RENA_FERA
- Dono
- 126
- 24/05/2007
Considerando os preços médios do último dia de cada mês.
GAFISA (GFSA3), Cotação: R$ 29,99, Preço Alvo: R$ 45,90
· A empresa: A Gafisa surgiu em 2006 através de uma associação entre a GP Investimentos e a incorporadora Gomes de
Almeida Fernandes, que possuía 30 anos de experiência no mercado imobiliário. A companhia atua na incorporação de
projetos imobiliários - imóveis residenciais verticais e horizontais - destinados às classes populares (FIT Residencial), média e
de alta renda. Em outubro de 2006 a Gafisa adquiriu 60% de participação no capital da Alphaville Urbanismo S A, a maior
empresa incorporadora de projetos de desenvolvimento urbano no Brasil. O banco de terrenos das duas empresas atingia na
época o equivalente a R$ 4,1 bilhões de vendas futuras e atualmente está em R$ 5,7 bilhões.
Recursos principais








Comentários
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rodrigues3
2058 21/07/2007Por InfoMoney, InfoMoney, Atualizado: 7/7/2010 9:21
Custo da construção civil desacelera e varia 0,66% em junho
SÃO PAULO - O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a Caixa Econômica Federal, apresentou variação de 0,66% em junho, uma desaceleração de 0,95 ponto percentual sobre o resultado de maio, quando o índice variou 1,61%.
Em relação a junho de 2009 (0,35%), o índice acelerou. Nos últimos 12 meses, a variação de 6,52% ficou acima dos 6,19% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.
Já no acumulado deste ano, o custo da construção civil variou 4,33%, índice acima do 3,67% registrados entre janeiro e junho de 2009.
Custos dos mão-de-obra registra forte desaceleração
De acordo com informações divulgadas nesta quarta-feira (7), o custo nacional por metro quadrado chegou a R$ 747,36 em junho, dos quais R$ 422,61 se referem aos materiais de construção e R$ 324,75 à mão-de-obra.
Os custos dos materiais nesse período passaram de 0,41% em maio para 0,53% em junho. O índice referente à mão-de-obra desacelerou 2,39 p.p., passando dos 3,22% registrados em maio para 0,83% verificados no mês passado.
Em 12 meses, os materiais acumulam alta de 4,46% e a mão-de-obra, de 9,33%. No acumulado deste ano, o aumento para o primeiro item foi de 2,42%, enquanto que o segundo variou 6,93%.
Sul teve a maior variação mensal
No sexto mês do ano, a maior variação mensal ficou com a região Sul (+0,93%). Já a variação do Norte foi a menor do mês, de 0,44%. No Centro-Oeste, o índice variou 0,54%; no Sudeste, 0,59%; e no Nordeste, 0,75%.
No acumulado dos últimos 12 meses, a região Norte foi destaque, registrando alta de 8,14%. Em contrapartida, o resultado mais baixo ficou com o Sul, cujos custos para se construir subiram 5,43%. No Nordeste, o aumento foi de 7,02%; no Sudeste, de 6,15%; e no Centro-Oeste, os custos ficaram 7,10% maiores nos últimos 12 meses.
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breakpointneo
261 20/03/20096224 de 6399
mateusduarte
125 19/04/2009Nível de GFSA3 para esta semana : TESTE
(FONTE: TABELA DE ANÁLISE DE 122 ATIVOS http://idoji.wordpress.com/2010/07/11/analise-grafica-semanal-fher3-fibr3-fjta4-fftl4-gfsa3-ggbr4-3/)
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rodrigues3
2058 21/07/2007Fonte: InfoMoney Hoje
SÃO PAULO – Frente ao recente desempenho do Ibovespa, à decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) de elevar a taxa Selic em 50 pontos-base e a indicadores mais favoráveis relativos ao fluxo de recursos ao País, o JPMorgan divulgou relatório nesta quinta-feira (22) revisando sua estratégia para o mercado brasileiro e elegendo seus dez papéis preferidos.
Bons sinais: valuations e fluxo de recursos
Desde 20 de maio, o MSCI Brasil – índice brasileiro de ações compilado pelo Morgan Stanley, grande referência para investidores -, mostra uma valorização de 15,7%, a maior dentre os grandes mercados emergentes do mundo. Entretanto, os temores de que a bolsa esteja supervalorizada são refutados pelos analistas Emy Shayo Cherman, Ben Laidler, Brian Chase e Vinay Joseph, que assinam o relatório do JPMorgan.
A equipe destaca que, a despeito da recente guinada, o MSCI Brasil continua bem atrás dos outros MSCIs emergentes no desempenho acumulado de 2010, sugerindo que o benchmark ainda desfruta de um bom potencial de valorização. “Nos últimos 30 dias, o Ibovespa mostra-se praticamente estável, reflexo da falta de tendência no mercado”, completa o banco.
De fato, os valuations mostram que os papéis brasileiros ainda têm bastante espaço para novas altas, especialmente os que medem a relação entre lucro e cotação dos ativos. “As perspectivas são boas frente à uma provável temporada de sólidos resultados corporativos no segundo trimestre desse ano”, afirmam.
Outro ponto elogiado pelos analistas é a melhora no fluxo de recursos estrangeiros. Com uma captação de R$ 1,2 bilhão nos doze primeiros pregões do mês, o Brasil caminha para encerrar julho no campo positivo, após três meses consecutivos de saída de recursos. “A tendência vem melhorando, mas ainda assim, precisa se mostrar mais sólida”, pondera a equipe.
Cenário macroeconômico: crescimento e Selic
De forma geral, a premissa maior da estratégia do JPMorgan para o mercado brasileiro segue inalterada: apostar em papéis atrelados ao âmbito doméstico e que, portanto, acompanham mais o bom momento de crescimento econômico pelo qual o País passa – a expectativa do banco é de expansões de 7,5% do PIB (Produto Interno Bruto) este ano e 4% em 2011.
Por falar em macroeconomia, a elevação mais amena na taxa Selic promovida pelo Copom na noite passada, de 50 pontos-base, também foi comentada pela equipe, que frente à decisão, revisou suas estimativas para o patamar do juro ao final de 2010 de 12,5% ao ano para 11,25% ao ano. Entretanto, a mudança pouco impacta sua estratégia.
“Mudamos nossa visão acerca do timing do ciclo de aperto monetário, mas não acerca da magnitude, uma vez que ainda esperamos que a taxa atinja os 12,5% ao ano, só que em 2011”, explica a equipe, que completa: “portanto, o efeito sobre as ações deve ser neutro”.
Em quais setores apostar - e em quais não
Desta forma, os setores mais atrelados ao ambiente econômico doméstico recebem um call “overweight” (desempenho acima da média do mercado) por parte do banco de investimentos, cuja preferência recai sobre os segmentos financeiro e de construtoras civis.
Na outra ponta, ativos ligados a commodities seguem vistos pelo JPMorgan com grande cautela, muito em função dos sinais confusos que a economia chinesa vem dando recentemente. “Há uma falta de clareza no que concerne à desaceleração da demanda chinesa por materiais brutos”, dizem os analistas, para quem o recente rali nas cotações pode se mostrar efêmero caso indicadores chineses não se mantenham sólidos nos próximos pregões.
Por fim, a equipe ressalta ainda as incertezas em torno da oferta de ações da Petrobras (PETR4, PETR3) e o impacto que ela teria sobre o mercado e os ativos que já são negociados.
Os dez preferidos
Esclarecidos tais pontos, o JPMorgan revela seus dez papéis preferidos no mercado brasileiro . Frente ao relatório anterior, a nova carteira traz a saída de BM&F Bovespa (BVMF3), em função do menor volume de negócios em junho, e da Vivo (VIVO4), que dão lugar à entrada das ações da Amil (AMIL3), com boas perspectivas de resultados após incorporação da Medial, e da ALL (ALLL11), “no lastro de um bom cenário para o segundo semestre desse ano”.
Empresa Código Preço-alvo Upside*
Vale (ADR) VALE5 US$ 33,50 40,3%
Pão de Açúcar PCAR5 R$ 81,00
29,6%
OGX Petróleo
OGXP3 R$ 20,30 10,3%
Gafisa GFSA3 R$ 17,00 33,3%
Santander SANB11 R$ 28,00 25,8%
PDG Realty
PDGR3 R$ 23,00 28,5%
Amil AMIL3 R$ 21,00 41%
Energias do Brasil
ENBR3 R$ 42,00 20%
ALL ALLL11 R$ 23,00 46,7%
Bradesco BBDC4 R$ 35,00 14,5%
*Calculado sobre a cotação de fechamento de quinta-feira (22)
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gh0
32 24/08/2009Alguém tem alguma informação sobre dividendos da GFSA3?
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rodrigues3
2058 21/07/2007Imprimir
Fonte
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Construtoras: Barclays elogia prévias de resultados e elege top picks no segmento
Recomendar!Por: Nathália A. Terra Pereira
23/07/10 - 20h15
InfoMoney
SÃO PAULO – “Mais um trimestre de números operacionais sólidos”. A frase abre o relatório do Barclays divulgado nesta sexta-feira (23) sobre os resultados apresentados pelas construtoras brasileiras referentes ao segundo trimestre deste ano, já revelando o otimismo dos analistas quanto ao setor.
Segundo Guilherme Vilazante, analista que assina o relatório, todas as companhias do universo de cobertura do Barclays, com exceção de uma, trouxeram volumes de vendas recordes entre abril e junho deste ano.
Historicamente, no entanto, Vilazante nota que os números apresentados no primeiro trimestre de 2010 foram talvez mais sólidos uma vez que este costuma ser um período bastante fraco no mercado de imóveis. Já os números do segundo quarto do ano, apesar de também positivos, se mostraram mais em linha com sua média histórica.
Ainda assim, o otimismo dá o tom predominante das considerações de Vilazante sobre as prévias de balanços apresentadas pelas construtoras brasileiras por ora, “reforçando nossa visão de que a demanda no mercado segue bastante forte”.
Pontos de destaque
Vilazante elege alguns pontos de destaque entre os resultados apresentados pelo setor. Quanto à Cyrela (CYRE3), o analista ameniza os temores do mercado quanto ao fraco volume de lançamentos da companhia no primeiro semestre do ano (24% de seu guidance), uma vez que o número mostra-se em linha com a média dos últimos cinco anos, de 26%. “Ademais, a decepção é ofuscada pela forte performance de vendas, que na primeira metade de 2010 já corresponde a 40% de seu guidance para o ano”, diz.
Já no que concerne à MRV (MRVE3), a visão do Barclays é mais cautelosa. Vilazante destaca que a companhia conseguiu melhorar sua performance em vendas após alguns trimestres de fraco desempenho, somando R$ 981 milhões entre abril e junho desse ano. “A melhora é positiva, mas é importante ressaltar que, para o segmento de baixa renda, o segundo trimestre geralmente é o mais forte do ano, dado a realização do Feirão da Caixa”, afirma o analista.
Por sua vez, a Rossi Residencial (RSID3) recebe grandes elogios por parte do Barclays. “A companhia atingiu no segundo trimestre desse ano o maior montante em volume de vendas da sua história, somando R$ 710 milhões, postando o quinto trimestre consecutivo de alta nas vendas e reduzindo o ceticismo do mercado quanto à sua capacidade de entregas, que até bem recentemente, vinha pesando bastante sobre a performance de suas ações”, ressalta Vilazante.
Top picks
Por mais que os resultados destas três companhias tenham sido positivos, a preferência do Barclays no setor imobiliário brasileiro recai sobre outras duas empresas: Gafisa (GFSA3) e PDG Realty (PDGR3), cujos papéis foram eleitos pelo banco como seus “top picks” no segmento.
Segundo Vilazante, as ações ordinárias da Gafisa seguem negociadas a patamares muito abaixo de suas concorrentes, especialmente devido aos temores do mercado quanto à sua capacidade de melhorar suas margens operacionais. “Todavia, acreditamos que a fraca performance dos papéis deve-se a fatores temporários, que devem se tornar menos relevantes nos próximos trimestres”.
Outro papel que estaria subprecificado e que, portanto, apresenta alto potencial de valorização é o da PDG Realty. “As ações estão muito descontadas a despeito do perfil consolidador da empresa”, afirma Vilazante, que completa: “a aquisição da Agre ainda não está totalmente incorporada”.
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mmjj
4114 06/06/2007Copa do Mundo deu um baita de um lucro nos anúncios da UOLL4... e esse balanço não tem como não vir recorde...
Bons Trades na UOLL4 pessoal! Quanto antes comprar é melhor... pois se deixar para comprar no dia do balanço vai lucrar pouco... rs...
Essa UOLL4 é muito boa... tem um caixa enorme e ainda é o maior site do Brasil... rs... lucros fortes no bolso dos acionistas...
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xxx Phantom xxx
2756 15/06/2009Olha o volume dessa tranca! Pelo amor de Deus! UOL??? Vai lá! KKKK
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rodrigues3
2058 21/07/20076234 de 6399
renatdaytrade
1185 28/07/20106235 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/2007Se volta nos 50 mil pontos compro muito mais, espero que vc esteja certo disto, pois duvido muito, mesmo assim sigo comprado e acreditando. se conselho foce bom não se dava, vendia.
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renatdaytrade
1185 28/07/2010renatdaytrade nao dah conselho bom e sim conselhos excelentes!!
renatdaytrade recomenda venda!!
6237 de 6399
naoliva
394 11/05/2009A Gafisa é a empresa dos RECORRENTES "gastos não-recorrentes".
Acho que os diretores devem ser sócios de empresas de auditoria e consultoria, além dos salários e bônus que recebem é claro. Vivem inventando aquisição, fusão, incorporação, IPO, emissão de debêntures, renegociação de debêntures, "ladainhas em inglês" (adoram falar businêss), mas... lucro que é bom, NADA!
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LINKON
238 13/10/2009nÃO TEM LÓGICA O QUE ESTÁ FALANDO, NEM COM A CRISE DA GRÉCIA CAIU, AGORA VAI CAIR. RSSS..
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diego_trade
95 01/05/2010segue o link: http://www.moneytrader.com.br/2010/08/blog-post_02.html
abraços
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rodrigues3
2058 21/07/2007Gafisa terá de acelerar lançamentos da Tenda no 2º semestre
SÃO PAULO, 4 de agosto (Reuters) - A Gafisa terá de aumentar o ritmo de lançamentos voltados ao segmento econômico, por meio da Tenda, até o final do ano a fim de cumprir a meta traçada para 2010.
A construtora e incorporadora estima lançar entre R$ 4 bilhões e R$ 5 bilhões no fechado do ano, sendo que as unidades de baixo padrão devem responder por entre 40% e 45% desse volume.
Se considerado o ponto médio da meta (R$ 4,5 bilhões), a companhia cumpriu 38% do montante previsto na primeira metade do ano. Uma revisão do 'guidance', contudo, é descartada pela empresa, que considera o número do primeiro semestre "em linha com a sazonalidade do período".
"O volume de Tenda no segundo semestre terá de ser muito maior. Temos 'pipeline' (volume de projetos) suficientemente forte para atender o guidance", disse o diretor presidente da Gafisa, Wilson Amaral, em teleconferência nesta quarta-feira para comentar os resultados divulgados na véspera.
Segundo ele, a maior concentração de lançamentos da Tenda na segunda metade do ano já era prevista em decorrência da incorporação da empresa pela Gafisa, o que demandou adequação de banco de terrenos, por exemplo.
No segundo trimestre, os lançamentos da companhia somaram 1 bilhão de reais. Deste total, a Tenda correspondeu a pouco mais de R$ 290 milhões. Já as vendas contratadas foram de R$ 889,8 milhões no período, sendo o segmento econômico responsável por R$ 304,7 milhões.
"Baixa renda sempre vai ficar entre 40% e, no máximo, 50%. Não queremos concentrar nem muito no médio-alto (padrão) nem muito no baixo", afirmou Amaral, se referindo à estratégia que será mantida pela empresa.
Na noite de terça-feira, a Gafisa divulgou um aumento de 68 por cento no lucro líquido do trimestre encerrado em junho, atingindo R$ 97,3 milhões.
Entre abril e junho, a empresa registrou uma leve queda na velocidade de vendas, medida pela relação de venda sobre oferta, que ficou em 24,6%, ante 25,1% no trimestre anterior.
Para o executivo, o indicador deve se manter na casa dos 25% nos próximos períodos. "A pressão de preços que existe no mercado vai continuar existindo nos próximos 18 meses e não imagino mudança de velocidade de vendas", disse ele.
Até o final de 2010, a companhia prevê a entrega de 20 mil unidades, tendo cumprido 40,7% desse volume no primeiro semestre. Em 2009, as entregas totalizaram 10.831.
"As obras estão sob controle... estamos entrando num volume mais estável de operação", assinalou o vice-presidente financeiro da Gafisa, Duilio Calciolari.
Buscando acelerar o ritmo de obras, a companhia passou a utilizar, por meio da Tenda, um método de construção com formas de alumínio em sete projetos e, até o final deste ano, deve ampliar a aplicação para 15. Com isso, o ciclo produtivo pode ser reduzido em seis meses, conforme Calciolari.