Santos Brasil: acionistas passam a deter 4,98% do capital da companhia

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A Santos Brasil recebeu correspondências de seus acionistas Richard Klien e Santander Fundo de Investimento, notificando a alienação de participação acionária na companhia.

O comunicado foi feito pela empresa (BOV:STBP3) nesta quinta-feira (02). Confira o documento na íntegra.

Os referidos acionistas informam que passaram a deter, em conjunto, 43.035.021 ações ordinárias, correspondentes a 4,98% do capital da Santos Brasil.

Conforme as correspondências recebidas, as referidas transferências não objetivaram alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da Companhia; Richard Klien e RK FIA não possuem outros valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações da SBPAR; e não foram celebrados quaisquer acordos ou contratos regulando o exercício do direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários de emissão da Companhia.

Santos Brasil (STBP3): lucro líquido de R$ 30,9 milhões no 1T21, revertendo prejuízo

A Santos Brasil registrou lucro líquido de R$30,9 milhões no 1T21, revertendo o prejuízo líquido de R$13,3 milhões no 1T20.

receita líquida consolidada da Santos Brasil somou R$314,6 milhões no 1T21, crescimento de 40,6% em relação ao 1T20, em especial, puxada pelo acentuado crescimento no volume de movimentação de contêineres nos terminais portuários;

ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – de R$106,1 milhões no 1T21, 175,6% superior ao 1T20, com margem de 33,7%. A maior contribuição ao crescimento do ebitda é oriunda das operações do Tecon Santos. Em base recorrente, o ebtida foi de aproximadamente R$100 milhões, crescimento de 174,7%, com margem de 31,7%;

No terminal de contêineres em Santos, principal negócio do grupo, a movimentação teve alta de 22% no trimestre, com um total de 285 mil contêineres movimentados. O crescimento foi impulsionado tanto pelas exportações, que seguiram fortes, quanto pelas importações, que vêm em alta desde o fim de 2020, quando indústria e varejo passaram a repor seus estoques com maior intensidade. Em seu relatório, a companhia destacou as importações dos setores automobilístico, químico, farmacêutico e de bens consumo.

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