Maltarollo
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- 1043
- 28/03/2007
Vale Do Rio Doce Nota 10!!!Maltarollo
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Comentários
113781 de 200491
cdabr
2300 20/02/2008113782 de 200491
PHYRATA
1719 09/10/2007113783 de 200491
maurofiorinjunior
48 09/11/2006Acho que devemos todos ter sangue frio e analisarmos seriamente o que está acontecendo, em qualquer situação (crise ou euforia).
Esse fórum parece um colégio de crianças mal educadas. Se o brasileiro está ganhando bastante dinheiro fica tirando sarro, se perde fica tirando sarro. Qual é a de vocês??? São poucos os comentários satisfatórios. Desculpem a irritação, não estou descontando nada, mas é que já acompanho a bastante tempo isso daqui e é sempre a mesma coisa. Cresça BRASIL!!
A maior parte dos comentários é besteira!
113784 de 200491
andrade2
3424 27/11/2006Atualizado em: 10/03/2008 às 18:00
Vale – Tendo confirmado sua trajetória baixista de curto prazo, a ação mostra que pode agora atingir a principal reta de sustentação, em mais ou menos R$ 43,50.
113785 de 200491
rmsa
1917 30/06/2007Por um lado você não está certo, porque as Bolsas Chinesas (são duas, ambas maiores do que a Bovespa) dão um banho de valorização nas demais do mundo, para ficar só nelas e não mencionar russa, romena, etc;
por outro lado você também não está certo, pois até hoje nunca aconteceu de um país cotado para obter "grau de investimento" não tivesse uma valorização grande do mercado acionário.
Boa sorte.
113786 de 200491
cdabr
2300 20/02/2008PERRERRECA..candidato ao filtro
113787 de 200491
rmonsanto
128 08/03/2007113788 de 200491
cdabr
2300 20/02/2008fica na tua
113789 de 200491
Perrera
692 04/09/2007Eu acho que preço médio se faz em um trade que está dando lucro e que apresenta uma nova entrada no meio do caminho... um trade q está dando certo... se o negocio tá caindo vc poe mais dinheiro!??!?!? Vc deveria ter feito um stop do q vc tinha comprado, vender no preju minimo e esperar a queda... logo apos o mercado revertendo vc recompra o mesmo papel... Continua com a Vale, mas vc aproveita o movimento que o mercado faz. Pelo menos é assim que eu faço!
113790 de 200491
cdabr
2300 20/02/2008113791 de 200491
cdabr
2300 20/02/2008113792 de 200491
luizflourenco
698 17/08/2007Acho que devemos todos ter sangue frio e analisarmos seriamente o que está acontecendo, em qualquer situação (crise ou euforia).
Esse fórum parece um colégio de crianças mal educadas. Se o brasileiro está ganhando bastante dinheiro fica tirando sarro, se perde fica tirando sarro. Qual é a de vocês??? São poucos os comentários satisfatórios. Desculpem a irritação, não estou descontando nada, mas é que já acompanho a bastante tempo isso daqui e é sempre a mesma coisa. Cresça BRASIL!!
A maior parte dos comentários é besteira!
Seu comentário é mais um comentário imbecil????
Colabora aí, vai. Manda uma análise do que tá ocorrendo. Qual suas avaliações para CP, MP e LP??? Vende, compra, espera??? O que fazer nesse momento? Como ninguém colabora - nem você - a gente fica tirando sarro mesmo. É como dizia Nelson Rodrigues (e mais recentemente a Marta Suplicy): se acurra é iminente, relaxa e goza.
113793 de 200491
Perrera
692 04/09/2007É bem fácil manipular vale e petr msm... é só ter vários bilhoes sobrando!!! E tem q ter cú tb...
PERRERRECA..candidato ao filtro
Eu candidato a filtro!!! Os caras lançam cada uma ai sem lógica!!! Qdo eu falo alguma coisa de analise o pessoal me xinga pra caramba. Aqui os caras querem que fale somente q vai subir... fica todo mundo torcendo!! Ai meu... nao tem como nao tirar sarro!
113794 de 200491
jmcp
164 15/01/2007A compra da Xstrata pela Vale traria enormes benefícios para a mineradora brasileira -- e desafios do mesmo tamanho
Rob Parsons Mina da Xstrata: sai por 150 bilhões de reaisPublicidadePor Melina CostaEXAME Desde o dia 18 de janeiro, quando o Portal EXAME anunciou que a Vale preparava uma oferta para a compra da mineradora anglo-suíça Xstrata, os bastidores da transação se transformaram numa usina de boatos. Nas últimas semanas de fevereiro, foi divulgado pela imprensa especializada que o namoro estava prestes a virar casamento. Logo depois, que as negociações estavam perto de um "colapso". Muita especulação, pouca certeza. O fato é que as conversas, extremamente complexas por natureza, continuam -- com as idas e vindas que se esperam de uma fusão desse tamanho. O negócio, que pode chegar a 90 bilhões de dólares (ou 150 bilhões de reais) se concluído, gerou entre os investidores uma imensa expectativa: essa seria a maior aquisição feita por uma empresa brasileira em todos os tempos, e criaria a maior mineradora do mundo em faturamento. Segundo as análises mais comuns, esse seria um passo natural para a Vale. Afinal, a compra da Inco, dois anos atrás, provou-se um excelente negócio para a empresa. A Inco, porém, custou à Vale 18 bilhões de dólares, um quinto do valor da Xstrata. Os riscos do novo negócio variam na mesma proporção: desta vez, são muito maiores.
Um dos motivos de preocupação para os acionistas da Vale é a perspectiva de uma mudança no cenário econômico, até agora cor-de-rosa para o setor. O mercado de mineração é regido por ciclos. Normalmente, três a cinco anos de preços em alta são seguidos por três a cinco anos de baixa. O atual momento é o auge de um dos ciclos mais longos e de maior pujança já vistos na história, só comparável ao que se viu após a Segunda Guerra Mundial, quando a Europa em reconstrução fez com que a demanda por metais disparasse. Desde 2003, o preço do minério de ferro, por exemplo, subiu 372% -- e a previsão de analistas é que seu preço continue a subir. Isso é uma excelente notícia para a Vale. Mas nem tão boa assim para uma combinação de Vale e Xstrata. A mineradora anglo-suíça depende de outros metais com menor potencial de valorização. Segundo os analistas, cobre e níquel, responsáveis por 64% do fluxo de caixa da Xstrata, tendem a enfrentar quedas nos preços. Como a Xstrata está sendo avaliada exatamente no momento em que o preço desses metais alcança valores recordes, a Vale corre o risco de pagar demais pela aquisição (hoje, a Xstrata vale 300% mais que três anos atrás). "Uma queda nos preços dessas commodities pode afetar muito o valor da Xstrata nos próximos meses", afirma um analista que pediu para não ser identificado.
O maior culpado pela possibilidade de desvalorização da Xstrata é o cobre. Segundo um relatório do banco de investimento americano Merrill Lynch, esse é o metal mais exposto à desaceleração da economia americana. Entre os principais destinos do cobre estão a fabricação de fiação elétrica e encanamentos residenciais e a produção de circuitos eletrônicos de bens de consumo, exatamente o tipo de produto mais atingido durante crises imobiliárias como a americana (a queda nas vendas de casas diminui também a comercialização de aparelhos domésticos). Com a compra da Xstrata, cerca de 20% do fluxo de caixa da Vale passaria a depender do cobre. Hoje, essa relação é de apenas 2%. A união de Vale e Xstrata traria, também, maior volatilidade para a empresa brasileira. Hoje, 46% do resultado da Vale depende do minério de ferro, produto negociado apenas uma vez por ano. Com a demanda aquecida, a mineradora pode endurecer a negociação com as siderúrgicas, o que resulta em seguidos aumentos de preço. Desde 2003, a Vale vem conseguindo subir esse preço a níveis superiores a 29% ao ano, o que explica o lucro de 20 bilhões de reais obtido no ano passado, recorde na história do capitalismo brasileiro. Com a aquisição da Xstrata, a dependência do minério de ferro cairá para 27%. Portanto, cerca de dois terços do faturamento da Vale dependerão de preços cotados diariamente na Bolsa de Metais de Londres -- ou seja, a variação dos preços vai passar a depender de fatores que estão fora do controle dos executivos da Vale.
O maior desafio concreto de uma fusão entre Vale e Xstrata será a união de dois gigantes com culturas antagônicas. A Xstrata é a companhia mais descentralizada do mercado mundial de mineração. Seus dois principais escritórios -- um em Zug, na Suíça, e outro em Londres -- têm apenas 40 funcionários. A Vale, presidida pelo fortíssimo Roger Agnelli, tem sedes administrativas em cinco estados brasileiros. Só no Rio de Janeiro, a burocracia da empresa ocupa um prédio inteiro, de 20 andares. A Xstrata é dividida em unidades de negócios dedicadas à extração e à comercialização de cada uma das commodities da companhia (alumínio, carvão, zinco, cobre e níquel). Seus diretores têm poder para criar e executar os próprios planos, de cortes de custos à expansão das minas. Na Vale, processos como esses precisam passar pela aprovação da administração central. A empresa já enfrentou, em menor grau, problema semelhante durante a absorção da Inco. Cada mina do complexo de Sudbury, no Canadá, tinha autonomia para negociar individualmente salários com os trabalhadores, o que acabou gerando distorções. Adaptar o modelo da Inco ao estilo de administração da Vale sem causar o descontentamento generalizado dos trabalhadores tem sido uma tarefa delicada -- para a qual a empresa ainda não encontrou uma saída. No caso da mudança no tratamento aos funcionários, a Vale diz ter feito uma proposta aos mineiros canadenses, mas ainda não chegou a um acordo definitivo.
DE TODOS OS RISCOS que a Vale começa a encarar, o mais urgente é a possibilidade de perder o status de grau de investimento, conferido a empresas com baixo endividamento -- e que, portanto, apresentam pouco risco a seus credores. No Brasil, apenas 12 empresas fazem parte desse grupo. Essa possibilidade está ligada ao tamanho do investimento necessário para a compra da Xstrata. Do total de cerca de 90 bilhões de dólares, no máximo 50 bilhões poderão ser pagos em dinheiro. O restante precisará ser oferecido em ações. Se o endividamento exceder esse valor, a empresa corre o risco de ter sua classificação de risco rebaixada pelas agências especializadas. Nesse caso, a Vale perderia duas grandes vantagens. A primeira é pagar juros cerca de 20% mais baratos em emissões de títulos de dívida. A segunda é ter mais prestígio na bolsa. A maioria dos fundos de pensão americanos só aplica em empresas com grau de investimento. Trata-se de um grupo com 1,2 trilhão de dólares para investir. "Dificilmente a Vale fechará o negócio com a Xstrata se sua classificação de risco estiver em jogo", diz Rodrigo Ferraz, analista da corretora Brascan.
Se concretizada, a aquisição da Xstrata vai representar o mais ousado passo do já espantoso processo de transformação por que a Vale passa desde 2005. Há três anos, um ano antes da compra da mineradora canadense Inco, o faturamento da Vale era de 13 bilhões de dólares. Com a compra da Xstrata, a receita aumentaria para cerca de 61 bilhões de dólares. Além do aumento de tamanho, as aquisições são as grandes responsáveis pelo atual processo de globalização da companhia. Antes da Inco, a Vale tinha operações em 20 países. Com a Xstrata, esse número passaria de 30. Como resultado, a dependência de suas minas no Brasil diminuiria drasticamente. Há três anos, 98% da receita da companhia vinha de suas operações locais. Com a Xstrata, esse número cairia para cerca de 40%, segundo estimativa de analistas. E a mineradora brasileira, que tinha valor de mercado de 105 bilhões de reais há três anos, passaria a valer cerca de 340 bilhões de reais com a aquisição, tornando-se a maior mineradora do mundo.
Apesar das dificuldades a ser enfrentadas pela Vale caso o negócio com a Xstrata aconteça, a notícia de uma possível aquisição agradou aos investidores. As ações da mineradora tiveram valorização de 26% desde que a Vale confirmou as negociações. Para os especialistas do Credit Suisse, a combinação entre as duas companhias criaria não só a maior mineradora do mundo mas também a empresa com o maior potencial de crescimento do setor, cerca de 12% ao ano. Estima-se que as sinergias entre as duas operações gerem uma economia de 800 milhões de dólares apenas no primeiro ano de aquisição, número que pode aumentar para 2 bilhões de dólares. "O principal motivo para a pujança do setor é o crescimento da China e sua demanda por metais para a construção civil", diz Carlos Kochenborger, especialista em mineração da corretora Geração Futuro. "Ninguém consegue prever o fim desse fenômeno." Vê-se que o otimismo de investidores e analistas é palpável, mas é nos momentos de maior otimismo que são feitos os piores negócios. A ponderação entre os riscos da compra da Xstrata e seus inegáveis benefícios definirá os próximos passos da maior empresa privada brasileira.
113795 de 200491
Perrera
692 04/09/2007Vc deve estar comprado... nao precisa ter raiva.. tá comprado, nao vendeu no momento certo, paciencia!!
113796 de 200491
schianti
776 12/02/2008Bolsa é isso aí. Se fosse estável, seria uma merda.
Estou comprado em Vale5 a R$ 48,80; Hoje a R$ 47,20; R$ 46,20 e tentanto pescar no after hoje a R$ 45,80.
E se a vale descer a R$ 10,00, vou vender tudo o que tenho para comprar mais.
Voltarei aqui posteriormente para tripudiar sobre os desesperados deste momento.
A menos que todos os automóveis do mundo, além de todos os produtos que precisam de metais ferrosos para a sua fabricação, passem a ser fabricados com plástico, não há o que temer (exceto, é claro, para os DTs).
Fico puto quando um "zé ruela", acostumado com "melzinho na xupeta" fica deflagrando merdas do tipo "micou"... "vai derreter"... sobre empresas com fundamentos sólidos como a Vale. Sugiro que vão vender tomates na feira, afinal, está difícil conseguir tomates de qualidade hoje em dia, principalmente nesta época do ano - vejam, há aí uma boa oportunidade de negócio para os senhores.
Como disse, voltarei aqui em um futuro breve apenas para tripudiar sobre as "manjubas" (acho que sardinha é um peixe muito grande para alguns por aqui).
(certamente, estarão aqui as "manjubas" a proclamarem: " Viva a Vale! Vale, minha queridinha! Vale, Vale, Vale !).
Vão aos tomates.
113797 de 200491
cdabr
2300 20/02/2008Vc deve estar comprado... nao precisa ter raiva.. tá comprado, nao vendeu no momento certo, paciencia!!
sim senhor mas é tao pouco que nao da pra ficar nem com raiva...passar bem
113798 de 200491
Perrera
692 04/09/2007113799 de 200491
lfpaula
19213 01/11/2006A propósito eu odeio indicação de corretoras e venho tentando demonstrar isso aqui há muito tempo.
Já comentei várias vezes, Tipo: Corretora XYX recomenda. E no fim do pregão tem saldo negativo em todas que recomendou.
Outro dia aqui eu cheguei a dizer, com ironia, que isso deveria caber PROCOM,
(P. ENG) claro gozando.
Não preciso nem dizer que não sigo nenhuma delas. rsss
eplopes respeito sua opinião e até entendo, em parte. Mas a corretora indica um papel em que ela acredita, e o que você vê ao final de um pregão não é a decisão dela e sim dos seus clientes que operam através dela. São coisas diferentes.
113800 de 200491
eplopes
15070 09/04/2007brejo.Campanha dê uma banana pro mercado, participe.
Phirata
O bom é quando a bolsa cai.
Toda vez que o papel cai 1 real, compra-se o dobro da compra anterior. Não tem erro
Com Blue Ships. Só precisa se ter dinheiro pra isso.
É nao tem erro... o chamado preço merdio!!! É assim que se perde dinheiro mais rapidamente!!!
100 x 49,00 = 4.900,00
200 x 48,00 = 9.600,00
400 x 47,00 = 18.800,00
800 x 46,00 = 36.800,00
1.600 x 45,00 = 72.000,00
3.200 x 44,00 = 140.800,00
6.600 x 43,00 = 283.800,00
13.200 x 42,00 = 554.400,00
26.100 ............1.121.100,00
Quando ela voltar a 49,00. Porque volta mesmo.
26.100,00 x 49,00 = 1.278.900,00
lucro = 157.800,00
perrera
Sempre lucrei fazendo isso. Sempre.