72.966.174 ações preferenciais da empresa.
O comunicado afirma ainda que a WBW não pretende adquirir novas ações da Braskem. Além da WBW, nenhuma subsidiária da Petroquisa possui papéis da Braskem.
No começo desta semana, a Petrobras afirmou em nota que as negociações com a Braskem para formação de uma aliança estratégica no setor petroquímico estão avançando.
A Braskem, por sua vez, também veio ao mercado na terça-feira esclarecer sobre notícias acerca de uma eventual aquisição da Quattor. A empresa confirmou que está negociando com acionistas da Quattor para firmar uma aliança estratégica.
Há vários dias o mercado especula sobre uma provável megafusão no setor petroquímico brasileiro, envolvendo as três companhias,
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zyngier
825 13/10/20082344 de 5329
Carvajal1
1112 05/07/20092345 de 5329
zyngier
825 13/10/2008Sócios,
Não pude resistir, o dia nem terminou e estou emocionado com os 7,xx% de nossa BRKM5. Espero que feche acima de $14,83 e se confirme minha expectativa realizada em 6/1/10. Neste exato momento BRKM5 está cotada em 15,00 !!!
Parabéns aos comprados !!!
2346 de 5329
MEDRADO2
9212 18/04/20072347 de 5329
xumpa
15635 09/11/2008Atualizado em: 11/01/2010 às 18:30
Braskem PNA
Tendência Principal: Alta
Tendência de Curto Prazo: Alta
O topo formado em R$ 14,81 foi rompido, depois deste processo de congestionamento em forma de triângulo, indicando a continuação da trajetória ascendente e mais uma oportunidade para operações de compra.
2348 de 5329
Carvajal1
1112 05/07/2009NAO SE ILUDAM
CORRAM E VENDAM.
2349 de 5329
matoso100
1294 28/07/2008Tá no carrinho!
2350 de 5329
dusteffen
10697 25/11/2007Ivo Ribeiro, de São Paulo
12/01/2010 Valor Econômico
Texto:
A-
A+
O acordo que vai definir a divisão de poder na Nova Braskem, como tem sido chamada a junção das petroquímicas nacionais Quattor e Braskem, é o ponto nevrálgico que tem retardado o fechamento da fusão das duas companhias. Segundo apurou o Valor, cinco a seis pendências faltam ser acertadas entre os dois acionistas que vão controlar a nova petroquímica - o grupo Odebrecht e a Petrobras. Dirimidas essas questões, o negócio pode ser anunciado a qualquer momento.
Atualmente, a Odebrecht é a acionista majoritária da Braskem, enquanto a estatal detém 30% do capital ordinário, com direito a dois representantes no conselho. Já na Quattor, a Unipar - controlada pela família Geyer - detém 60% e a Petrobras, 40%. Nesse caso, além de estar no conselho, indicou um representante na diretoria executiva. No novo arranjo, os Geyer ficaram de fora e Odebrecht terá no mínimo 51% no capital votante, cabendo 49% à Petrobras.
Depois do acerto dos termos gerais da operação de incorporação da Quattor pela Braskem, a questão da governança corporativa da nova companhia - que surge como líder nas Américas na produção de resinas plásticas - é o principal obstáculo, o qual tem exigido árduas negociações.
As decisões na nova empresa, pelos entendimentos em andamento e em discussão, serão tomadas de forma consensual. Mas o acordo que vai garantir isso terá de ser amarrado de uma maneira que não trave as ações estratégicas da companhia. A avaliação é que a nova petroquímica, que vai intensificar o processo de internacionalização em curso na Braskem, estará competindo com companhias - na Ásia, Oriente Médio, Europa e Estados Unidos - que tomam decisões rápidas.
Um outro ponto em discussão é o fornecimento pela Petrobras das matérias-primas usadas nas centrais petroquímicas (nafta, gás natural e condensados de óleo e gás). A estatal supre de 60% a quase 100% das necessidades de cada uma das unidades operadas hoje por Braskem e Quattor. A diferença é importada. Odebrecht e Braskem buscam garantir uma fórmula de preço na compra dessas matérias-primas que deixe a empresa mais competitiva. O preço da nafta, por exemplo, é definido mensalmente pela estatal e tem como base a cotação do petróleo no mercado internacional.
Em torno de 90% dessas pendências - governança da empresa em alto nível, garantia de sua estratégia de crescimento e expansão internacional, a modelagem comercial das matérias-primas e mais dois ou três pontos - estão acertadas. Esses são os fatores determinantes para o fechamento da operação.
Com a consolidação dos ativos petroquímicos do país nos últimos anos, com participação relevante da Petrobras, a estatal aos poucos ganhou força societária nas empresas consolidadoras - Braskem e Quattor. Assim, o comando da petrolífera passou a querer presença maior nos conselhos - até a presidência - e direitos de mando, com indicação de diretores executivos. Com 49% da Nova Braskem, passou a ter participação maior na petroquímica do que no modelo tripartite - 33,3%, mesma fatia de grupos privados e estrangeiros.
Quando a Petrobras comprou a Suzano Petroquímica, que deu origem à criação da Quattor com a união dos ativos Unipar, houve forte receio, principalmente de Braskem/Odebrecht, que houvesse intenção de criação de uma nova estatal petroquímica. Como fornecedora de matérias-primas à Braskem, a estatal levaria vantagem frente sua concorrente.
No momento, a Braskem também negocia a compra de ativos nos EUA dentro de sua estratégia de internacionalização e de formação de uma companhia com poder de fogo para competir globalmente, principalmente com as gigantes chinesas e do Oriente Médio. A empresa elegeu três alvos que estão em análise, com foco maior na produção de resinas: um pequeno, um de porte médio e um grande (que pode incluir
Paralelamente aos entendimentos entre Odebrecht e Petrobras, Alberto Geyer, herdeiro da família controladora da Unipar, que detém 56% da Quattor, tenta impedir o negócio na Justiça. Ele aguarda o pronunciamento do juiz da 2ª Vara Empresarial do Rio sobre prosseguimento da ação que visa suspender incorporação da Quattor.
2351 de 5329
marcelomc2
69 20/10/20072352 de 5329
siriaco
2444 09/11/2008Por: Livia Teixeira
12/01/10 - 12h06
InfoMoney
SÃO PAULO – Adotando novas premissas macroeconômicas, a Itaú Corretora revisou os valores justos para as empresas ligadas ao setor de petróleo e gás no Brasil. Segundo o relatório desta terça-feira (12), as empresas OGX (OGXP3), Petrobras (PETR3, PETR4) e Ultrapar (UGPA4) têm recomendação ‘outperform’ (desempenho acima da média do mercado) e preço justo de R$ 21,40, R$ 53,20 e R$ 114,60, respectivamente
Segundo os analistas, os novos valores justos para as companhias são reflexo das novas premissas macroeconômicas da Itaú Corretora, porém as recomendações não foram alteradas. A OGX continua sendo a favorita da corretora, com base nas recentes descobertas da empresa, nas estimativas de volume e nos planos de produção acelerada.
A Petrobras, por sua vez, deverá apresentar forte volume de vendas no mercado interno, segundo os analistas, com base no cenário econômico brasileiro. Contudo, a Itaú Corretora espera que "a ação apresente bom desempenho apenas quando os invesidores obtiverem mais informações sobre o tema da capitalização, mais para o fim de fevereiro".
E, finalizando as ‘outperformers’, surge a Ultrapar, que, embora tenha apresentado um maior capex (capital de investimento) para 2010, teve os volumes de distribuição de derivados de petróleo impactados positivamente pelo novo cenário. Vale ressaltar que, por ser ajustada ao risco, a empresa é classificada como "aposta segura" dentro do universo de cobertura da Itaú Corretora.
Mais empresas...
Com avaliação market perform (desempenho em linha com a média do mercado) são apresentadas as empresa Lupatech (LUPA3), com preço justo de R$ 37,20; a Braskem (BRKM5), com valor justo de R$ 15,40 e a Comgás (CGAS5), com preço justo alterado para R$ 52,90. Por fim, com desempenho ‘underperform’ (desempenho abaixo da média do mercado) está a Unipar (UNIP6), com preço-justo de R$ 1,13.
“Apesar da provável assinatura de novos contratos com a Petrobras, preferimos ver os números antes de nos tornarmos mais otimistas em relação à Lupatech”, comentam. Após apresentar seus resultados referentes ao terceiro trimestre de 2009, a Lupatech não é vista com bons olhos pela corretora, que não acredita em um desempenho favorável da empresa no ano passado.
A Braskem, segundo a Itaú, apresenta a maior alavancagem relativa ao PIB (Produto Interno Bruto) dentre todas as companhias cobertas pela equipe de análise. Embora o cenário global para os produtos petroquímicos permaneça bastante desafiador, os analistas acreditam que "a força do mercado doméstico no Brasil pode atenuar seus impactos sobre o mercado doméstico e, em certa medida, compensar os efeitos de um real ligeiramente mais forte”.
Por fim, a Unipar traz uma maior preocupação com o endividamento, sendo que as perspectivas podem ser afetadas ainda pela transação envolvendo a Braskem e a Quattor.
2353 de 5329
brunelo
122 18/02/2008Abss!
2354 de 5329
mazziotti
247 28/09/2006Por: Tainara Machado
14/01/10 - 19h40
InfoMoney
SÃO PAULO – A liminar que impedia as negociações entre as empresas petroquímicas Braskem (BRKM5) e Quattor foi revogada nesta quinta-feira (14) pelo juiz Luiz Roberto Ayoub, em exercício na 2ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio.
A assessoria de imprensa do TJ-RJ afirmou que, para Ayoub, a união “não representaria dano irreparável à sociedade”, já que ainda teria que ser avaliada por agências reguladoras.
“A definitividade do negócio fica a depender da apreciação das reguladoras, não havendo, diante da possibilidade de sua reversão, qualquer risco de dano irreparável que demande o pronto pronunciamento do Poder Judiciário. Não há, portanto, qualquer risco que não possa aguardar a devida instauração do contraditório", escreveu Ayoub em sua decisão.
A revogação da liminar deixa livre o caminho para a continuidade das negociações entre Odebrecht (controladora da Braskem), Unipar (controladora da Quattor) e Petrobras (sócia minoritária das duas petroquímicas).
Alberto Geyer, que havia conseguido a liminar que proibia o prosseguimento da transação, é um dos herdeiros da Vila Velha, controladora da Unipar. Para ele, a fusão criaria um monopólio no setor.
2355 de 5329
magioli
453 03/01/20082356 de 5329
magioli
453 03/01/20082357 de 5329
matoso100
1294 28/07/2008até agora errando feio...
e pior que isso, perdemos o suporte de 14,80.
2358 de 5329
ivestbolsa
29 10/10/20072359 de 5329
ironemail
79 31/07/20092360 de 5329
AJAA
590 28/01/2007Por: Tainara Machado
18/01/10 - 17h15
InfoMoney
SÃO PAULO – A união entre Quattor e Braskem (BRKM5) está avançando, “mas o processo é complexo”, disse o diretor de Abastecimento da Petrobras (PETR4), Paulo Roberto Costa. Também não há um prazo determinado para acontecer, segundo informou aos jornalistas.
Para Costa, os impedimentos não são legais (o negócio havia sido suspenso após uma liminar, revogada na última quinta-feira). A unificação entre as empresas deve formar uma grande petroquímica, que terá 49% do capital votante nas mãos da Petrobras. O restante das ações ordinárias ficará na mão da controladora da Braskem, a Odebrecht, segundo expectativa do mercado.
O diretor também disse estar confiante na aprovação do negócio pelo Cade (Conselho Administrativo Econômico), já que na época da formação da Quattor, fruto de uma parceria entre Petrobras e o grupo Unipar, o órgão entendeu que o mercado petroquímico é global, e portanto a concentração no Brasil seria irrelevante.