joukan
- Dono
- 1470
- 24/05/2007
13 de agosto de 2007 – A Brasil Ecodiesel Indústria e Comércio de Biocombustíveis e Óleos Vegetais S.A. (Bovespa: ECOD3) informa que foi responsável pela produção de 17.835 m3 de biodiesel em Junho em suas plantas de Floriano-PI, Iraquara-BA, Crateús-CE e Porto Nacional-TO, com participação de 70,2% na produção nacional de 25.937 m3.
No acumulado do semestre a empresa produziu 62.687 m3 de um total de 121.550 m3, atingindo uma participação de 51,6% do mercado Brasileiro de biodiesel. Os dados da produção nacional de biodiesel foram disponibilizados pela ANP – Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, em seu website, na última sexta-feira, dia 10 de agosto, e confirmam a posição de liderança da empresa no mercado nacional.
Sobre a Brasil Ecodiesel: Fundada em 2003, a Brasil Ecodiesel é uma empresa de capital aberto, com ações no Novo Mercado da Bovespa. Líder na produção e comercialização de biodiesel no Brasil, a empresa desenvolveu um modelo inovador de originação de matérias-primas, que busca a garantia de suprimento a preços competitivos e estáveis. A Brasil Ecodiesel foi pioneira no estabelecimento de parcerias com a agricultura familiar para a produção de biodiesel e busca a diversificação das fontes de suprimento através do estabelecimento de novas cadeias agrícolas no país.
Pioneira também na produção de biodiesel em escala comercial no Brasil, a Companhia aposta nas condições naturais favoráveis do país para tornar-se um importante produtor mundial de um combustível renovável e que reduz sensivelmente as emissões de gases poluentes. Atualmente, a Brasil Ecodiesel conta com seis usinas operacionais, com capacidade instalada para produção de 640 mil m3 de biodiesel por ano.
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Comentários
541 de 14218
nisc
3297 02/01/2007542 de 14218
titancorp
2518 21/09/2006543 de 14218
SVABR
61 11/01/2008Quando vi o gráfico do volume alguns minutos atrás achei que fosse apenas um problema técnico da plataforma... que nada...
Com essa operação o volume de hoje foi cerca de 10 vezes maior que o de ontem.
Alguém sabe dizer o que se ganha na prática com uma manipulação do volume, se é que foi o caso?
544 de 14218
SVABR
61 11/01/2008JC e-mail 3451, de 18 de Fevereiro de 2008.
16. Glicerina para gasolina e petroquímica verde
Pesquisadores da UFRJ desenvolvem técnica inédita no mundo para produzir propeno a partir de biodiesel
Ramona Ordoñez escreve para “O Globo”:
Depois dos combustíveis renováveis para veículos, como o álcool e o biodiesel, surge a possibilidade de progredir uma indústria petroquímica a partir da biomassa. Um grupo de pesquisadores do Instituto de Química da UFRJ desenvolveu uma tecnologia inédita no mundo que permite produzir o “propeno verde”, que poderá ser usado como matéria-prima básica da indústria petroquímica.
O “propeno verde” é feito a partir da glicerina, que, por sua vez, é um subproduto da produção do biodiesel a partir de oleaginosas, como soja e mamona. O propeno, no Brasil e no mundo, é produzido a partir da nafta, originária do petróleo. Também pode ser gerado a partir do gás natural.
Outra linha de pesquisa desenvolvida pelo grupo visa a produzir um derivado da glicerina para ser adicionado à gasolina, como o álcool.
O professor Cláudio José de Araújo Mota, do Instituto de Química da UFRJ, coordena as pesquisas de um grupo de cientistas que concluíram ser possível produzir esse “propeno verde”.
Ele explicou ao Globo que tudo começou há cerca de três anos, com a preocupação sobre o que fazer com os excedentes de glicerina a serem despejados no mercado com a produção em grande escala do biodiesel, cuja adição ao diesel tradicional, na proporção de 2%, é obrigatória a partir deste ano.
Mota explicou que a glicerina é liberada espontaneamente pelas oleaginosas (soja, mamona, girassol, dendê, caroço de algodão ou qualquer outra gordura vegetal ou mesmo animal) no processo de produção do biodiesel.
Produção de biodiesel gerará 80 mil toneladas de glicerina Pelas estimativas de Mota, com a produção de 2,4 bilhões de litros de biodiesel por ano, serão produzidas aproximadamente 80 mil toneladas anuais de glicerina pelas 45 usinas autorizadas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).
— A glicerina é um subproduto das indústrias de sabão e, agora, será gerada a partir da produção do biodiesel. Isso porque as origens para produzir o sabão ou o biodiesel são as mesmas: as oleaginosas, que são gorduras vegetais, os triglicerídios — explicou o cientista.
O pesquisador explicou que, atualmente, são produzidas no país cerca de 30 mil toneladas anuais de glicerina, pela indústria do sabão. Segundo ele, não há mercado para os elevados excedentes que resultarão da produção do biodiesel.
Hoje, a maior parte da produção de glicerina, cerca de 28%, é utilizada em sabões e fármacos. Outros 12% são usados na indústria química (poliglicerina); 8%, em alimentos e bebidas; 5%, em tabacos, entre outros.
— Não existe mercado para tanta glicerina, e sua queima fará um grande mal ao meio ambiente. Então, desenvolvemos duas linhas de pesquisa, uma na área petroquímica e outra na de combustível para ser adicionado à gasolina — explicou Mota.
O pesquisador disse que o desenvolvimento dos estudos nos últimos três anos, com a parceria da Suzano Petroquímica, levaram à produção, a partir da glicerina, de propeno, matéria-prima para a indústria petroquímica. É a partir do propeno que se produzem os polipropilenos, que, por sua vez, são matéria-prima para a indústria do plástico.
— Estamos desenvolvendo uma petroquímica renovável, um propeno verde. Atualmente, o propeno tem origem apenas no petróleo ou no gás natural — destacou Mota.
O processo desenvolvido pelo grupo da UFRJ já foi patenteado.
Para este ano, está prevista a construção da primeira fábrica piloto, nas instalações da Suzano no pólo petroquímico de São Paulo.
Segundo Mota, já foram investidos no desenvolvimento tecnológico cerca de R$ 3 milhões, e a Suzano contará também com recursos da Finep para a unidade piloto.
O professor explicou que ainda não foi estabelecida qual será a capacidade da fábrica, mas seu objetivo será testar, em escala industrial, a produção de propeno a partir da glicerina gerada pelas oleaginosas.
Mota ressaltou também que acredita em um espaço, tanto no mercado brasileiro como no exterior, para se adicionar o que ele chama de biogasolina à gasolina tradicional: — Em vários países, como nos Estados Unidos, especialmente em Los Angeles, começase a se exigir a adição de compostos oxigenados à gasolina para reduzir as emissões, caso do álcool.
Nessas pesquisas, o grupo de cientistas da UFRJ conta com a parceria da distribuidora de combustíveis Repsol/ YPF. Mota disse que, inicialmente, as pesquisas são no sentido de se adicionarem 1% a 5% desse novo combustível à gasolina.
Segundo o professor, a idéia não é ter um concorrente para o álcool, mas apenas a opção de mais um produto oxigenado — que reduz as emissões de monóxido de carbono — que possa ser adicionado na proporção de 1% a 6% na gasolina.
Europa pode ser mercado para novo combustível verde Este ano, essas pesquisas também ganharão novo impulso com os primeiros testes em motores de veículos, ainda em bancada de laboratório. A parceria com a Repsol começou no ano passado, com investimentos estimados em R$ 600 mil até o momento.
Com as metas fixadas pela Comunidade Européia de redução das emissões de gases nos próximos anos, Mota acredita que a Europa poderá ser um importante mercado potencial para a colocação dessa biogasolina.
— As pesquisas mostram que um derivado da glicerina poderá ser usado no setor de combustíveis, tanto na gasolina como no diesel — afirmou Mota.
Ele destacou ser fundamental, com o aumento da produção do biodiesel, encontrar um mercado para a glicerina excedente, a fim de evitar danos ambientais. Segundo Mota, uma usina produtora de biodiesel em Brasília teria jogado glicerina nos rios: — Temos de encontrar uma saída para a glicerina excedente, seja no mercado interno ou no externo .
De acordo com Mota, a produção de propeno a partir da glicerina é uma tecnologia exclusiva do Brasil. Ele disse ter tido notícias de que algumas multinacionais estariam estudando na Europa a construção de uma unidade para, a partir da glicerina, produzir o propilenoglicol.
Este é usado como aditivo para águas de refrigeração, para evitar que um determinado combustível ferva ou congele.
(O Globo, 17/2)
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=54316
545 de 14218
Lex10
2 09/05/2007Vamos esperar e ver o que vai dar.
abeçs
546 de 14218
ney3
93 07/02/2007547 de 14218
titancorp
2518 21/09/2006548 de 14218
Agustoni
109 11/07/2007549 de 14218
GERDgas
4574 01/02/2008550 de 14218
marolifer
18 03/01/2008551 de 14218
wagner62
88 17/08/2007http://www.cepea.esalq.usp.br/soja/
552 de 14218
lexmarch
299 27/11/2006Para tanto precisa de autorização da Petrobras para que o contrato seja efetivado , visto ser hoje a única autorizada a negociar o biodiesel .
Contrato na reta final de negociação.
Estão estudando a possibilidade de estender o uso do B20, também nos caminhões e maquinas de mineração, porém teriam que adaptar os motores para esta mistura. Suas locomotivas já foram adptadas.
Se conseguirem estender tal utilização o consumo será cerca de 125% maior .
quando esta informação for divulgada na mídia seu preço vai deslanchar. Acredito que chegue aos 5,50 em uma semana.
553 de 14218
nicodag
1243 27/03/2007554 de 14218
MARCODROD
198 20/12/2007COMO ESTOU COMPRADO QUALQUER INFORMAÇÃO INTERESSA-ME.
555 de 14218
GERDgas
4574 01/02/2008&&& As usinas de biodiesel do Brasil
O Projeto de Lei 2418/07, do deputado Homero Pereira (PR-MT), torna obrigatória a substituição do carvão mineral e dos combustíveis derivados de petróleo por biodiesel puro na geração de energia em centrais termelétricas. A substituição deverá ser progressiva, atingindo 50% em 5 anos, 80% em 10 anos e 100% em 15 anos.
Nos casos de financiamentos concedidos a produtores e cooperativas rurais e a micro, pequenas ou médias empresas, os juros não excederão a 2% ao ano, mais a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP). Os empreendedores terão pelo menos dois anos para começar a pagá-los.
&&&& outra
A partir de março, alguns dos caminhões e ônibus novos fabricados em Curitiba pela Volvo poderão usar uma mistura de até 30% de biodiesel, 15 vezes superior à proporção mínima estabelecida pela legislação.
E o voluma de venda da ecod vem caindo perto dos 4.00 é o limite de baixa ..
556 de 14218
GERDgas
4574 01/02/2008557 de 14218
Rich Fabio
1804 09/06/2007558 de 14218
Criniti
771 25/08/2007559 de 14218
Criniti
771 25/08/2007560 de 14218
Rich Fabio
1804 09/06/2007