AES Tietê (TIET11) pagou R$ 32 milhões para dizer não à Eneva, diz jornal

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De acordo com o colunista Lauro Jardim do jornal O Globo, a AES Tietê pagou R$ 32 milhões para dizer não à Eneva.

Para decidir que não aceitaria negociar seu controle com a Eneva, a AES Tietê pagou o montante para o Bradesco, BNP Paribas e Santander e ao Cescon, Barrieu, Flesch e Barreto Advogados  pela assessoria que prestaram na análise da oferta que a empresa recebeu.

A empresa de geração e comercialização de Energia Elétrica, com valor de mercado hoje de 6 bilhões, é negociada na B3 através dos ativos: (BOV:TIET3), (BOV:TIET4) e (BOV:TIET11).

O presidente da AES Tietê afirmou na teleconferência dos resultados do primeiro trimestre que a empresa estaria aberta a avaliar uma eventual nova oferta da Eneva para combinação dos negócios das companhias, que poderia ser levada para deliberação em assembleia de acionistas.

Uma primeira proposta da Eneva, apresentada em 1° de março, foi rejeitada pelo conselho de administração da AES Tietê. O negócio envolveria 6,6 bilhões de reais, sendo 2,75 bilhões em dinheiro e o restante em ações.

AES Tietê lucra R$ 75,3 milhões no primeiro trimestre de 2020

A AES Tietê reportou lucro líquido de R$ 75,3 milhões de reais no primeiro trimestre (1T20), avanço de 21,5% em comparação com igual período do ano anterior. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de R$ 312,8 milhões de reais, apresentando crescimento de 18,3% no comparativo com o 1t19.

“Tivemos um grande primeiro trimestre, fruto da estratégia comercial e do crescimento da companhia, que deixou o balanço mais fortalecido”, disse em comunicado a diretora financeira da empresa, Clarissa Sadock.

Dividendos de R$ 82 milhões em maio

A AES Tietê aprovou a distribuição de dividendos no valor R$ 89,2 milhões, para os investidores com ações no dia 11 de maio de 2020. A partir do dia 12 de maio, as ações serão negociados como “ex-dividendos”.

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