alexkw
- Dono
- 4146
- 08/02/2007
| Gráfico Intraday: BOV:MILK11 | Gráfico Longo-Prazo: BOV:MILK11 |
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FORUM LIVRE PARA DISCUSSÃO DO ATIVO MILK11
o Ativo MILK11 é uma BDR de uma companhia estrangeira, com sede em Bermudas, negociada na bolsa brasileira.
"A LAEP Investments Ltd. ("LAEP" ou "Companhia") atua na produção, beneficiamento, comercialização e distribuição de leite e seus derivados e, para maximizar sua estrutura, produz e distribui, biscoitos, bolos, sucos e chás. A LAEP acredita ser a única empresa do setor lácteo com efetiva presença em todo o território nacional, com fábricas localizadas próximas às principais bacias leiteiras e centros consumidores do País."
A empresa sofreu uma das maiores desvalorizações da Bolsa brasileira em 2008, saindo de 7 reais para 0,50 centavos em 1 ano (cerca de 93% de desvalorização).
Do IPO (4t/2007) até hoje (2t 2009) o PL foi de R$ 468 M para -69MM.
No processo de reestruturação, em andamento, a empresa se desfez de alguns ativos, como fábricas e algumas marcas. Dentro do processo de reestruturação há a possibilidade de entrada de um novo sócio, através de um fundo (GLG Emerging Markets Special Situations) que poderá adquirir até 50.893.994 ações classe A, através da conversão de R$ 85 milhões em debêntures (troca de debêntures por ação).
A renegociação das dívidas e a possibilidade de um turn around trazem uma boa possibilidade de retorno com o ativo. No entanto, os últimos balanços demonstram que os esforços de gestão não têm sido suficientes.
O ambiente é livre para discussão: podem falar bem ou mal da empresa e de seus gestores. O objetivo e unir informações que possam auxiliar os participantes nos seus processos de tomada de decisão relativos ao ativo.
Os únicos comportamentos sujeitos a banimento são:
1) Ofensa aos usuários;
2) Repetido uso de palavras de baixo calão;
3) Envio de pornografia ou links fora do objeto da discussão;
4) Comportamentos julgado anti-éticos pelos moderadores e demais usuários.
Não é preciso ter fé cega na empresa ou paixão pelo Marco Elias para participar do forum.
LINKS
Milk11 na Bovespa
Cepea
Milknet
Estudo De Ondas De Elliott E Análise Técnica
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Recursos principais








Comentários
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fcrfs
608 04/02/2009Tem muito ZE com ZE !!
Nós (Sardinhas) não fazemos diferença... temos que aproveitar a onda quando os TUBA entram !!!!
242 de 732
fcrfs
608 04/02/2009Fechamento das Bolsas Asiáticas:
As bolsas asiáticas fecharam mais um pregão em alta, seguindo o mercado americano ontem e reagindo à notícias de que o Japão planeja elaborar um pacote de cerca de US$31 bi para estimular a economia e limitar a valorização do iene ante o dólar. A divulgação de que o conglomerado da Dubai World está em negociações construtivas com os bancos para reestruturar US$26 bi em dívida também contribuiu para manter o bom desempenho do mercado acionário.
Na China foram divulgadas duas pesquisas sobre o desempenho do setor manufatureiro, que registra o melhor desempenho desde abr/08 e relevante recuperação após registrar recorde de baixa em Nov/08 (38.8). A expansão foi de 55.2 pts, contribuindo para elevar o preço das commodities e valorizar os papéis de mineração e petrolíferas.
No Japão o índice Nikkei 225 subiu 2,43%, destaque de alta na região, com o mercado reagindo ao anuncio de novo pacote econômico e intenção de limitar o fortalecimento do iene. Bancos e exportadoras foram os destaques de alta. Na Coréia do Sul as exportações registraram bom desempenho em novembro, impulsionando o mercado acionário. Já na Austrália o BC elevou a taxa de juros em 0,25 p.p., para 3,75%, terceira reunião consecutiva de alta dos juros, em linha com as expectativas do mercado. A bolsa subiu apenas 0,38%, com os investidores esperando novo aumento na reunião prevista somente para 2010.
Abertura das bolsas Européias e Futuros USA:
Na Europa o dia é de recuperação dos mercados após registrar baixa nos últimos pregões, liderado pela valorização dos papéis de commodities, montadoras e bancos. A contínua expansão da atividade manufatureira na China contribui para impulsionar o mercado acionário nesta manhã, consolidando a recuperação da economia chinesa. O mercado esfria as tensões geradas pelas notícias em Dubai, elevando o apetite por risco e focando suas atenções nos indicadores econômicos divulgados na Ásia e Europa.
Além da China, a Europa divulgou o desempenho da atividade industrial com a pesquisa PMI, com zona do euro, Reino Unido e Alemanha registrando expansão da atividade, que há dois meses de mantém acima dos 50 pts. Na Alemanha as vendas do setor varejista subiram 0,5% após dois meses de baixa, sem mostrar ainda uma tendência clara de recuperação do consumo, e a taxa de desemprego se manteve estável, 8,1%, em linha com as expectativas dos analistas. Na zona do euro o desemprego subiu para 9,8%, maior nível observado desde 1998, dado que veio em linha com o estimado pelo mercado.
Nos EUA os futuros sinalizam uma abertura positiva das bolsas, seguindo o bom desempenho do mercado europeu, destaque para a divulgação de novos dados sobre o setor industrial e mercado imobiliário.
Indicadores do Dia:
A FGV divulgou o fechamento de novembro do IPC-S, taxa de 0,26%, em linha com as expectativas, destaque para a alta dos vestuários e reversão das despesas diversas (-0,20% para 0,05%), enquanto os transportes mostram arrefecimento após o reajuste dos combustíveis. Às 10h00 a Bloomberg divulga pesquisa sobre o desempenho da atividade manufatureira, que deve se manter acima dos 50 pts pelo 4º mês consecutivo. Às 11h00 tem o saldo mensal da balança, com o superávit comercial sendo reduzido pelo metade no mês de agosto devido ao crescimento mais expressivo das importações, passando de US$1,3 MM para US$0,6MM.
Nos EUA os indicadores previstos serão divulgados às 13h00 com a pesquisa ISM sobre o desempenho do setor industrial, expectativa de queda marginal em novembro passando de 55.7 para 54.8 pts. As vendas de casas pendentes deve cair -1,0% após alta de 6,1% no mês anterior e os gastos com construção deve recuar -0,5% após alta de 0,8%, confirmando o fraco desempenho do setor imobiliário, encerrando os indicadores do dia.
Evolução das Commodities:
O pregão foi de recuperação das commodities, com o petróleo subindo 1,62%, cotado a US$77,28. Além da menor pressão negativa quanto à moratória em Dubai, o petróleo foi pressionado pela notícia de que o Irã deteve cinco cidadãos britânicos, elevando a preocupação de tensão entre os países. Nesta manhã o petróleo segue operando em alta.
Os metais aproveitaram o bom desempenho do mercado acionário americano e fecharam a sessão em alta. Hoje cobre e ouro seguem positivas, destaque para o bom desempenho da atividade manufatureira na China, sustentando a alta das commodities metálicas.
243 de 732
alexkw
4146 08/02/2007244 de 732
fcrfs
608 04/02/2009245 de 732
alexkw
4146 08/02/2007246 de 732
sns88
32919 28/10/2008Sera que o M.E vai evaporar tb esse dinheiros dos 101 milhões fazendo cagada. O M.E ganha muito dinheiro por fora em cada negócio desse e o patrimonio da Parmalat vai se dilapidando....mais ainda não é o fim, acredito em uma luz no fim do túnel...a venda algum dia dessa bagaça toda essa é a chance de viver!
rsrrsrs
247 de 732
sns88
32919 28/10/2008E nem vai ajudar Alex, o papel é de baixa liquidez e manipulado, o papel sobe quando o M.E liga para seu player e fala, vamos fritar algumas sardinhas hj!!!
Precisaria entrar um grande investidos...mas com toda essa obscuridade...esqueçam!!!
248 de 732
alexkw
4146 08/02/2007249 de 732
fcrfs
608 04/02/2009250 de 732
kinhowagner
2561 13/12/2008Ja tem 2 semanas sem uma especuleta das corretoras
A partir de agora qualquer dia é dia de uma especuletazinha
Hoje tomara que não tenha aquele papo velho : "hoje é dia das blues , amanhã o pessoal realiza nas blues e vem para milk
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alexkw
4146 08/02/2007252 de 732
alexkw
4146 08/02/2007Ja tem 2 semanas sem uma especuleta das corretoras
A partir de agora qualquer dia é dia de uma especuletazinha
Hoje tomara que não tenha aquele papo velho : "hoje é dia das blues , amanhã o pessoal realiza nas blues e vem para milk
ehehehe, argumentos como esse são realmente hilários. Como se fossem tirar os bilhões que compram nas blues e colocar aqui rsrsrs
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fcrfs
608 04/02/2009254 de 732
alexkw
4146 08/02/2007Os valores pagos aos produtores de leite em novembro tiveram forte redução. O principal motivo foi o aumento expressivo do volume captado em outubro por laticínios/cooperativas. Conforme as empresas amostradas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, o crescimento foi de 7,6% em outubro frente ao mês anterior. O ICAP-Leite/Cepea atingiu o maior nível do mês de outubro desde o início da pesquisa, em 2004. O volume captado ficou próximo também dos picos históricos registrados em dezembro de 2007 e janeiro de 2008. O aumento da captação deve-se, sobretudo, ao período chuvoso e às temperaturas mais elevadas nas principais bacias leiteiras, que favorecem a produção de pastagens.
Os preços brutos praticados em novembro (referentes à produção de outubro) recuaram 8,8%, ou 6,13 centavos por litro, em relação ao mês anterior, com a média ponderada indo para R$ 0,6371/litro – consideram-se os estados do RS, SC, PR, SP, MG, GO e BA. Neste ano, além do aumento da oferta, que pressiona as cotações dos derivados, também a elevada importação de lácteos a preços relativamente baixos desfavoreceram os preços de toda a cadeia doméstica. No mercado internacional, no entanto, as cotações estão se recuperando, o que pode limitar as compras externas e mesmo incentivar as vendas nacionais.
Em outubro, o leite UHT teve média de R$ 1,31/litro no atacado estado de São Paulo, valor 7,25% inferior ao de setembro. Desde janeiro deste ano, o produto acumula queda de 12 centavos por litro. O leite em pó foi cotado em outubro à média de R$ 8,48/kg no atacado paulista, queda de 6,2% frente a setembro. O queijo mussarela registrou queda de 6,3% no mesmo período, sendo cotado a R$ 8,73/kg, em média.Veja análise completa
As informações são de assessoria de imprensa.
Fonte: Agrolink
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alexkw
4146 08/02/2007umenta concentração no setor do leite
Pequenas e médias empresas estão desaparecendo, dando lugar às grandes, mais organizadas e com maior escala de produção
Gaúcha Bom Gosto compra a catarinense Laticínios Cedrense; concentração eleva poder de barganha das grandes empresas
MAURO ZAFALON
DA REDAÇÃO
O setor de leite começa a seguir o caminho dos frigoríficos. Há uma consolidação maior da indústria por meio da concentração de empresas. Mais um passo foi dado na semana passada, quando a gaúcha Bom Gosto adquiriu a catarinense Laticínios Cedrense.
Quarta colocada no ranking nacional, a Bom Gosto passa a industrializar 1,2 bilhão de litros de leite por ano, segundo a empresa, atrás de Nestlé (2 bilhões), Perdigão (1,6 bilhão) e Itambé (1,3 bilhão).
As empresas estão se consolidando para a cadeia ficar mais forte, segundo Wilson Zanatta, diretor-presidente do laticínio gaúcho. "Faz parte do jogo, embora não seja fácil." Os laticínios chegam a essa concentração um pouco mais tarde do que os frigoríficos, mas esse é o caminho a ser seguido, diz ele.
Para Rafael Ribeiro de Lima Filho, zootecnista e consultor da Scot Consultoria, a concentração já é um fato e uma tendência do agronegócio, tanto interna como externamente. "Ela dá mais poder de barganha para as empresas no mercado internacional."
Maria Helena Fagundes, da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), diz que a concentração já fica evidente até nas estatísticas. Há cinco anos, as empresas com SIF (Serviço de Inspeção Federal) somavam 1.700. Hoje, estão perto de 1.500. Esses números mostram que há o desaparecimento das pequenas e médias, "mas as atuais são mais bem organizadas e com escala maior".
Mas não são apenas as pequenas empresas que diminuem suas atividades no mercado. Assim como ocorreu com os frigoríficos, muitos laticínios apostaram no setor antes da crise do ano passado, fazendo grandes investimentos. A falta de crédito e o enxugamento do mercado trouxeram dificuldades financeiras para muitos.
Um dos exemplos é a própria Bom Gosto, que, além da compra da semana passada, já havia adquirido uma unidade da Parmalat em Garanhuns (PE) no início do ano. Recentemente, adquiriu também a fábrica da Nestlé em Barra Mansa (RJ).
Investimento
Assim como ocorre com várias commodities, o Brasil também será um dos grandes participantes do mercado mundial de leite. Competitividade nos custos, área disponível e avanço na tecnologia vão colocar o país na rota do mercado internacional, segundo a analista da Conab. Um dos gargalos, no entanto, é a qualidade do leite.
O país ainda necessita investir mais em qualidade, concorda Aline Barrozo Ferro, do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Mas a concentração que vem ocorrendo eleva a qualidade do leite porque as grandes empresas passam a exigir matéria-prima melhor.
O setor de laticínios segue os passos dos frigoríficos também no avanço ao setor externo. A Bom Gosto, que pretende se fortalecer ainda mais com a abertura de capital, está a caminho do Uruguai, onde tem um projeto ousado de abertura de uma nova indústria. "Vamos aproveitar a qualidade e o reconhecimento deles no mercado externo", diz Zanatta.
Se a qualidade do produto nacional ainda não está nos padrões de todos os mercados importadores, o país pelo menos já avança no mercado externo. Com saldo positivo nas exportações nos últimos anos, 2009 não foi favorável. De janeiro a outubro último, o país obteve deficit de US$ 93 milhões, após superavit de US$ 253 milhões em igual período de 2008.
O retorno do deficit neste ano se deve, em parte, à crise financeira internacional. A queda do petróleo retirou renda da Venezuela, um dos principais mercados do Brasil. Países africanos, também afetados pela crise, compraram menos.
Em 2010 o cenário será outro, segundo analistas do setor. Para Fagundes, a recuperação externa dos preços é importante porque dá sustentação à renda dos produtores nacionais.
Já Lima Filho acredita na retomada maior das exportações. O consultor da Scot diz que o país tem de buscar novos mercados. Na sua avaliação, o país deveria buscar importadores também na América Central, na Ásia e no Oriente Médio.
Ele alerta, no entanto para dois pontos imprescindíveis dessa abertura e sustentação de novos mercados: qualidade e oferta contínua de produtos. O efeito sazonal -safra e entressafra- ainda afeta o comportamento do mercado brasileiro.
Fonte: Folha de São Paulo
Publicada em terça-feira, 1 de dezembro de 2009
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alexkw
4146 08/02/2007O Brasil necessita mesmo de novos mercados para o leite. A produção avança no país e, no mês passado, os laticínios e as cooperativas registraram o recebimento recorde de matéria-prima para os meses de outubro.
Os preços tomaram caminho inverso, recuando fortemente. É o que mostram os números do Cepea, da Esalq/USP, órgão que faz uma amostragem mensal de captação de produtos em sete Estados brasileiros.
A captação nacional de leite em outubro superou em 7,6% a de setembro, derrubando em 8,8% os preços pagos aos produtores. A maior oferta de leite se deve à melhoria das pastagens, que favorecem a produção, segundo Aline Barrozo Ferro, do Cepea.
Maior oferta interna e concorrência de produtos importados foram o golpe fatal nos preços recebidos pelos produtores. Além de preços menores no mercado externo neste ano, as importações foram favorecidas pelo dólar fraco em relação ao real, o que torna as compras externas mais favoráveis.
O Rio Grande do Sul, mais próximo dos países exportadores ao Brasil, registrou a maior queda nos preços. O Cepea apurou que os produtores receberam neste mês, pelo leite entregue em outubro, R$ 0,5773 por litro, em média, 13% abaixo dos valores de setembro. Na região noroeste do Rio Grande do Sul, a queda foi de 20%.
O cenário externo começa a melhorar, com as cotações internacionais ensaiando uma recuperação. (MZ)
Fonte: Folha de São Paulo
257 de 732
cemdic
341 16/10/2008"Achei legal o novo forum ...Gostaria que indicassem algum link de referencia no cabeçalho, onde a situação da empresa esta resumida para que os novos participantes pudessem se atualizar.
Eu achei isso numa breve pesquisa e me pareceu, interessante, informativo e realisto...Caso não seja condizente com a atual realidade, por favor, apagar...
A única coisa que me pareceu negativa é a queda de preço do leite que considero como representando um fundo...E inclusivo um bom momento para investir.
atenciosamente,
François
28/08/2009 - 10h07
Laep quer renegociar dívidas da Parmalat
SÃO PAULO - A Laep Investiments quer renegociar com credores de sua controlada, a Parmalat Brasil, que está em recuperação judicial, novas condições e prazos para pagamentos do restante das dívidas da empresa. A proposta será analisada em assembleia geral no dia 14 de setembro. A Laep, que deve divulgar um prejuízo em seu balanço de 2008, vai solicitar aos credores da Parmalat prazo de seis meses de carência para o pagamento das parcelas do valor principal previsto no plano de recuperação judicial e limitação dos pagamentos mensais em R$ 1 milhão. Quando a Laep comprou a Parmalat em 2006, a dívida desta com credores incluídos no processo de recuperação judicial chegava a aproximadamente R$ 800 milhões. O total das dívidas com instituições financeiras somava R$ 636,6 milhões (R$ 590 milhões com bancos, sem garantia, e R$ 46,6 milhões com o Banco do Brasil, com garantias reais). Após deságio de 85%, as dívidas com credores financeiros foram totalmente quitadas. Com credores operacionais, como fornecedores de insumos, a Parmalat tinha uma dívida de R$ 117 milhões. Hoje, após pagamentos das parcelas desde o início da recuperação judicial, o débito caiu para R$ 35 milhões, segundo informou a Laep. O número de credores que no início da recuperação judicial superava os 10 mil hoje é de apenas oito.
A justificativa da Laep para solicitar a renegociação das dívidas é que teve de pagar " valores que não constavam da lista original (inclusive credores de empresas do antigo grupo Parmalat), o que a lei [de recuperação judicial] veda expressamente. " Além disso, afirma ter arcado com credores trabalhistas de outras empresas do antigo grupo Parmalat, que não têm relação com a Parmalat Brasil. A empresa também informa ter sofrido " diversos bloqueios judiciais decorrentes de decisões judiciais relativas a outras empresas do antigo grupo Parmalat italiano, em flagrante desacordo com a Lei de Recuperação Judicial. " Segundo a empresa, a negociação com os credores é " uma alternativa para assegurar a previsibilidade do fluxo de caixa " . Desde meados do ano passado, a controladora da Parmalat enfrenta dificuldades financeiras, que a levaram a se desfazer de ativos - como o recente arrendamento, com opção de venda, de fábrica em Carazinho para a Nestlé. Além disso, a Parmalat decidiu concentrar a produção de lácteos no Sudeste do país. Num cenário com ações despencando na bolsa e crise internacional, a Laep enfrentou também dificuldades para rolar dívidas. Para piorar o quadro, o setor de leite viveu uma crise no último ano, com queda de preços."
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alexkw
4146 08/02/2007259 de 732
cemdic
341 16/10/2008260 de 732
DayTrader_2009
71 19/11/2009