Maltarollo
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- 28/03/2007
Vale Do Rio Doce Nota 10!!!Maltarollo
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Comentários
111641 de 200491
jggds
235 03/10/2007ia entrar ontem mas esperei pra hj pq vai cair mais e com certeza segunda o mercado vai t uma alta oq acha?
111642 de 200491
smurfinvest
181 30/07/2007111643 de 200491
abrantes_RJ
7459 31/08/2007111644 de 200491
pelegale
412 08/11/2007- Segundo round na internet- Vale salta 15 posições no ranking das empresas mais lucrativas da América- Por que não somos como eles- Microsoft derruba protecionismo e abre dados de software- Santander confirma a escolha de Fábio Barbosa para liderar fusão Real mais lidos - [Matéria sem Título]- Por que não somos como eles- Bolsa abre em baixa, mas ainda pode absorver queda- Entenda o que muda no IOF e na CSLL para compensar o fim da CPMF- Friboi compra 3 frigoríficos no exterior por US$ 1,275 bimais impressos - O pior porto do país - Quero ser grande - Os investidores entram em campo - O Brasil que acelera - Friboi dobra a aposta nos EUA com novas aquisições mais enviados - Confira as carteiras sugeridas por seis corretoras- Mais passos na contramão- Os investidores entram em campo- Votação na internet definirá nome de nova empresa aérea- Quero ser grandeAvalie a reportagem:Desta vez, o risco é maior FracaBoaExcelenteMédia dos usuáriosFracaBoaExcelenteDesta vez, o risco é maior | 06.03.2008
A compra da Xstrata pela Vale traria enormes benefícios para a mineradora brasileira -- e desafios do mesmo tamanho
Rob Parsons Mina da Xstrata: sai por 150 bilhões de reaisPublicidadePor Melina CostaEXAME Desde o dia 18 de janeiro, quando o Portal EXAME anunciou que a Vale preparava uma oferta para a compra da mineradora anglo-suíça Xstrata, os bastidores da transação se transformaram numa usina de boatos. Nas últimas semanas de fevereiro, foi divulgado pela imprensa especializada que o namoro estava prestes a virar casamento. Logo depois, que as negociações estavam perto de um "colapso". Muita especulação, pouca certeza. O fato é que as conversas, extremamente complexas por natureza, continuam -- com as idas e vindas que se esperam de uma fusão desse tamanho. O negócio, que pode chegar a 90 bilhões de dólares (ou 150 bilhões de reais) se concluído, gerou entre os investidores uma imensa expectativa: essa seria a maior aquisição feita por uma empresa brasileira em todos os tempos, e criaria a maior mineradora do mundo em faturamento. Segundo as análises mais comuns, esse seria um passo natural para a Vale. Afinal, a compra da Inco, dois anos atrás, provou-se um excelente negócio para a empresa. A Inco, porém, custou à Vale 18 bilhões de dólares, um quinto do valor da Xstrata. Os riscos do novo negócio variam na mesma proporção: desta vez, são muito maiores.
Um dos motivos de preocupação para os acionistas da Vale é a perspectiva de uma mudança no cenário econômico, até agora cor-de-rosa para o setor. O merca do de mineração é regido por ciclos. Normalmente, três a cinco anos de preços em alta são seguidos por três a cinco anos de baixa. O atual momento é o auge de um dos ciclos mais longos e de maior pujança já vistos na história, só comparável ao que se viu após a Segunda Guerra Mundial, quando a Europa em reconstrução fez com que a demanda por metais disparasse. Desde 2003, o preço do minério de ferro, por exemplo, subiu 372% -- e a previsão de analistas é que seu preço continue a subir. Isso é uma excelente notícia para a Vale. Mas nem tão boa assim para uma combinação de Vale e Xstrata. A mineradora anglo-suíça depende de outros metais com menor potencial de valorização. Segundo os analistas, cobre e níquel, responsáveis por 64% do fluxo de caixa da Xstrata, tendem a enfrentar quedas nos preços. Como a Xstrata está sendo avaliada exatamente no momento em que o preço desses metais alcança valores recordes, a Vale corre o risco de pagar demais pela aquisição (hoje, a Xstrata vale 300% mais que três anos atrás). "Uma queda nos preços dessas commodities pode afetar muito o valor da Xstrata nos próximos meses", afirma um analista que pediu para não ser identificado.
O maior culpado pela possibilidade de desvalorização da Xstrata é o cobre. Segundo um relatório do banco de investimento americano Merrill Lynch, esse é o metal mais exposto à desaceleração da economia americana. Entre os principais destinos do cobre estão a fabricação de fiação elétrica e encanamentos residenciais e a produção de circuitos eletrônicos de bens de consumo, exatamente o tipo de produto mais atingido durante crises imobiliárias como a americana (a queda nas vendas de casas diminui também a comercialização de aparelhos domésticos). Com a compra da Xstrata, cerca de 20% do fluxo de caixa da Vale passaria a depender do cobre. Hoje, essa relação é de apenas 2%. A união de Vale e Xstrata traria, também, maior volatilidade para a empresa brasileira. Hoje, 46% do resultado da Vale depende do minério de ferro, produto negociado apenas uma vez por ano. Com a demanda aquecida, a mineradora pode endurecer a negociação com as siderúrgicas, o que resulta em seguidos aumentos de preço. Desde 2003, a Vale vem conseguindo subir esse preço a níveis superiores a 29% ao ano, o que explica o lucro de 20 bilhões de reais obtido no ano passado, recorde na história do capitalismo brasileiro. Com a aquisição da Xstrata, a dependência do minério de ferro cairá para 27%. Portanto, cerca de dois terços do faturamento da Vale dependerão de preços cotados diariamente na Bolsa de Metais de Londres -- ou seja, a variação dos preços vai passar a depender de fatores que estão fora do controle dos executivos da Vale.
O maior desafio concreto de uma fusão entre Vale e Xstrata será a união de dois gigantes com culturas antagônicas. A Xstrata é a companhia mais descentralizada do mercado mundial de mineração. Seus dois principais escritórios -- um em Zug, na Suíça, e outro em Londres -- têm apenas 40 funcionários. A Vale, presidida pelo fortíssimo Roger Agnelli, tem sedes administrativas em cinco estados brasileiros. Só no Rio de Janeiro, a burocracia da empresa ocupa um prédio inteiro, de 20 andares. A Xstrata é dividida em unidades de negócios dedicadas à extração e à comercialização de cada uma das commodities da companhia (alumínio, carvão, zinco, cobre e níquel). Seus diretores têm poder para criar e executar os próprios planos, de cortes de custos à expansão das minas. Na Vale, processos como esses precisam passar pela aprovação da administração central. A empresa já enfrentou, em menor grau, problema semelhante durante a absorção da Inco. Cada mina do complexo de Sudbury, no Canadá, tinha autonomia para negociar individualmente salários com os trabalhadores, o que acabou gerando distorções. Adaptar o modelo da Inco ao estilo de administração da Vale sem causar o descontentamento generalizado dos trabalhadores tem sido uma tarefa delicada -- para a qual a empresa ainda não encontrou uma saída. No caso da mudança no tratamento aos funcionários, a Vale diz ter feito uma proposta aos mineiros canadenses, mas ainda não chegou a um acordo definitivo.
DE TODOS OS RISCOS que a Vale começa a encarar, o mais urgente é a possibilidade de perder o status de grau de investimento, conferido a empresas com baixo endividamento -- e que, portanto, apresentam pouco risco a seus credores. No Brasil, apenas 12 empresas fazem parte desse grupo. Essa possibilidade está ligada ao tamanho do investimento necessário para a compra da Xstrata. Do total de cerca de 90 bilhões de dólares, no máximo 50 bilhões poderão ser pagos em dinheiro. O restante precisará ser oferecido em ações. Se o endividamento exceder esse valor, a empresa corre o risco de ter sua classificação de risco rebaixada pelas agências especializadas. Nesse caso, a Vale perderia duas grandes vantagens. A primeira é pagar juros cerca de 20% mais baratos em emissões de títulos de dívida. A segunda é ter mais prestígio na bolsa. A maioria dos fundos de pensão americanos só aplica em empresas com grau de investimento. Trata-se de um grupo com 1,2 trilhão de dólares para investir. "Dificilmente a Vale fechará o negócio com a Xstrata se sua classificação de risco estiver em jogo", diz Rodrigo Ferraz, analista da corretora Brascan.
Se concretizada, a aquisição da Xstrata vai representar o mais ousado passo do já espantoso processo de transformação por que a Vale passa desde 2005. Há três anos, um ano antes da compra da mineradora canadense Inco, o faturamento da Vale era de 13 bilhões de dólares. Com a compra da Xstrata, a receita aumentaria para cerca de 61 bilhões de dólares. Além do aumento de tamanho, as aquisições são as grandes responsáveis pelo atual processo de globalização da companhia. Antes da Inco, a Vale tinha operações em 20 países. Com a Xstrata, esse número passaria de 30. Como resultado, a dependência de suas minas no Brasil diminuiria drasticamente. Há três anos, 98% da receita da companhia vinha de suas operações locais. Com a Xstrata, esse número cairia para cerca de 40%, segundo estimativa de analistas. E a mineradora brasileira, que tinha valor de mercado de 105 bilhões de reais há três anos, passaria a valer cerca de 340 bilhões de reais com a aquisição, tornando-se a maior mineradora do mundo.
Apesar das dificuldades a ser enfrentadas pela Vale caso o negócio com a Xstrata aconteça, a notícia de uma possível aquisição agradou aos investidores. As ações da mineradora tiveram valorização de 26% desde que a Vale confirmou as negociações. Para os especialistas do Credit Suisse, a combinação entre as duas companhias criaria não só a maior mineradora do mundo mas também a empresa com o maior potencial de crescimento do setor, cerca de 12% ao ano. Estima-se que as sinergias entre as duas operações gerem uma economia de 800 milhões de dólares apenas no primeiro ano de aquisição, número que pode aumentar para 2 bilhões de dólares. "O principal motivo para a pujança do setor é o crescimento da China e sua demanda por metais para a construção civil", diz Carlos Kochenborger, especialista em mineração da corretora Geração Futuro. "Ninguém consegue prever o fim desse fenômeno." Vê-se que o otimismo de investidores e analistas é palpável, mas é nos momentos de maior otimismo que são feitos os piores negócios. A ponderação entre os riscos da compra da Xstrata e seus inegáveis benefícios definirá os próximos passos da maior empresa privada brasileira.
111645 de 200491
zazors
71 06/07/2007Coma a queda de ontem entrei comprando ALLL11, USIM5 e VALE5. Não esperava esta derrubada das bolsas asiáticas......pensava em um repique hoje.....pelo jeito me fu.......
Devido ao fuso em geral as bolsa asiaticas refletem o que ocorreu com o dji no dia anterior. Note que quando nos EUA e domingo la ja e segunda.
mas que a europa tá toda vermelha não dá pra negar........
111646 de 200491
abrantes_RJ
7459 31/08/2007eu acho a tua ideia boa mas nao sei se entraria exatamente hoje tem que ver,..
mas de qqer maneira teu pensamento bate com o meu
ia entrar ontem mas esperei pra hj pq vai cair mais e com certeza segunda o mercado vai t uma alta oq acha?
eu nãos sei,..
mas acho uma boa ideia olhas para os papeis que foram injustamente penalizados e o setor financeiro eh um deles,..
entao o caminho que vc ta escolhendo eu acho que esta certo
agora se vai chover ou vai nevar hj nesse caminho ai eu nao sei,...
mas de qqer maneira espera ver como abre ate as 13:30 vamos ver como anda e tal,..sem afobação,..conforme for eu vou comprar itau4,..
111648 de 200491
aapontes
743 06/08/2007consideravelmente
e outra banana para a turma dos 47,00
111649 de 200491
warfa2
189 10/12/2007esse negócio de www tá parecendo mais é profecia... tipo 666
111650 de 200491
aapontes
743 06/08/2007e mais uma banana para a turma dos 47,00
chupaaaa
111651 de 200491
lfpaula
19213 01/11/2006Além de concordar. acrescento que enquanto estes ianques discutem suas formas de conceder créditos de forma séria e não mais eufórica, a China bota lenha na fogueira e vai crescer muito, senão porque aceitaria os novos preços do aço da Vale para o ano?
111652 de 200491
alexoliveira
156 28/05/2007http://finance.google.com/finance?q=LON%3ARIO
http://finance.google.com/finance?q=LON%3ABLT
ALGUEM SABE O MOTIVO?
111653 de 200491
gianrlz88
10 21/12/2007abs
111654 de 200491
Nyassad
510 05/12/2007VALE5 vai mais abaixo que isso.. Tô esperado 43,50 pra entrar e realizar trades curtos.. Esse ano vou ganhar na volatividade..
Asia despencou..
Europa despencando..
Índices futuros dos EUA todo red..
IBOV hj vai sangrar.. VALE5 vai acompanhar..
É crise e de médio/longo prazo.
Boa sorte a todos e não deixem o otimismo ou pessimismo negociarem por vc.. Vejam os fatos e perspectivas futuras.. Não se deixem enganar, esse ano não será bom pra Bolsa, como os últimos 4 anos..
Desculpem pela franqueza e o papo desanimador, mas é minha real opinião e espero ter alertado otimistas ou pessimista de plantão (torcedores da Bolsa)..
Boa sorte e negócios a todos!
111655 de 200491
hdft
432 23/12/2007VÉ SE TE MANCA,CAVALEIRO DA DESGRAÇA,DESDE QUE TÚ PASSAS A NOITE POSTANDO CENTO E TANTAS ABROBRINHAS,DIGNA DE UM ADOLESCENTE Á PROCURA DE ALGO,A BOLSA SE ASSOCIOU ,E FICOU PURA MERDA.
JÁ REPÁRASTE QUE ÉS UM TREMENDO BABACA?
111656 de 200491
aapontes
743 06/08/2007urubuzão
111657 de 200491
Cacique2
1634 14/02/2007Coma a queda de ontem entrei comprando ALLL11, USIM5 e VALE5. Não esperava esta derrubada das bolsas asiáticas......pensava em um repique hoje.....pelo jeito me fu.......
Devido ao fuso em geral as bolsa asiaticas refletem o que ocorreu com o dji no dia anterior. Note que quando nos EUA e domingo la ja e segunda.
porém a europa tá quase toda no vermelho..........
A europa fecha antes do fechamento dos EUA. Grande diferenca de fuso. Veja os futuros americanos na bloomberg. Estao positivos
111658 de 200491
abrantes_RJ
7459 31/08/2007111659 de 200491
abrantes_RJ
7459 31/08/2007no final ele fala que o governo deve controlar tudo que maravilha
porque nao vai morar na coreia do norte então,..
la eles nao sao influenciados pelo subprime nem nada,..
111660 de 200491
wpcorp
825 18/09/2007Vacilei de não ter liquidado minhas posições em Vale5 na quinta passada......sairia no lucro, agora to no vermelho caminhando para o roxo (cor do meu olho quando minha esposa souber do rombo).
PQP