Confira os Indicadores Econômicos desta quinta-feira (22/04/2021) - BCE, Taxa de Juros, Pedidos de seguro-desemprego…

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Confira os principais indicadores econômicos desta hoje, em destaque em destaque o Banco Central Europeu decidiu nesta quinta-feira, manter sua política inalterada, e o número de americanos que entraram com novos pedidos de seguro-desemprego ficou abaixo do esperado na ultima semana.

Brasil

  • Fluxo cambial total no ano até 16 de abril é positivo em US$ 9,470 bilhões

O Banco Central (BC) informou nesta quinta-feira, que o fluxo cambial total de abril é positivo em US$ 747 milhões, enquanto o fluxo financeiro até o dia 16 é negativo em US$ 660 milhões.

O fluxo financeiro na semana de 12 a 16 de abril ficou positivo em US$ 83 milhões, e o fluxo comercial até o dia 16 é positivo em US$ 1,407 bilhão. Na semana passada, ficou positivo em US$ 676 milhões.

No total em 2021, o fluxo cambial até dia 16 de abril, é positivo em US$ 9,470 bilhões; na semana passada ficou positivo em US$ 759 milhões.

  • Prévia da Sondagem da Indústria sinaliza quarta queda consecutiva

A prévia da Sondagem da Indústria de abril sinaliza queda de 1,1 ponto do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final de março, para 103,1 pontos. Se o resultado se confirmar, essa será a quarta queda consecutiva, retornando ao menor patamar desde agosto de 2020 (98,7 pontos).

A queda no resultado prévio da confiança industrial ocorre influenciado pela piora da situação corrente, com as expectativas se mantendo constantes para os próximos meses. O Índice de Situação Atual caiu 2,3 pontos, para 109,1 pontos, o menor nível desde setembro de 2020. O Índice de Expectativas, mantido em 97,1 pontos, permanece em seu menor nível desde julho de 2020.

O dado preliminar do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (NUCI) indica redução de 2,7 pontos percentuais (p.p.), para 75,6%, menor nível desde agosto de 2020 (75,3%). Em médias móveis trimestrais, o NUCI apresentaria a terceira queda consecutiva (77,7%).

Europa

  • BCE/Lagard: perspectiva de curto prazo segue comprometida por incertezas ligadas à pandemia

A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, disse hoje que a perspectiva de curto prazo da zona do euro segue comprometida por incertezas ligadas à pandemia de covid-19 e aos esforços de vacinação contra a doença.

Em coletiva de imprensa que se seguiu à decisão do BCE de manter sua política monetária inalterada, Lagarde ressaltou, porém, que a expectativa é de forte recuperação da atividade econômica da zona do euro ao longo de 2021, à medida que os esforços de vacinação progredirem e medidas de restrição forem retiradas.

Lagarde disse também que a inflação da região ganhou força nos últimos meses, graças a fatores temporários e a um aumento nos preços de energia, mas destacou que as pressões inflacionárias subjacentes permanecem contidas, num “contexto de significativa ociosidade e demanda ainda fraca”.

  • BCE mantém as taxas de juros e compra de títulos inalteradas

O Banco Central Europeu decidiu nesta quinta-feira, manter sua política inalterada, enquanto os participantes do mercado procuram por pistas sobre quando seu massivo estímulo monetário poderá começar a ser reduzido.

“O Conselho do BCE decidiu reconfirmar a sua postura de política monetária muito acomodatícia”, disse o BCE numa declaração.

A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, responderá a perguntas após a última reunião.

O banco central disse no mês passado que aumentaria as compras de títulos do governo – embora ainda dentro do envelope planejado de € 1,85 trilhão (US$ 2,2 trilhões) até março de 2022 – para lidar com o aumento dos rendimentos dos títulos na zona do euro. Na época, o BCE expressou preocupação com o aumento acentuado dos custos dos empréstimos para os governos da área do euro antes que a economia se recuperasse totalmente do choque do coronavírus.

Como resultado, dados do Deutsche Bank mostraram que o BCE comprou € 74 bilhões em títulos em março, ante € 53 bilhões e € 60 bilhões em fevereiro e janeiro.

  •  Índice de confiança do consumidor da zona do euro avançou para -8,1 na preliminar de abril

O índice de confiança do consumidor da zona do euro avançou de -10,8 em março para -8,1 na preliminar de abril, informou nesta quinta-feira, 22, a Comissão Europeia. Analistas ouvidos pelo Wall Street Journal projetavam estabilidade.

Em relatório, o braço executivo da União Europeia aponta que, com a alta mais recente, o indicador está ainda mais acima de sua média de longo prazo, de -11,1.

Estados Unidos

  • Pedidos de seguro-desemprego semanais nos EUA ficou abaixo da expectativa

O número de americanos que entraram com novos pedidos de seguro-desemprego ficou abaixo do esperado na ultima semana, a lenta recuperação do mercado de trabalho acelerou seu ritmo, com menos americanos a caminho da linha de desemprego, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira.

Os primeiros pedidos de seguro-desemprego totalizaram 547.000, abaixo da estimativa do Dow Jones para 603.000.

O total representou uma queda ainda maior nos sinistros e deixa o quadro de empregos mais próximo de onde estava antes da pandemia, embora ainda haja muito caminho a percorrer.

Com os casos da Covid-19 em declínio e mais estados relaxando as restrições de negócios, as empresas novamente procuram contratar antes do que se espera que seja um verão de atividade quase normal nos EUA

  • Índice de atividade econômica dos EUA ficou acima do esperado em março

A atividade econômica dos Estados Unidos cresceu em março, depois de cair no mês anterior, em meio a fortes dados de produção, consumo pessoal e habitação, informou o Federal Reserve Bank (Fed, o banco central americano) de Chicago nesta quinta-feira.

O Índice de Atividade Nacional do Fed de Chicago (CFNAI, na sigla em inglês) subiu para 1,71 em março, de uma revisão de menos 1,20 em fevereiro. O número, que é o maior desde julho de 2020, supera o consenso dos economistas ouvidos pela FactSet, que esperavam que o indicador ficasse em 0,90.

A leitura de março coincide com a forte melhora econômica no mês, confirmada por dados sólidos, como vendas no varejo, produção industrial e geração de empregos apontada no relatório do mercado de trabalho.

  • Vendas de casas nos Estados Unidos caíram para o mínimo de sete meses em março

As vendas de casas nos Estados Unidos caíram para o mínimo de sete meses em março, puxadas por uma escassez aguda de propriedades, o que está aumentando os preços e tornando a aquisição de uma casa mais cara para alguns compradores de primeira viagem.

As vendas de casas existentes caíram 3,7% para uma taxa anual ajustada sazonalmente de 6,01 milhões de unidades no mês passado, o nível mais baixo desde agosto de 2020, disse a Associação Nacional de Corretores de Imóveis nesta quinta-feira. As vendas caíram em todas as quatro regiões.

Economistas previam vendas a uma taxa de 6,19 milhões de unidades em março. A segunda queda mensal consecutiva nas vendas foi marcada por uma queda acentuada nos contratos assinados e nos pedidos de empréstimos para aquisição de casa própria em fevereiro.

Ásia

=> Os resultados de indicadores dos países asiáticos saem após o encerramento das negociações das Bolsas ocidentais, em virtude do fuso horário, portanto, apenas  disponíveis no próximo dia, aguarde para mais atualizações…

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