RENA_FERA
- Dono
- 126
- 24/05/2007
Considerando os preços médios do último dia de cada mês.
GAFISA (GFSA3), Cotação: R$ 29,99, Preço Alvo: R$ 45,90
· A empresa: A Gafisa surgiu em 2006 através de uma associação entre a GP Investimentos e a incorporadora Gomes de
Almeida Fernandes, que possuía 30 anos de experiência no mercado imobiliário. A companhia atua na incorporação de
projetos imobiliários - imóveis residenciais verticais e horizontais - destinados às classes populares (FIT Residencial), média e
de alta renda. Em outubro de 2006 a Gafisa adquiriu 60% de participação no capital da Alphaville Urbanismo S A, a maior
empresa incorporadora de projetos de desenvolvimento urbano no Brasil. O banco de terrenos das duas empresas atingia na
época o equivalente a R$ 4,1 bilhões de vendas futuras e atualmente está em R$ 5,7 bilhões.
Recursos principais








Comentários
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mtlpqt
266 11/02/2008Ainda continua achando que tem muito tuba vendendo reversão assim fica dificil e isso não só no nosso papel + em todos os outros ligados a construçao civil.. alguém tem uma outra opinião ?
2422 de 6399
osello
196 30/11/20072423 de 6399
ZILIO7
405 01/10/2008BM&FBOVESPA: Bolsa confirma tiro; operador é levado a hospital
SÃO PAULO, 17 de novembro de 2008 - A BM&FBovespa informou que o operador de pregão da Corretora Itaú, Paulo Sergio Silva, 36 anos, tentou suicídio hoje, pouco após às 15h30, disparando, contra si, um tiro na região toráxica. Ele foi socorrido imediatamente no ambulatório da Bolsa e transferido para a Santa Casa de São Paulo.
Segundo corretoras, as operações no pregão viva-voz foram paralisadas por alguns minutos, por conta do incidente.
2424 de 6399
mtlpqt
266 11/02/20082425 de 6399
coitado
4028 14/08/20072426 de 6399
junioor
35 03/12/20072427 de 6399
S0ROS
1438 22/01/2008Pode ficar entre R$ 7,00 e R$ 8,00 rapidamente...
2428 de 6399
danocolateral
11507 16/05/2008depois não agarantio.
pode ser naba.
2429 de 6399
osello
196 30/11/2007como vc sabe o comportamento do papel amanha?
2430 de 6399
osello
196 30/11/20072431 de 6399
Redians
259 31/10/20082432 de 6399
coitado
4028 14/08/20072433 de 6399
jrvictorio
41 12/02/20072434 de 6399
Allievo
798 22/12/2007Por: Conrado Mazzoni Cruz
17/11/08 - 20h09
InfoMoney
SÃO PAULO - As ações das incorporadoras e construtoras de imóveis dominaram a ponta negativa do principal índice acionário da BM&F Bovespa nesta segunda-feira (17). As evidências de enfraquecimento da demanda motivando perspectivas mais conservadoras sustentaram a manutenção das perdas da semana passada.
No dia do término da temporada de divulgação dos resultados referentes ao terceiro trimestre, que refletiram a desaceleração do setor e as incertezas para 2009, os papéis das blue chips Gafisa (GFSA3), Rossi Residencial (RSID3) e Cyrela Realty (CYRE3) desabaram 8,22%, 7,87% e 6,75%, respectivamente. O Ibovespa perdeu 0,20%.
Temendo os impactos da crise financeira, a indústria imobiliária tem adotado postura mais conservadora, deixando espaço para analistas reduzirem as estimativas. "Vimos uma redução considerável no ritmo do setor e nos resultados. Este comportamento reflete uma série de incertezas principalmente quanto ao crédito e à demanda do consumidor e sinaliza dificuldades nos próximos seis meses", segundo avaliação do Banif sobre os balanços.
A Cyrela, por exemplo, que sofreu queda de 20% no lucro do trimestral, reduziu seu guidance de lançamentos de R$ 7 bilhões para até R$ 5,6 bilhões e suas metas de vendas contratadas de R$ 5,5 bilhões para até R$ 4,95 bilhões. Ambas as variáveis para 2008.
Incertezas
"Balanço trimestral mais fraco que o esperado e brusca antecipação de recuo nos lançamentos e vendas nos próximos 12 meses nos levam a reduzir nossas previsões de lucro por ação da Cyrela em 2008, 2009 e 2010", analisa a Merrill Lynch, que divulgou relatório com recomendação "neutra" à maior incorporadora do Brasil.
O banco norte-americano atribui um preço-alvo para as ações da Cyrela de R$ 12, o equivalente a um potencial de valorização de 73%. Quem também deve cortar projeções para a incorporadora é a equipe do Santander. Os demonstrativos financeiros frustraram as perspectivas da instituição.
Os analistas do Unibanco não alteraram a sugestão de "compra" aos papéis da incorporadora, mas alertaram sobre o cenário nebuloso à frente, principalmente considerando os efeitos da crise na demanda do segmento de médio-alto padrão - onde atuam, entre outras, as blue chips Cyrela, Gafisa e Rossi.
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mtlpqt
266 11/02/2008http://www.estadao.com.br/economia/not_eco279207,0.htm
Caixa e Banco do Brasil irão oferecer R$ 18 bi para empréstimos
Caixa elevou crédito consignado para R$ 10 bi; servidores terão R$ 8 bi em crédito imobiliário dos dois bancos
Fabio Graner e Renata Veríssimo, de O Estado de S. Paulo
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SÃO PAULO - Com base na avaliação de que o crédito será uma ferramenta crucial para a sustentação do crescimento ante a crise econômica, o governo anunciou ontem novas linhas de financiamento habitacional da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil exclusivas para servidores públicos federais e um aumento de 25% na oferta de crédito consignado da Caixa para 2009. Somados, os anúncios vão colocar à disposição R$ 18 bilhões no mercado. As novas linhas de crédito imobiliário da Caixa e do Banco do Brasil somam R$ 8 bilhões – R$ 4 bilhões de cada banco.
Veja também:
Governo estuda regulamentar crédito para micro empresas
Governo já gastou mais de R$ 150 bi contra a crise financeira
De olho nos sintomas da crise econômica
Lições de 29
Como o mundo reage à crise
Dicionário da crise
Bernardo afirmou ser necessário "zelar" pelo crédito em meio a um ambiente internacional de recessão em economias importantes, como Estados Unidos e Japão. Ele afirmou que, de alguma forma, o Brasil será atingido e, por isso, é preciso construir uma âncora para que a economia sofra o menos possível, "para que a gente possa retomar na seqüência". E essa âncora de sustentação seria o crédito. Ele lembrou que, de 2003 até este ano, o crédito passou de 22% do Produto Interno Bruto (PIB) para 36% do PIB e foi decisivo para fazer a economia crescer acima de 5% em 2007 e 2008.
Os financiamentos imobiliários terão taxas de 8,4% a 8,9% ao ano mais taxa referencial (TR), nas operações em que a poupança é a fonte de financiamento. Nesse caso, os empréstimos estão limitados a imóveis avaliados em até R$ 350 mil. Na parte do programa em que os recursos não são originados da poupança, a taxa de juros varia de 11% a 11,5% ao ano mais TR e os imóveis poderão ser de valor superior a R$ 350 mil.
Força de vontade
"Neste momento de crise, em que se discute a eficiência do Estado, essa discussão não passa só pelas medidas econômicas adotadas, mas também pela valorização do servidor público", argumentou a presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho. Segundo o presidente do Banco do Brasil, Antonio Francisco de Lima Neto, o convênio assinado demonstra força de vontade dos bancos para manter o bom momento da economia brasileira.
Também ontem, a Caixa anunciou que vai colocar R$ 10 bilhões em 2009 à disposição para operações de crédito consignado. O montante será 25% maior do que os R$ 8 bilhões previstos para este ano. Segundo informações do banco federal, será mantida a atual política de prazos e juros (até 60 meses com taxas de 0,90% a 2,35% ao mês), em vigor desde o primeiro semestre de 2008. De janeiro a outubro, a instituição emprestou R$ 6,2 bilhões nessa modalidade de financiamento. Segundo a Caixa, a idéia é ampliar o consignado ao setor privado, já que hoje a operação ainda é predominante para aposentados e pensionistas. Mas o banco não informou em quanto pretende elevar a participação.
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mtlpqt
266 11/02/200818 de Novembro de 2008 - Todos (principalmente os homens públicos) têm repetido a mesma ladainha: o Brasil não agüenta recessão. Pois bem: que tal o governo, que tanto arrecada, em nome do crescimento econômico e até para não interromper a entrada de impostos, fomentar atividades altamente disseminadoras de empregos?
O governo, em vez de apenas olhar o que o mundo pode fazer por nós, precisa criar respostas para a seguinte pergunta: o que o Brasil pode fazer por ele mesmo?
Da mesma maneira que em 1993 foi lançado o carro popular com impostos reduzidos, os governos poderiam criar amplos programas de fomento de casas populares.
O Brasil, é sabido, tem um déficit fenomenal de casas populares, calculado em 7 milhões de unidades. De início, o programa poderia começar por financiamentos concedidos ao próprio funcionalismo público, com descontos em folha de pagamento.
O governo paulista deu pequena mostra de como poderia ser um modelo para a base do programa. Professores da rede estadual de ensino de São Paulo, calculados em um exército de 240 mil profissionais, podem comprar laptops em módicas 36 parcelas de R$ 36 mensais.
Cálculos do professor de Arquitetura da PUC-Campinas (SP) Douglas Piccolo indicam que 1 milhão de moradias populares demandam investimentos de US$ 35 bilhões e criam 300 mil empregos diretos durante 12 meses. Só a título de comparação: toda a indústria de autoveículos brasileira emprega 113 mil funcionários.
\"O efeito multiplicador da construção civil é muito grande. O que falta efetivamente é uma política para casas populares\", diz o professor, que estuda o tema há quatro décadas.
Ainda segundo Piccolo, o que há, em matéria de política de construção civil, é uma porção de órgãos e ministérios superpostos. \"Reafirmo: o Brasil dá as costas para uma política pública dirigida à habitação popular\".
O atual quadro de abandono de programas bem estrutrurados de moradias populares poderia ser repensado. O governo federal que apregoa raízes populares em sua origem até por uma questão de coerência deveria rapidamente lançar um programa dirigido efetivamente a suprir a carência de habitação.
Ao contrário da iniciativa privada, que ao menor soluço da economia lança pacotes de demissões, funcionários dos governos em geral tendem a ser mantidos em seus empregos - situação que reforça qualquer plano de venda de bens e produtos vinculados a salários.
Os governos tradicionalmente grandes empregadores - em geral além da conta - precisam dar respostas imediatas e, com isso, arrefecer os impactos advindos da crise.
Além de governos, empresas diretamente vinculadas à cadeia da construção civil poderiam entrar no mutirão anticrise via disseminação de financiamentos de moradias populares. O Brasil tem uma grande oportunidade de criar um política voltada para suprir a carência habitacional.
Não fosse apenas por isso - o que já seria uma causa nobre - seria também para manter aquecida a construção civil, uma atividade que absorve enormes contingentes de empregados e se constitui em atividade altamente multiplicadora de outros postos de trabalho.
Construção civil, como é sabido, também é fonte de arrecadação de impostos. Portanto, o estímulo à atividade também é sinônimo de tributos.
Não bastasse tudo isso, a construção civil é efetivamente um dos carros-chefe da economia. Sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) nos doze meses encerrados em junho foi de R$ 124,5 bilhões - o que representou 4,6% do PIB total do período, que somou um total de R$ 2,7 trilhões.
(Ariverson Feltrin - Editor de Infra-estrutura. E-mail: afeltrin@gazetamercantil.com.br))
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junioor
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amg2006
237 04/03/2008Cotação Comprar Vender
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Márcio Lacerda é bacharel em administração de empresas e analista gráfico desde 2000, certificação APIMEC (CNPI). Rodolfo Cavina é Analista Gráfico desde 1984, certificado pela APIMEC (CNPI) e pela ANBID. Possui 23 anos de experiência no Mercado de Capitais.
GFSA3 – GAFISA ON - RECOMENDAÇÃO: COMPRAR 14/11/2008 17:31
Recomendação de compra para as ações da GFSA3, com um objetivo em torno de 12,30 e sugestão de Stop na perda de 8,60.
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RENATO7
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