Momento B3: Índice opera em baixa cauteloso a guerra comercial entre os EUA e China

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O Índice da bolsa paulista, o Ibovespa, opera próximo da estabilidade o pregão desta terça-feira (19). Por volta das 11h30, a moeda ampliava 0,02%, a 69.830,43 pontos, na medida que seu volume financeiro estava na casa dos R$ 1.072.067 bilhão. Segundo o G1, o índice repercute a cena política brasileira que segue temerosa para os investidores, uma vez que as eleições presidenciais se aproximam com os pré-candidatos poucos comprometidos com reformas futuras na cena fiscal.

Do lado estrangeiro, a cautela gira em torno das retaliações comerciais entre os Estados Unidos e a China nos últimos dias. Pequim e Washington seguem em um clima tenso depois que Donald Trump, presidente americano, ameaçar o país com tarifas de 10% sobre US$ 200 bilhões de importações. Pequim revidou e disse que pode retaliar.

O dólar segue em alta de 0,52%, comprado a R$ 3,7579, e vendido a R$ 3,7596.

Em contrapartida, o euro recuava 0,23%, comprado a R$4,3475, e vendido a R$4,3499

Destaques

A Vale (VALE3) opera o pregão com forte queda de 3,6%, negociada a R$ 47,40. Os ativos da siderúrgica é impactado, principalmente pela a queda do minério de ferro no exterior e o conflito fiscal entre os EUA e a China. Com o mesmo viés, os ativos da Usiminas (USIM5) despencavam 2,6%, vendido a R$ 7,20.

Na direção contrária, o Banco do Brasil (BBAS3) liderava o ranking com alta de 3,4%, negociado a R$ 25,35, repercutindo a decisão da Ficth Ratings nesta segunda, em reafirmar o rating do banco em BB-,  para perspectiva estável. Na segunda posição está o Bradesco (BBDC4) com 3,6%, vendido a R$ 25,80. Segundo a Folha de S. Paulo, os clientes do instituição financeira poderão ter acesso ao sistema Apple Pay a partir do próximo mês. E por último está a  Itaúsa (ITSA4com alta de 3,4%, comercializada a R$ 8,89.

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