A Petrobras, em relação à notícia veiculada na mídia sobre o desinvestimento dos gasodutos das Rotas 1, 2 e 3, esclarece que é inverídica a informação de que foi definido o modelo de venda destes ativos e tampouco os percentuais a serem vendidos pela companhia.
O comunicado foi feito pela petroleira (BOV:PETR3) (BOV:PETR4) nesta quarta-feira (09). Confira o documento na íntegra.
A Petrobras, no âmbito de sua gestão ativa de portfólio, já iniciou estudos para desinvestimento destes gasodutos, que fazem parte da carteira de ativos à venda pela companhia, conforme divulgado no Plano Estratégico 2021-2025.
A companhia manterá o mercado informado a respeito de eventuais informações relevantes sobre o assunto.
Lucro líquido de R$ 1,17 bilhão no 1T21, revertendo prejuízo
O lucro líquido aos acionistas da Petrobras somou R$ 1,17 bilhão no primeiro trimestre, após prejuízo um ano antes. O resultado foi R$ 58,7 bilhões inferior ao quarto trimestre do ano passado, refletindo o impacto da variação cambial no resultado financeiro devido à desvalorização do real frente ao dólar e às reversões de impairment e dos gastos passados com o plano de saúde, ambos ocorridos no trimestre anterior.
A receita líquida cresceu 14,2%, para R$ 86,17 bilhões, em base de comparação anual e foi 4,9% superior ao quarto trimestre, devido, principalmente, à valorização de 38% nos preços do Brent.
O lucro recorrente, que desconta dos resultados eventos que melhoraram ou pioraram o resultado da empresa e não devem se repetir em outros períodos, somou R$ 1,45 bilhão, impactado pelo efeito da depreciação do real sobre a dívida.
O ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – somou R$ 49,53 bilhões, após resultado negativo de R$ 29,682 bilhões no primeiro trimestre de 2020. Em termos ajustados – que excluem da conta participações em investimentos, reavaliações nos preços de ativos, resultados com desinvestimentos e realização dos resultados por venda de participação societária -, o ebitda aumentou 30,5%, para R$ 48,949 bilhões.