A Engie Brasil Energia (BOV:EGIE3) prestou esclarecimento à B3 sobre a notícia veiculada pelo jornal Valor Econômico sob o título “Projeto da Engie no PR é suspenso na Justiça”.

Na reportagem consta, entre outras informações, que o projeto “Gralha Azul”, com investimentos de R$ 2 bilhões, foi paralisado por uma liminar concedida pela Justiça do Paraná, depois de ONGs terem movido uma ação civil pública questionando a validade dos estudos de impacto ambiental das linhas que passariam por áreas sensíveis e protegidas.

Em comunicado de esclarecimento feito nesta terça-feira (13), a Engie afirmou que o processo de licenciamento ambiental do ST Gralha Azul teve início há mais de 2 anos, seguiu estritamente todas as normas técnicas e legais aplicáveis, e foi conduzido de forma transparente pelo órgão ambiental competente – Instituto de Água e Terra (IAT) do Paraná.

“Ainda é relevante citar que a Concessionária de Transmissão tem realizado iniciativas voluntárias adicionais para minimizar a necessidade de supressão de vegetação, por meio de técnicas inovadoras, algumas delas nunca antes utilizadas pelo setor em tal magnitude, como a utilização de torres elevadas e o lançamento em larga escala de cabos por meio de drones. Essas medidas, somadas, fazem com que a supressão da vegetação seja inferior a 4% (quatro por cento) da área diretamente afetada pelas linhas de transmissão do projeto”, destacou a empresa de energia.

A Engie destacou que o uso dos drones, por si só, já permitiu a redução de aproximadamente 50% da necessidade de supressão de vegetação.

“Apesar de toda a sua regularidade e transparência, o processo de licenciamento foi questionado por organizações não governamentais, que ajuizaram a referida Ação Civil Pública”, destacou no comunicado.

A companhia informou que busca atualmente demonstrar ao Poder Judiciário o cumprimento de todos os procedimentos legais e seu compromisso e respeito ao meio ambiente, buscando preservar assim a legítima continuidade das atividades de implantação das linhas de transmissão.

Novo CEO a partir de 2021

A francesa Engie nomeou uma executiva do setor de serviços de petróleo para executar sua estratégia de redirecionamento para energia renovável e redes. A Engie vinha buscando um novo CEO desde fevereiro.

A Engie disse em um comunicado que nomeou a executiva Catherine MacGregor, da empresa franco-americana de serviços petrolíferos TechnipFMC como nova CEO a partir de 1º de janeiro de 2021.

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