A Cyrela aprovou a realização da 15ª emissão de debêntures simples, no valor de R$ 40 milhões de reais, para colocação privada, em série única.
O comunicado foi feito pela empresa (BOV:CYRE3), nesta segunda-feira (31).
Serão emitidas 40.000 debêntures com valor nominal unitário de R$ 1.000,00. As debêntures terão prazo de vencimento de 36 meses contados da data de emissão.
Sobre o valor nominal unitário das debêntures incidirão juros remuneratórios correspondentes a uma taxa de 7% ao ano, base 252 dias úteis.
Cyrela (CYRE3): lucro líquido de R$ 192 milhões no 1T21, crescimento de 588,4%
A Cyrela Brazil Realty reportou lucro líquido de R$ 192 milhões no primeiro trimestre de 2021, valor 6,88 vezes maior (+588,4%) na comparação com o primeiro trimestre do ano anterior.
A expansão do lucro foi puxada pelo avanço do faturamento com o maior volume de obras em andamento de unidades já comercializadas (no setor de construção a receita avança de acordo com andamento das obras), além do maior volume de vendas no período.
As vendas somaram R$ 908 milhões no primeiro trimestre, alta de 32,2%.
A receita líquida nos três primeiros meses de 2021 subiu 89,6% na mesma base de comparação e totalizou R$ 1,004 bilhão. A margem bruta subiu 1,8 ponto porcentual, para 34,5%.
A companhia não divulga a métrica de ebitda – lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização.
Também houve ganho com o resultado financeiro, que gerou uma receita de R$ 11 milhões, crescimento de R$ 265% em comparação com a receita de R$ 3 milhões de um ano antes.
O Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE, na sigla em inglês) da construtora alcançou 36,7% nos últimos 12 meses. No trimestre, a empresa teve geração de caixa de R$ 70 milhões, uma queda de 84,1% quando comparado ao mesmo intervalo do ano anterior.
De acordo com a companhia, a dívida total (bruta sem juros a pagar) somava R$ 2,671 bilhões, 1% menor que o visto no mesmo período do ano anterior. Já a dívida líquida da Cyrela, por sua vez, era de R$ 227 milhões ao final do trimestre, queda de 23,8% na comparação anual.
A alavancagem, medida pela relação dívida líquida por patrimônio líquido, era de 3,8% no período, 1,3 ponto percentual (pp) menor que o visto no mesmo intervalo de 2021.