faivel
- Dono
- 281
- 28/11/2006
Olá colegas investidores Braskem,boa noite !
Criei o tópico com o objetivo de reunir,se possível,um grande nú -
mero de investidores, a fim de trocar idéias, informações,gráficos
fundamentos,fatos relevantes, enfim informes que possam adicionar-
elementos para uma possível tomada de posição.Estou a par de tudo-
que diga respeito a empresa e ficarei mais tranquila,se puder dis-
cutir com os colegas que têm interesses comuns..
Por favor,coloquem seu ponto de vista e outros detalhes a respeito
da péssima performance da empresa.Estou nela dd.2004.Estou no limi
da m/paciência,mesmo considerando longo prazo.
sucesso para todos e um abraço.Até logo mais!
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Comentários
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Belacintra
409 01/08/2007562 de 5315
webloo
66695 26/06/2007vejam,para eles pouco importa se o petr. sobe ou desce porque tornaram-se mais competitivos.não sou eu quem diz mas penso exatamente da mesma forma.foi essa possibilidade que me fez investir em brkm5 para LP.como o Belacintra disse os próximos resultados devem confirmar ou não essa expectativa.por enquanto brkm5 vai sofrendo por sua previsibilidade até que o mercado mude sua atitude em relação ao ativo.
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JR1960
829 26/04/2007Estou muito longe de ser analista porem acredito ser bastante dificil entender o Luis Broad da Agora que afirmou que o IIItri sera inferior ao II. Mas tudo bem , veremos.
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Belacintra
409 01/08/2007BRASKEM - Weak 3Q impacted by lower pricing / higher naphtha costs
EPS - Adj for Goodwill 0.02 0.27 (0.06) -92% -140%
Weak results led by poor operating results, partially offset by FX gain. We expect Braskem to report weak results in Q3. Earnings at Braskem are expected to come in at R$121 mn or US$0.27/shr, 57% below Q2-07’s R$281 mn or US$0.64/shr. Absent an estimated R$177 mn FX gain, results should be a
loss of R$56 mn.
The weak quarter should reflect flat volumes and lower pricing for both aromatics (est. -10% in Real terms) and resins (est. -2% in Real terms). This should more than offset somewhat higher PVC prices (est. +8-10% in Real terms). Earnings should also be affected by the rise in naphtha prices, which hit an all time high in 3Q, averaging $668/ton. The outlook for Q4 results looks gloomy, given that feedstock costs are remaining high, averaging $732/ton so far in Q4. Reiterate Sell.
Table 8: Braskem 3Q07 Earnings Preview (R$)
3Q07E 3Q06A 2Q07A YoY QoQ
Net Revenues 4,776 3,277 4,969 NMF -4%
Operating Income 436 238 575 NMF -24%
EBITDA 769 461 921 NMF -17%
Net Income 121 (64) 281 NMF -57%
EPS 0.27 (0.18) 0.64 NMF -57%
Source: Merrill Lynch and Company reports
29 October 2007
... Estratégias? Opinem!
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lamequebulhoes
3110 04/08/2007566 de 5315
webloo
66695 26/06/2007567 de 5315
JR1960
829 26/04/2007Belacintra , eu ja nem me preocupo mais . Nao vejo muito o que fazer , alem do que estou fazendo. Espero ter netos um dia e quem sabe o ativo sera-lhes util, rs..
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Belacintra
409 01/08/2007Nelson / Thomson Financial company
BRASKEM SA Consensus Recommendation: BUY
Released : Thursday, October 25, 2007 2:46 PM
Company: BRASKEM SA
Consensus Recommendation: BUY
(Strong Buy: 3, Buy: 7, Hold: 3, Underperform: 0, Sell: 1)
Quarter Consensus Estimate [Q4]: 270.00
FY Consensus Estimate [FY2007]: 1027.67
Next FY Consensus Estimate [FY2008]: 1054.50
Industry: BASIC/CHEMIC
Estimates reported in BRL
Copyright 2007 Nelson Information, a Thomson Financial company
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Belacintra
409 01/08/20071) Aguardar os resultados.
2) Operar, operar, e operar nas oscilações sem jamais encarteirar.
3) Ainda acredito que IV tri em diante mostrará bons resultados.
Me corrijam se estiver errado.
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Belacintra
409 01/08/2007GAZETA MERCANTIL
Página A-4(Sabrina Lorenzi, Juan Velasquez e Ana Paula Machado)
30 de Outubro de 2007
Barril acima de US$ 93 provoca repasse e pressiona as margens das petroquímicas. A escalada do preço do barril de petróleo, que ontem bateu novo recorde, traz conseqüências amargas para a indústria brasileira. A Petrobras deve anunciar amanhã novos preços para nafta, óleo combustível e querosene de aviação. O mercado aguarda os maiores reajustes dos últimos dois anos. Os reajustes variam por produto e podem chegar a dois dígitos em dólar. "Vamos ter problemas seriíssimos. Ou a Petrobras adota uma política global para todos os combustíveis, ou quebramos", diz Merhege Cachum, da Associação Brasileira das Indústrias de Plásticos, que espera avanço de até 15% da nafta. Espremidas entre o novo avanço na matéria-prima e a forte concorrência na importação de produtos plásticos, as petroquímicas terão de absorver o aumento de custo. Para se proteger, a TAM, por exemplo, fez operações de hedge.
Gente,
Obviamente que as ações já precificam toda e qualquer notícia (boa/ruim), razão pela qual NADA MUDA, e continuarei operando nas oscilações tirando meus +5% mensais. Em relação aos resultados do III tri, tomara sejam bons, porém, como já tinha comentado várias vezes, a minha decisão de continuar ou não com o ativo, sim ou sim, esperará pelos resultados do IV tri. A razão da minha espera obedece a que acredito em:
1) Queda do oil depois do inverno em USA.
2) Mais alta no preço das resinas.
3) Mais repasse de custos.
4) Amadurecimento das novas sinergias (ativos incorporados).
5) Maior volume de vendas em função do fim do ano + PIB Brasil em alta.
6) Etc
Alguma opinião?
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JR1960
829 26/04/2007a nafta havia "descolado-se" .Agora com a alta , no dia 13 irei indaga-lo se ainda esta " descolada". Continuo tambem com a mesma estrategia , e estou sentindo que a compra de ontem ira embora hoje mesmo.
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Belacintra
409 01/08/2007Eu não acredito que possa assitir a apresentação dos resultados, porém JR, seria muito bom se no dia da apresentação, vc puder "meter o dedo na ferida" levantando a pior da pior das hipoteses (a falência da BRKM5 por falta de margens de lucro), só para ver a reação do pessoal da BRKM5. Se de casualidade vc vai no evento, e se vc puder fazer esse questionamento, seja em público ou em privado, eu lhe ficarei muito agradecido por saber a resposta.
573 de 5315
webloo
66695 26/06/2007574 de 5315
Belacintra
409 01/08/2007575 de 5315
Belacintra
409 01/08/2007Alta da resina redireciona a cadeia do plástico
As indústrias da segunda geração petroquímica Braskem, Ipiranga Petroquímica e Suzano Petroquímica programam reajustes de 10% a 15% nos preços das suas resinas termoplásticas. Com isso, a cadeia de transformação decidiu antecipar suas compras e estoques de plásticos, e já estuda adquirir o produto via importação por conta da alta dos preços nacionais.
Um levantamento da Comissão Setorial de Resinas Termoplásticas (Coplast) mostra que, de janeiro a março de 2006, as vendas internas de termoplásticos cresceram 14,5% em relação ao mesmo período de 2005, somando 812,2 mil toneladas, ante as 708,9 mil do ano anterior. A produção de resinas, no período, cresceu 11,68%, atingindo 1,1 milhão de toneladas. “Além do anúncio do aumento de preço da segunda geração, o baixo estoque impulsionou o aumento da demanda da indústria de transformação”, avalia José Ricardo Roriz Coelho, coordenador do Coplast e presidente do Sindicato da Indústria de Resinas Plásticas (Siresp). A Ipiranga Petroquímica (IPQ), que havia anunciado em março reajustar, a partir de abril, de 10% a 15% o preço do polietileno de alta densidade (PEAD) e do polipropileno (PP) voltou atrás e preferiu aplicar o reajuste em partes devido à dificuldade na negociação com os transformadores, que não conseguem absorver os aumentos. Neste mês, a IPQ já obteve reajuste médio de 5% a 10%. “E esperamos conseguir repassar o restante em maio”, afirma Eduardo Tergolina, diretor comercial da empresa. Segundo ele, as vendas da IPQ, em volume, foram de 12% a 15% superiores no primeiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2005, porém a alta do preço do barril do petróleo, na faixa dos US$ 65 a US$ 70, reduz as margens da petroquímica. “No caso da exportação, em que competimos com os fabricantes internacionais que contam com preços mais atrativos que os nossos, tivemos uma retração de 5%”, cita Tergolina. Já a Suzano Petroquímica, líder na produção de PP na América Latina, afirmou que irá atualizar em 10% o preço de suas resinas — assim como a Braskem — e não descarta novos reajustes no segundo semestre de 2006. “Estamos repassando o preço que não conseguimos atualizar há dois meses”, afirma Roriz Coelho, também diretor superintendente da Suzano.
A Bahia PET, que produz 420 milhões de pré-formas de polietileno tereftalato (PET) por ano para embalagens de bebidas carbonatadas e não carbonatadas, avalia o reajuste “inoportuno” ao segmento. Roberto Carlos de Souza, presidente da companhia, diz que o setor passa por uma grande retração, principalmente, no segmento de embalagens.
A Rionil, fabricante de embalagens de PVC, e a Fibranew, produtora de artefatos de vidro, sediadas no Rio de Janeiro, afirmam que não têm como absorver novos aumentos e que se verão obrigadas a repassar na íntegra os reajustes para os clientes. A Rionil, que compra de 400 a 500 toneladas de PVC por mês, tem como principal fornecedora a Braskem, que já tentou reajustar seus preços este ano, mas encontrou resistência por parte da companhia. A Rionil teme não ser bem-sucedida em uma nova queda-de-braço num momento em que começa a sofrer forte concorrência de empresas argentinas, em função do Real apreciado. A disputa com os estrangeiros já é percebida nas vendas da companhia. “O ano começou pior do que esperávamos”, afirmou uma fonte da empresa. Com o reajuste, as vendas de 600 toneladas mensais de embalagens tendem a cair, segundo esta fonte. Com um faturamento de US$ 10 milhões, a Rionil ainda não foi comunicada sobre o reajuste, embora a Braskem seja sócia da empresa, com um terço das ações da companhia. De acordo com a Rionil, as negociações se dão como com os demais clientes da petroquímica: não há acordos de exclusividade ou condições diferenciadas de compra. Vera Rodrigues, responsável pelo setor de compras da Fibranew, que consome resinas de poliéster para confecção de peças de vidro, afirma que a companhia já sofreu aumento de outros insumos como álcool e do redutor. “Não vamos suportar mais um reajuste”, diz. Segundo ela, as empresas consumidoras de produtos petroquímicos estão trabalhando no limite da margem de lucro. Ela lembra que o último reajuste do poliéster foi em meados de 2005.
A Polo Films, que adquire 100% de seu polipropileno (PP) de fabricantes nacionais como Braskem, IPQ e Suzano Petroquímica, já sente os impactos do reajuste. Sem detalhar o repasse que vem sofrendo, a companhia, que tem uma capacidade produtiva de 66 mil toneladas anuais de filmes de polipropileno biorientado (BOPP), afirma que a demanda reprimida do primeiro trimestre de 2006 e o dólar baixo podem estimular a importação de resina. “Avaliamos constantemente a opção de importação de resinas das mais distintas regiões do mundo. Se o preço do produto nacional continuar a subir, podemos voltar a adquirir do exterior, como já fizemos em anos anteriores”, afirma Jorge Vargas Cardoso, presidente da Polo Films, pertencente à Unigel Química.
A “equação” que ditará a compra da resina externa analisará não apenas o preço do produto final mas também os impostos que interferem na composição do valor da resina.
Além das altas dos preços locais, Cardoso afirma que a vantagem da resina internacional está na carga tributária. “O Brasil tem acordos bilaterais com alguns países, a exemplo do Peru, em que o imposto de importação para itens desse país é zero”, justifica.
Sérgio de Paula Funchal, diretor comercial da Expambox, acrescenta que a empresa ainda não sentiu o aumento de preço, porém também admite avaliar o mercado internacional, caso o produto interno deixe de ser competitivo. Fabricantes de acessórios para banheiro, a Expambox utiliza 12% de PP em sua produção.
“Além de comprar resina fora do País, como da China, podemos compensar o aumento de preço do plástico adquirindo outros materiais usados em nossos produtos a um preço mais barato, como é o caso do alumínio”, conclui Funchal.
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webloo
66695 26/06/2007577 de 5315
Belacintra
409 01/08/2007Importação - Importação de resina a preço baixo sofre investigação
O polietileno tereftalato - PET proveniente da China tornou-se o novo alvo de investigações da Camex - Câmara de Comércio Exterior, quase um ano após o órgão impor direitos anti-dumping para a mesma resina, proveniente da Argentina e dos Estados Unidos. O Ministério do Desenvolvimento já recebeu uma solicitação de investigação do PET proveniente da China, mas somente após a publicação da petição no Diário Oficial é que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio poderá se manifestar.
Números oficiais apontam que as importações responderam por quase 40% do PET consumido no Brasil, de janeiro a abril deste ano, sendo que mais de dois terços desse total tiveram origem em países da Ásia. A definição da contenda divide o segmento petroquímico, produtor da resina no País, e fabricantes de bebidas, usuários do PET em suas embalagens.
O preço dos refrigerantes pode subir até 4% se as empresas M&G e Braskem conseguirem direitos compensatórios antidumping do polietileno tereftalato (PET), matéria-prima das garrafas, importado da Ásia de acordo com a Abir - Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes. As fabricantes de PET no Brasil já obtiveram uma resolução a seu favor em setembro no caso da resina proveniente dos Estados Unidos e Argentina em que a Camex - Câmara de Comércio Exterior entendeu que as fabricantes nacionais operavam com margens de lucro comprometedoras.
O assessor de comunicação da M&G, Plínio Carvalho, negou a possibilidade de a indústria química entrar com pedido antidumping contra os países asiáticos.
A indústria de refrigerantes brasileira poderá enfrentar problemas com esse aumento de preços, já que boa parcela do crescimento do mercado no ano passado, em torno de 5% em volume, decorreu da inserção das classes C e D no mercado consumidor. “Caso a M&G entre com o pedido antidumping, uma luz vermelha se acenderá para as indústrias de refrigerantes, as principais consumidoras de PET”, afirma o presidente da Abir, que acusa a M&G de fazer lobby no governo para ter reserva de mercado.
As importações da resina PET continuam a crescer e são significativas no mercado interno, a despeito do direito antidumping concedido pelo governo federal em setembro passado.
De acordo com dados da consultoria Maxiquim, apenas nos quatro primeiros meses do ano foram importadas 70,9 mil toneladas de PET, o equivalente a 40% do consumo nacional no período. Sendo que a Ásia é justamente o principal fornecedor do plástico para o Brasil.
Segundo os dados, 68% das importações são provenientes de países como China e Hong Kong. A Maxiquim explica que, enquanto a tonelada da resina é comercializada por US$ 1,4 mil no País, o produto asiático importado chega a preços entre US$ 1,25 mil e US$ 1,35 mil por tonelada.
A situação pode se agravar a partir do final deste mês, quando está previsto o reajuste dos produtores de resinas. A previsão da Maxiquim é que a tonelada do PET fique, em média, US$ 50 mais cara no mês que vem.
A multinacional italiana M&G está montando um complexo para produção de PET em Pernambuco com capacidade para fabricar até 450 mil toneladas, com investimentos da ordem de R$ 648 milhões para atender principalmente o mercado nacional e latino-americano. “Será uma planta muito competitiva, os preços serão compatíveis com os internacionais”, explica Carvalho. Nas unidades em funcionamento em Poços de Caldas (MG) e Indaiatuba (SP) a empresa produz cerca de 200 mil toneladas por ano da resina. A Braskem, a segunda e última empresa do setor tem capacidade para fabricar 70 mil toneladas de PET por ano. O consumo interno da resina em 2005 foi de 396 mil toneladas de acordo com estimativa da Abipet - Associação Brasileira da Indústria do PET.
De acordo com o presidente da Abir, a M&G e a Braskem só conseguiram provar danos aos fabricantes no Brasil de PET no caso da resina importada dos Estados Unidos e da Argentina porque as plantas industriais das empresas no País estão obsoletas. “A nova fábrica da M&G em Pernambuco terá tecnologia de ponta, só sua produção pode ser comparada com a dos países exportadores porque aí sim será uma resina PET competitiva”, explica José Hoche Pulcherio.
O presidente da Abir afirma também que a M&G quer não só fabricar o PET como transformá-lo, e por isso a interessaria aumentar o preço interno da tonelada para quebrar a indústria transformadora. O assessor de comunicação da M&G nega: “Isso é invencionice, não confere”. De acordo com o presidente da Abipet, Hermes Contesini, a M&G quer estimular que a indústria transformadora da resina se instale próxima a sua nova planta em Pernambuco para que tenha o mercado consumidor próximo.
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webloo
66695 26/06/2007579 de 5315
Belacintra
409 01/08/2007Não queria, porém, vou ligar a RI da BRKM5 para tirar minhas dúvidas. Vou tb procurar respostas fazendo por email as mesmas perguntas às petroquimicas da China, Argentina etc. Se alguém de vcs tiver maiores informações sobre o assunto, agradecerei!
Em qualquer caso, não me canso de insistir que o meu objetivo é afundar no entendimento da BRKM5, não porque vou sair do ativo, e sim, porque quero aprender a explorá-lo melhor.
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webloo
66695 26/06/2007