Banco do Brasil: vice-presidentes Carlos André e Mauro Neto renunciam

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O Banco do Brasil informou que Carlos José da Costa André renunciou por motivo de aposentadoria ao cargo de Vice-Presidente Gestão Financeira e de Relações com Investidores e o Mauro Ribeiro Neto renunciou por motivos “pessoais” ao cargo de Vice-Presidente Corporativo.

O comunicado foi feito pela empresa (BOV:BBAS3), nesta terça-feira (13).

O BB informou que José Ricardo Fagonde Forni, atualmente Diretor de Suprimentos, Infraestrutura e Patrimônio, e Ênio Mathias Ferreira, atualmente Diretor de Governo, tiveram seus nomes indicados aos cargos de Vice-Presidente Gestão Financeira e de Relações com Investidores e de Vice-Presidente Corporativo, respectivamente.

Ricardo Forni é graduado em Ciências Econômicas pela Universidade de Brasília-UnB, possui MBA Finanças pelo IBMEC, certificação avançada em Inovação pelo IMD (Suíça) e diversos cursos de finanças e gestão de riscos no Brasil e no exterior. Trabalha desde 1986 no Banco do Brasil.

Ênio Ferreira tem especialização em Gestão Pública pela FUNDACE/USP, Marketing pela PUC-RJ, MBA Executivo em Negócios Financeiros pela UFC e cursos de extensão na University of Chicago Booth School of Business e em Liderança e Inovação pela Harvard Kennedy School. Trabalha desde 1986 no Banco do Brasil, tendo dedicado dezesseis anos de sua carreira à Diretoria de Governo, quatro dos quais, de 2014 a 2018, como gerente executivo.

Ainda exerceu o cargo de gerente executivo na Diretoria de Tecnologia, entre dezembro de 2012 e janeiro de 2014. Também exerce cargo de conselheiro fiscal na EloPar e presidente do conselho deliberativo da BB Previdência.

Na segunda-feira, 12, o Diretor Comercial Varejo do BB renunciou ao cargo.

A empresa pretende divulgar os resultados do 1T21 no dia 06 de maio.

Lucro do BB soma R$ 13,8 bilhões em 2020, queda de 22,2%

Banco do Brasil (BB) registrou lucro líquido ajustado de R$ 13,884 bilhões em 2020, queda de 22,2% em relação a 2019 com impacto da pandemia.

Segundo o BB, o lucro foi influenciado, principalmente, pelo aumento da PCLD ampliada em 47,6%, impactada, principalmente, pela antecipação de provisões prudenciais que somaram R$ 8,1 bilhões. Apesar disso, o Resultado Estrutural cresceu 5,9% o que demonstra a resiliência do desempenho operacional no período.

Destaques positivos em 2020 foi o aumento da margem financeira bruta em 5,1%, Despesas Administrativas estáveis com variação de 0,1% e queda do risco legal em 51,1%. O RSPL foi de 12,0%.

4T20

O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,695 bilhões no quarto trimestre do ano passado, queda de 20,1% ante igual período de 2019. Em relação ao trimestre anterior, contudo, houve expansão de 6,1%.

Segundo o relatório que acompanha o balanço do banco, a piora na comparação anual é explicada principalmente pelo aumento das provisões para créditos de liquidação duvidosa, no conceito ampliado, que cresceram 47,6% no quarto trimestre ante igual período de 2019, influenciadas pela antecipação de provisões prudenciais, que somaram R$ 8,1 bilhões. Já o crescimento verificado em comparação ao terceiro trimestre está relacionado à redução de 6,3% das provisões no conceito ampliado, à expansão de 1,5% nas receitas com prestação de serviços, ao avanço de 1,1% na margem financeira bruta. A carteira de crédito do banco chegou ao fim de 2020 com saldo de R$ 742 bilhões, alta de 1,5% em relação ao que tinha em setembro e de 9% em comparação ao nível de dezembro de 2019.

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