RENA_FERA
- Dono
- 126
- 24/05/2007
Considerando os preços médios do último dia de cada mês.
GAFISA (GFSA3), Cotação: R$ 29,99, Preço Alvo: R$ 45,90
· A empresa: A Gafisa surgiu em 2006 através de uma associação entre a GP Investimentos e a incorporadora Gomes de
Almeida Fernandes, que possuía 30 anos de experiência no mercado imobiliário. A companhia atua na incorporação de
projetos imobiliários - imóveis residenciais verticais e horizontais - destinados às classes populares (FIT Residencial), média e
de alta renda. Em outubro de 2006 a Gafisa adquiriu 60% de participação no capital da Alphaville Urbanismo S A, a maior
empresa incorporadora de projetos de desenvolvimento urbano no Brasil. O banco de terrenos das duas empresas atingia na
época o equivalente a R$ 4,1 bilhões de vendas futuras e atualmente está em R$ 5,7 bilhões.
Recursos principais








Comentários
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pgorski
14 27/06/20086182 de 6399
marcosc01
3176 27/09/2007vamos postar nesse
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marcosc01
3176 27/09/2007O que será que vai acontecer semana que vem (que sofrimento)
6184 de 6399
marcosc01
3176 27/09/20076185 de 6399
marcosc01
3176 27/09/20076186 de 6399
KCA0606
1685 14/01/20076187 de 6399
Hilario3
638 09/04/20086188 de 6399
miloinho
132 25/05/20086189 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/2007Fonte: Reuters News
Economia Nacional
Goldman Sachs eleva recomendação de construção civil no Brasil
O Goldman Sachs elevou nesta terça-feira a recomendação do setor brasileiro de construção civil, que passou de "neutra" para "atrativa".
O banco também aumentou os preços-alvo das principais construtoras e incorporadoras do segmento. No caso de Cyrela, o preço-alvo passou de R$ 28 a R$ 29, com recomendação de "compra".
O preço-alvo de Gafisa passou de R$ 17,50 para R$ 18 e o de Rossi, de R$ 14,50 a R$ 16,50, ambas com recomendação "neutra".
A MRV Engenharia, por sua vez, teve seu preço-alvo elevado de R$ 13,30 para R$ 14, com recomendação "neutra", enquanto o da PDG Realty passou de R$ 21 a R$ 22, com recomendação de "compra".
Fora do índice Ibovespa, a Even teve seu preço-alvo elevado de R$ 9 para R$ 9,50 e a recomendação passou de "neutra" para "compra".
Em sentido contrário, o Goldman reduziu o preço-alvo de Rodobens de R$ 15 a R$ 14,50, com recomendação de "venda".
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andmiranda
1540 31/08/2006BC sobe juros a 9,5%; taxa real é a mais alta do mundo
O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidiu nesta quarta-feira aumentar a taxa básica de juros (a Selic) em 0,75 ponto percentual, indo de 8,75% para 9,5% ao ano.
A taxa de juros não mudava havia oito meses. Estava em 8,75% desde julho do ano passado. Nesse período, houve seis reuniões do Copom. A desta quarta-feira foi a sétima.
Segundo levantamento do economista Jason Vieira, da consultoria UpTrend, o Brasil é o país com a maior taxa de juros reais do mundo, entre as nações com participação relevante na economia global. Em seguida, vêm Indonésia e China.
A taxa de juros reais representa a Selic, descontando-se a inflação projetada para os próximos 12 meses.
Os juros são usados como política monetária pelo governo para conter a inflação. Com juros altos, as prestações ficam mais caras e as pessoas compram menos, o que restringe o aumento dos preços.
Um aspecto positivo dos juros altos é que eles remuneram melhor as aplicações. Isso é bom para os investidores brasileiros e também para os estrangeiros, que procuram o país.
Por outro lado, os juros altos prejudicam as empresas, que ficam mais cuidadosas para tomar empréstimos e fazer expansões. Por causa disso, o emprego também não cresce tanto. É em razão desse efeito que os empresários reclamam contra os juros altos.
Quem decide os juros
O Copom foi instituído em junho de 1996 para estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa de juros.
O colegiado é composto pelo presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e os diretores de Política Monetária, Política Econômica, Estudos Especiais, Assuntos Internacionais, Normas e Organização do Sistema Financeiro, Fiscalização, Liquidações e Desestatização, e Administração.
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rodrigues3
2058 21/07/2007Recomendar!Por: Equipe InfoMoney
30/04/10 - 13h15
InfoMoney
SÃO PAULO - A partir do dia 3 de maio, começarão a ser divulgados os resultados do primeiro trimestre das grandes empresas do setor imobiliário listadas em bolsa, com a Gafisa (GFSA3) dando início à temporada. Com base nas projeções dos analistas para as companhias e para o setor, além das prévias divulgadas por algumas delas, com os números operacionais, o que se pode esperar dos resultados que estão por vir?
Para responder a essa pergunta, foram analisadas as prévias de Rossi (RSID3), PDG (PDGR3), MRV (MRVE3) e Agre (AGEI3), sendo as três empresas integrantes do Ibovespa, e a última, uma possível integrande do índice a partir de maio. Também foram analisadas projeções de analistas sobre Gafisa e Cyrela (CYRE3), também integrantes do Ibovespa.
Boas perspectivas para o setor
Embora haja algumas divergências pontuais, é consenso entre os analistas que o setor deve ter um bom ano de 2010.
Calendário de divulgação de resultados
Empresa Código Data
Gafisa GFSA3 03/maio
Rossi Residencial
RSID3 13/maio
Cyrela
CYRE3 13/maio
PDG Realty PDGR3 14/maio
MRV Engenharia
MRVE3 14/maio
Agre AGEI3 14/maio
O analista do Barclays, Guilherme Vilazante, elevou em abril a recomendação do setor de neutro para positivo, ressaltando que nem a demanda nem restrições de capital serão problemas. Vilazante cita o "Windfall Effect", que seria o montante de dinheiro esperado para agora, proveniente de lançamentos realizados em 2007 e 2008, que devem deixar o setor em posição de caixa confortável.
Entretanto, o desempenho acionário das ações do setor até agora não reflete esse cenário favorável: o IMOB, índice do setor, já caiu mais de 11% desde o início do ano. Certa decepção com a segunda versão do Minha Casa, Minha Vida, aperto monetário e a mudança dos balanços para o modelo IRFS são alguns dos motivos. Para o analista do Barclays, este cenário pode continuar pressionando as ações, mas não tem impacto na atividade das empresas.
PDG: resultados sólidos
A PDG viu as vendas contratadas aumentarem 100,6% na comparação anual e 11,8% na trimestral, chegando a R$ 842 milhões - recorde histórico da companhia . Os lançamentos e VSO (velocidade de vendas sobre oferta) também mostraram aumento. Para Cristiano Hees, da Brascan, os resultados vieram fortes, reforçando as perspectivas positivas, destacando que a empresa está capitalizada. Com foco em baixa renda, o pacote habitacional é um dado positivo.
O analista do Barclays também teve parecer favorável aos resultados, e destacou ainda o mix dos produtos, com 60% dos lançamentos focados no segmento de renda média. Ele está cauteloso com relação à grande exopsição de algumas empresas ao setor de baixa renda, muito dependente do programa do governo e com altos riscos de execução.
Agre: bons estoques, mas sem atingir meta de lançamentos
Vendas contratadas de R$ 513,5 milhões, em linha como último trimestre. Os analistas divergiram com relação ao que foi reportado, destacando as robustas vendas de estoques, o qual atualmente corresponde a nove meses de venda, "nível saudável para companhia do segmento de média e alta renda", segundo Vilazante.
Por outro lado, o analista Armando Halfeld, da Ativa, classificou o balanço preliminar da construtora como "marginalmente negativo", enfatizando a falha da companhia em atingir a sua meta de lançamentos no primeiro trimestre, de 10% a 15% dos R$ 2,5 bilhões esperados para 2010, ficando em apenas 8,2%.
Rossi: destaque para segmento econômico e forte crescimento
As vendas contratadas da empresa chegaram a R$ 666 milhões na parte Rossi, alta de 136% na comparação anual. Um destaque positivo foi o VSO de 25%, superando o desempenho dos últimos cinco meses. Os lançamentos, de R$ 571 milhões, registraram expressiva alta de 299,3% na mesma comparação.
Os analistas da Socopa afirmaram que o resultado foi satisfatório e enfatizou o segmento econômico, com VSO de 37,4%, enquanto o analista da Brascan destacou os volumes saudáveis e reforçou que a queda no preço da ação não é justificada. A oferta de ações no final do ano passado é citada como uma oportunidade, enquanto o aumento nos custos de construção foi visto como um risco.
MRV: vendas caem, mas entregas impressionam
Com vendas contratadas de R$ 732,7 milhões, houve crescimento de 70,4% na base anual, mas queda de 2,4% na comparação trimestral. Os lançamentos mostraram o mesmo comportamento, subindo 125,7% frente ao ano anterior e caindo 42,4% com relação ao quarto trimestre de 2009.
Por um lado, os analistas destacaram crescimento impressionante das entregas, e, por outro, o quarto declínio trimestral consecutivo nas vendas. Hees destacou a estabilidade do VSO, enquanto Vilazante coloca como negativa a excessiva exposição ao setor de baixa renda e à Caixa Econômica Federal, com menor atuação nos outros segmentos, e acredita que, com isso, o prêmio de 26% frente às blue chips do setor é infundado.
Gafisa: projeção para resultados
O analista da Brascan acredita que a empresa deve chegar a R$ 870 milhões nas vendas contratadas, o que representará, caso se confirme, queda de 28,6% na base trimestral e alta 55,8% na comparação anual. A margem bruta esperada é de 30,7%, queda de 0,2 ponto percentual frente ao quarto trimestre. Já a margem Ebitda deve ficar em 18,7%, "em função de um nível menor de receitas apropriadas".
Hees destaca, por fim, que a situação financeira da companhia é estável em função da recente capitalização, e tem boas perspectivas para a empresa, embora seu modelo esteja em revisão no momento.
Cyrela: momentum operacional forte
Considerada benchmark em termos de rentabilidade juntamente com a PDG para o analista do Barclays, a empresa teve sua recomendação elevada recentemente pelo banco, de abaixo da média do mercado para em linha com a média do mercado. Vilazante destaca o momentum operacional forte o mix de produtos diversificado como pontos positivos da empresa.
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SERENO2
1002 01/03/2008Recomendar!
Por: Valter Outeiro da Silveira
04/05/10 - 07h57
InfoMoney
SÃO PAULO - A Gafisa (GFSA3) revelou seu resultado do primeiro trimestre de 2010, apresentando lucro líquido de R$ 64,81 milhões, avanço de 76,5% em relação ao mesmo período de 2009.
Tanto no Ebitda (geração operacional de caixa) ajustado quanto na receita líquida, a alta se manteve. O primeiro montante totalizou R$ 168,45 milhões, expansão de 119,8% na base anual. Já a segunda cifra mostrou variação positiva de 67,5%, ao somar R$ 907,58 milhões.
A margem Ebitda (relação percentual entre a receita líquida e o Ebitda) da Gafisa subiu 4,5 pontos percentuais, para 18,6%. Já a margem líquida (lucro líquido sobre receita líquida) recuou 1,7 ponto percentual, chegando à casa de 8,8%.
Lançamentos e vendas
Os lançamentos atingiram R$ 849,87 milhões, alta de 376,3% na base anual. Considerando somente a parte da Gafisa, o total de R$ 703,2 milhões é 338,8% superior ao apurado no primeiro trimestre de 2009.
As vendas contratadas totais do primeiro trimestre atingiram R$ 1,02 bilhão, avanço de 53,3% sobre igual trimestre do ano passado. Excluindo a participação de terceiros, as vendas contratadas da companhia subiram 53,5%, para R$ 857,32 milhões.
Confira os números
(em R$ milhões) 1T10 1T09 Variação
Receita Líquida 907,585 541,887 +67,5%
Ebitda ajustado * 168,459 76,644 +119,8%
Lucro Líquido 64,819 36,733 + 76,5%
*Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização; ajustado por despesas com plano de opções (não-caixa). Excluindo ágio Tenda e provisões.
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andmiranda
1540 31/08/20066194 de 6399
mauriciofa
3615 17/02/20106195 de 6399
andmiranda
1540 31/08/20066196 de 6399
andmiranda
1540 31/08/20066197 de 6399
andmiranda
1540 31/08/20066198 de 6399
andmiranda
1540 31/08/2006Vendas de imóveis em SP retomam patamar pré-crise
SÃO PAULO, 17 de maio - As vendas de imóveis residenciais novos na capital paulista no primeiro trimestre dispararam em relação ao mesmo período de 2009, retomando patamar pré-crise, divulgou nesta segunda-feira o sindicato do setor imobiliário da cidade, Secovi-SP.
O setor apurou alta de 75,1% nas vendas de moradias em relação ao primeiro trimestre de 2009, num total de 8.461 unidades.
O resultado é próximo das vendas de 8.478 unidades registradas no mesmo período de 2008, quando o setor atravessou forte aquecimento.
"No ano passado, havia um temor generalizado com a crise globalizada, o que reduziu de forma atípica a movimentação do mercado", afirma o Secovi-SP em nota.
Em relação ao último trimestre de 2009, porém, as vendas de imóveis residenciais caíram 21,3%. No acumulado de outubro a dezembro do ano passado, as vendas foram de 10.745 unidades. O movimento representa uma queda sazonal que já era esperada pelo setor.
No primeiro trimestre foram lançadas 6.193 unidades residenciais na capital paulista, um aumento de 96,4% em relação ao verificado um ano antes.
O Secovi-SP reiterou previsão de vendas para 2010, que devem ficar entre 37 mil e 38 mil unidades, 5% acima do comercializado em 2009. Para lançamentos, a previsão é de alta de 10%, somando cerca de 35 mil moradias.
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fabiomagic
96 09/12/2009Será que chegamos ao fundo ou não teremos fundo???
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andmiranda
1540 31/08/2006