Maltarollo
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- 28/03/2007
Vale Do Rio Doce Nota 10!!!Maltarollo
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Comentários
111621 de 200491
aapontes
743 06/08/2007estou torcendo contra a turma dos 47,00
os futuros continuam acima dos 12000 e não vai passar disso
no fim do dia veremos
aaaaaaaaaahahahaaaaaaaaaaa
111622 de 200491
conchon
1115 11/01/2008Na medida do possível.. bons negócios
111623 de 200491
lfpaula
19213 01/11/2006Pessoal quando eu leio a matéria abaixo fico pensando, deviam tirar o Presidente da Vale do seu cargo e contratar este analista, porque o Presidente com certeza tem muito a aprender com ele. Tenha paciência!
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Desta vez, o risco é maior| 06/03/2008
A compra da Xstrata pela Vale traria enormes benefícios para a mineradora brasileira -- e desafios do mesmo tamanho
PublicidadePor Melina Costaexame
Desde o dia 18 de janeiro, quando o Portal EXAME anunciou que a Vale preparava uma oferta para a compra da mineradora anglo-suíça Xstrata, os bastidores da transação se transformaram numa usina de boatos. Nas últimas semanas de fevereiro, foi divulgado pela imprensa especializada que o namoro estava prestes a virar casamento. Logo depois, que as negociações estavam perto de um "colapso". Muita especulação, pouca certeza. O fato é que as conversas, extremamente complexas por natureza, continuam -- com as idas e vindas que se esperam de uma fusão desse tamanho. O negócio, que pode chegar a 90 bilhões de dólares (ou 150 bilhões de reais) se concluído, gerou entre os investidores uma imensa expectativa: essa seria a maior aquisição feita por uma empresa brasileira em todos os tempos, e criaria a maior mineradora do mundo em faturamento. Segundo as análises mais comuns, esse seria um passo natural para a Vale. Afinal, a compra da Inco, dois anos atrás, provou-se um excelente negócio para a empresa. A Inco, porém, custou à Vale 18 bilhões de dólares, um quinto do valor da Xstrata. Os riscos do novo negócio variam na mesma proporção: desta vez, são muito maiores.
Um dos motivos de preocupação para os acionistas da Vale é a perspectiva de uma mudança no cenário econômico, até agora cor-de-rosa para o setor. O merca do de mineração é regido por ciclos. Normalmente, três a cinco anos de preços em alta são seguidos por três a cinco anos de baixa. O atual momento é o auge de um dos ciclos mais longos e de maior pujança já vistos na história, só comparável ao que se viu após a Segunda Guerra Mundial, quando a Europa em reconstrução fez com que a demanda por metais disparasse. Desde 2003, o preço do minério de ferro, por exemplo, subiu 372% -- e a previsão de analistas é que seu preço continue a subir. Isso é uma excelente notícia para a Vale. Mas nem tão boa assim para uma combinação de Vale e Xstrata. A mineradora anglo-suíça depende de outros metais com menor potencial de valorização. Segundo os analistas, cobre e níquel, responsáveis por 64% do fluxo de caixa da Xstrata, tendem a enfrentar quedas nos preços. Como a Xstrata está sendo avaliada exatamente no momento em que o preço desses metais alcança valores recordes, a Vale corre o risco de pagar demais pela aquisição (hoje, a Xstrata vale 300% mais que três anos atrás). "Uma queda nos preços dessas commodities pode afetar muito o valor da Xstrata nos próximos meses", afirma um analista que pediu para não ser identificado.
O maior culpado pela possibilidade de desvalorização da Xstrata é o cobre. Segundo um relatório do banco de investimento americano Merrill Lynch, esse é o metal mais exposto à desaceleração da economia americana. Entre os principais destinos do cobre estão a fabricação de fiação elétrica e encanamentos residenciais e a produção de circuitos eletrônicos de bens de consumo, exatamente o tipo de produto mais atingido durante crises imobiliárias como a americana (a queda nas vendas de casas diminui também a comercialização de aparelhos domésticos). Com a compra da Xstrata, cerca de 20% do fluxo de caixa da Vale passaria a depender do cobre. Hoje, essa relação é de apenas 2%. A união de Vale e Xstrata traria, também, maior volatilidade para a empresa brasileira. Hoje, 46% do resultado da Vale depende do minério de ferro, produto negociado apenas uma vez por ano. Com a demanda aquecida, a mineradora pode endurecer a negociação com as siderúrgicas, o que resulta em seguidos aumentos de preço. Desde 2003, a Vale vem conseguindo subir esse preço a níveis superiores a 29% ao ano, o que explica o lucro de 20 bilhões de reais obtido no ano passado, recorde na história do capitalismo brasileiro. Com a aquisição da Xstrata, a dependência do minério de ferro cairá para 27%. Portanto, cerca de dois terços do faturamento da Vale dependerão de preços cotados diariamente na Bolsa de Metais de Londres -- ou seja, a variação dos preços vai passar a depender de fatores que estão fora do controle dos executivos da Vale.
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111624 de 200491
abrantes_RJ
7459 31/08/2007http://www.tractebelenergia.com.br/
111625 de 200491
Simasam
345 01/02/2007Coma a queda de ontem entrei comprando ALLL11, USIM5 e VALE5. Não esperava esta derrubada das bolsas asiáticas......pensava em um repique hoje.....pelo jeito me fu.......
111626 de 200491
astronauta3
136 03/03/2008111627 de 200491
aapontes
743 06/08/2007aaahhahahahahahaaaaaa
eu voltarei
eu voltareeeeei
111628 de 200491
fersoft
1370 30/07/2007Cacete!!! Teremos mais um dia de queda ?????
111629 de 200491
Mausja
660 26/01/2007R$ 50,00 ??? Astronauta...em que planeta vc está??
111630 de 200491
aapontes
743 06/08/2007mas não por muito tempo
hahahahhhhhaaaaa
111631 de 200491
lfpaula
19213 01/11/2006E a Europa 1/2 dia atrasada.
Sua quedas não são garantia de dia ruim, refletem o dia de ontem, em parte.
111632 de 200491
hdft
432 23/12/2007Assinatura do Jornal de Negócios OPINIÃO Publicado 6 Março 2008
Michel Rocard
O desastre capitalista
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Existe um estranho mau pressentimento na economia mundial. Os jornais divulgam revisões em baixa para as estimativas de crescimento de todos os grandes países desenvolvidos: Estados Unidos, Alemanha, França e Japão. Ao que parece, nenhum é deixado de fora desta onda. Com efeito, estas estimativas estão cerca de meio ponto percentual abaixo das que foram divulgadas no Outono passado.
Simultaneamente, os jornais dão notícias desoladoras praticamente apenas sobre a banca e os mercados financeiros, prestando pouca atenção à economia real, como se a crise actual fosse puramente financeira e condenada a manter-se nesses termos. De facto, alguns especialistas também estão convictos de que a crise pode ser solucionada com o simples refinanciamento da banca e de que o impacto na economia real será relativamente limitado.
Esta é, claramente, a convicção do Banco Central Europeu, que está a injectar centenas de milhares de milhões de euros no sistema bancário para garantir a sua liquidez. No entanto, ao contrário da Reserva Federal norte-americana, o BCE não reduziu as taxas de juro, que é aquilo que mais importância tem para as empresas e os agregados familiares. Outros peritos, evidentemente, consideram que a economia real está em risco e que a ameaça de recessão é genuína. Contudo, lamentavelmente, poucos especialistas conseguem falar com confiança sobre o sistema financeiro e a macroeconomia. Assim sendo, o que há-de pensar um não-especialista?
Importa analisar em que ponto está actualmente a economia mundial. O maior número de incumprimentos devido aos empréstimos “subprime” irá ocorrer nesta Primavera. Assim, o impacto completo da crise ainda está para vir: 1,3 milhões de proprietários norte-americanos de casas já não estão a conseguir pagar as prestações dos seus empréstimos à habitação. Em 2008, mais três milhões irão juntar-se a eles.
Além disso, a amplitude do crédito malparado, que de momento pende sobre a banca, continua a não estar contabilizada e poderá ascender a várias centenas de milhares de milhões de dólares. O montante total dos activos que estão actualmente em risco é ainda mais significativo, porque as hipotecas foram misturadas com outros tipos de activos e estes “pacotes” foram vendidos por todo o mundo. Uma subsidiária norte-americana do Deutsche Bank, por exemplo, viu-lhe ser vedada por um tribunal dos EUA a execução de uma hipoteca porque não conseguiu provar a sua posse.
A economia mundial está repleta destes pacotes envenenados. Consequentemente, os bancos desconfiam uns dos outros e praticamente deixaram de conceder empréstimos entre si, o que compromete a actividade económica, já que reduz fortemente a disponibilização de crédito às empresas. Desta forma, a recessão parece evidente.
A quantidade de liquidez na economia mundial é surpreendente e a expansão monetária por parte dos bancos centrais não a explica completamente. Durante mais de duas décadas, os accionistas de todos os países desenvolvidos, não-organizados e passivos desde 1945 até 1975-1980, reformularam-se sob a forma de fundos de pensões, fundos de investimento e fundos de cobertura de risco. Agora, são intervenientes importantes e activos (tanto enquanto accionistas maioritários como minoritários) em todas as grandes empresas do mundo desenvolvido.
Para impulsionarem o valor dos seus títulos, estes accionistas apoiaram a iniciativa de redução do volume global dos salários e do número de colaboradores que as empresas contratam. Com efeito, nos últimos 25 anos, a proporção de salários directos e indirectos em percentagem do PIB caiu entre 8% e 11% em todos estes países. Consequentemente, os empregos precários e a insegurança laboral, que pouco se faziam sentir entre 1940 e 1970, afectam, actualmente, mais de 15% da população do mundo desenvolvido.
O salário médio real tem-se mantido estável nos últimos 20 anos nos Estados Unidos, com 1% da população a captar todos os ganhos resultantes do crescimento de 50% do PIB no mesmo período. Esta situação “libertou” muita liquidez para as actividades financeiras, empreendimentos de risco e especulação. Só em França, nos últimos 20 anos, foram injectados cerca de 2,5 biliões de euros no mundo financeiro, o que sugere um total de 30 a 60 biliões de dólares para a economia mundial como um todo.
Todo este cenário foi acompanhado pela crescente imoralidade do sistema. A remuneração dos líderes das empresas atinge actualmente 300 a 500 vezes o salário médio dos colaboradores intermédios, contra 40 vezes no século XX e 50 vezes antes de 1980. Um pouco por todo o mundo, o número de empresas que enfrenta problemas legais por vários tipos de fraude está a aumentar fortemente.
O pior, infelizmente, está ainda para vir. Atendendo a que os rendimentos da maioria das pessoas estão estagnados e a serem delapidados pelo aumento das prestações dos seus empréstimos à habitação, o consumo deverá diminuir, levando a um menor crescimento e menor emprego. Uma recessão só contribuirá para intensificar a precaridade dos empregos e o desemprego, criando tensões sociais que, obviamente, não ajudarão a aliviar a crise financeira. Parece que temos todos os ingredientes para uma demorada e intensa tempestade perfeita do declínio económico e da agitação social.
Nós, no mundo desenvolvido, vivemos em democracias. A cada quatro ou cinco anos, a legitimidade do sistema precisa de ser confirmada através de eleições. Mas estará o sistema a perder de tal forma essa legitimidade, devido à crise económica e social, que nem as eleições voltarão a ser viáveis?
É claro que o capitalismo continua a ser mais compatível com a liberdade pessoal do que o comunismo alguma vez foi. Mas é agora perfeitamente óbvio que o capitalismo está demasiado instável para sobreviver sem uma forte regulação pública. É por isso que, depois de anos e anos a ser negligenciado como uma opção viável, é altura de delinear um projecto social-democrata para o palco político.
111633 de 200491
abrantes_RJ
7459 31/08/2007111634 de 200491
jggds
235 03/10/2007111635 de 200491
Cacique2
1634 14/02/2007Devido ao fuso em geral as bolsa asiaticas refletem o que ocorreu com o dji no dia anterior. Note que quando nos EUA e domingo la ja e segunda.
111636 de 200491
aapontes
743 06/08/2007futuros melhorando
e uma banana para a turma dos 47,00
111637 de 200491
abrantes_RJ
7459 31/08/2007eu acho a tua ideia boa mas nao sei se entraria exatamente hoje tem que ver,..
mas de qqer maneira teu pensamento bate com o meu
111638 de 200491
Molotov
17797 18/01/2008111639 de 200491
abrantes_RJ
7459 31/08/2007i
111640 de 200491
zazors
71 06/07/2007porém a europa tá quase toda no vermelho..........