faivel
- Dono
- 281
- 28/11/2006
Olá colegas investidores Braskem,boa noite !
Criei o tópico com o objetivo de reunir,se possível,um grande nú -
mero de investidores, a fim de trocar idéias, informações,gráficos
fundamentos,fatos relevantes, enfim informes que possam adicionar-
elementos para uma possível tomada de posição.Estou a par de tudo-
que diga respeito a empresa e ficarei mais tranquila,se puder dis-
cutir com os colegas que têm interesses comuns..
Por favor,coloquem seu ponto de vista e outros detalhes a respeito
da péssima performance da empresa.Estou nela dd.2004.Estou no limi
da m/paciência,mesmo considerando longo prazo.
sucesso para todos e um abraço.Até logo mais!
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Comentários
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webloo
66695 26/06/2007Economia:
09/08/07 - Nafta sobe 21% e faz Braskem pedir redução para a Petrobras
A Braskem, maior indústria petroquímica da América Latina, aguarda uma posição da Petrobras em relação a uma redução do preço da nafta, principal matéria-prima da cadeia petroquímica. A estatal, única fornecedora brasileira do insumo, calcula o preço fixo mensal para o derivado de petróleo considerando o preço da nafta do mercado internacional, variação cambial e um prêmio cobrado pelo transporte da nafta.
No segundo trimestre de 2007, o preço médio da tonelada da nafta alcançou US$ 670, um crescimento de 21% em relação ao primeiro trimestre de 2007.
Durante o segundo trimestre de 2007, o custo da Braskem com a nafta cresceu 17% em relação ao primeiro trimestre do mesmo ano, representando um custo adicional de R$ 389 milhões.
Neste período, a empresa comprou cerca de 2 milhões de toneladas de nafta, das quais 62% foram adquiridas da Petrobras e 38% vieram do mercado externo, principalmente do norte da África e da Argentina - ou seja, importou 38% do insumo.
De acordo com José Carlos Grubisich, presidente da Braskem, a empresa apresentou propostas à estatal na tentativa de renegociar o preço da nafta praticado no mercado interno.
"Nós temos uma negociação permanente com a Petrobras em relação ao preço da nafta buscando melhorar a nossa competitividade. Fizemos uma proposta, na qual reivindicamos uma nafta com preço competitivo visando permitir que as empresas petroquímicas brasileiras possam manter o atual perfil de exportação. Nós estamos esperando uma posição da Petrobras nessa questão", afirmou Grubisich.
Sobre a possibilidade de um favorecimento no fornecimento de nafta a Suzano Petroquímica, recém-adquirida pela Petrobras, Grubisich acredita que a estatal irá colocar um quadro de isonomia entre todas as petroquímicas brasileiras.
"Acreditamos que as empresas petroquímicas possam competir em condições de igualdade, possibilitando continuar com seus planos de investimentos e desenvolvimento no setor", afirmou.
Grubisich considera que a Petrobras "vai respeitar o modelo de compromisso com o setor assumido anteriormente", ou seja, de ter participação minoritária nos projetos desse segmento.
A Braskem deve apresentar um crescimento em torno de 24% em 2007. Para 2008, a perspectiva também é positiva, de acordo com José Carlos Grubisich, presidente da Braskem. "Esperamos um cenário positivo para o ano que vem em razão do balanço projetado entre a demanda por resinas plásticas no mercado internacional e a oferta desses produtos, especialmente em virtude do atraso na entrada em operação de novas capacidades produtivas no Irã e de problemas na operabilidade de algumas dessas plantas", afirmou o presidente da empresa.
Preços em alta
Segundo ele, esse cenário indica a manutenção dos preços de resinas termoplásticas em patamares elevados nos mercados internacionais, com impactos positivos na Braskem.
No segundo trimestre deste ano, a receita líquida consolidada da Braskem, apresentada pela primeira vez com os resultados dos ativos da Copesul, Ipiranga Petroquímica e Ipiranga Petroquímica, foi de R$ 5 bilhões, representando um crescimento de 23% em relação ao mesmo período do ano passado. O crescimento de 9% no volume total vendido de resinas e em aromáticos foram os fatores que mais contribuíram para a receita líquida da empresa. "Estamos ganhando market-share no mercado doméstico e no mercado internacional", salientou Grubisich.
O lucro líquido da Braskem foi de R$ 281 milhões no segundo trimestre, totalizando um lucro de R$ 408 milhões no primeiro semestre de 2007. Este valor representa um crescimento de R$ 316 milhões em comparação ao lucro de R$ 92 milhões registrados no primeiro semestre de 2006.
As exportações da Braskem no segundo trimestre de 2007 alcançaram US$ 675 milhões, representado 27% da receita líquida, um crescimento de 33% em relação aos US$ 506 milhões obtidos no primeiro trimestre de 2007. O maior volume destinado à exportação pela empresa no segundo trimestre deste ano em relação aos primeiros três meses de 2007 e a recuperação dos preços internacionais foram os fatores que contribuíram para esse aumento, segundo a empresa.
Grubisich afirmou que a Braskem tem investido no fortalecimento da sua presença no mercado internacional. "Estamos realizando um esforço em relação à exportação. Frente a isso, temos projetos de expansão no mercado da Venezuela com a entrada, em 2009, de produção de 450 mil toneladas de polipropileno ", destacou o executivo.
DCI – Industria – B2
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Belacintra
409 01/08/2007Acabo de falar 90 minutos no telefone com Luiz Valverde (Diretor RI Braskem), Rodrigo (Gerente RI) e Luciana (Gerente). Ataquei eles que nem "pitbull", por todos os lados inimagináveis. Me responderam com um nível de detalhes, números, dados, e fatos, que fiquei de boca aberta. Jamais uma RI (e olha que conheço várias) foi tão profissional! Fiquei extremamente bem impressionado, e eles não me venderam nenhum peixe podre, nem me pintaram nenhum céu de brigadeiro, e em momento nenhum subestimaram a minha inteligência tentando "me empolgar". Vou tentar resumir minha longa conversa:
1) Há, sim, barreiras (17% de imposto) para importação de resinas no Brasil, e o preço da Braskem é mais competitivo que os importados. Fora alguns casos (plásticos PET), o resto internacional não consegue concorrer com a Braskem. É o maior "player" da América Latina com a maior share em vendas.
2) A indústria de bebidas representa apenas 2% das vendas e é insignificante para Braskem. Os principais clientes são: Indústria bens consumo (50%): alimentação, embalagens etc, Indústria construção (15%), Agricultura (10%) etc. Como esses setores estão todos em forte alta no Brasil, logo, o consumo de plásticos esta em forte alta e as vendas da Braskem continuam muito firmes.
3) II tri foi exepcional em função de alto volume de vendas + créditos fiscais excepcionais (1 única vez). Portanto, qualquer balanço novo um pouco menor, não necessariamente implica desempenho negativo da empresa. Eles estavam proibidos de falar dos resultados do III tri agora dia 7, porém, indiretamente tentavam deixar claro que o II tri foi desvirtuado "para cima" em função dos créditos fiscais.
4) Em relação a alta do oil, esclareceram:
4.1 O que importa é a nafta.
4.1 O preço é em dólares e a cotação é internacional (independe da Petrobrás).
4.2 Trabalham com um oil a usd74 (preço médio) para 2008.
5) Como o preço das resinas é internacional e em usd, AS RECEITAS DA BRKM5 são em usd!!!!! Portanto, nosso amigo Webloo estava CERTÍSSIMO, e queda do dólar MATA a BRKM5 (mais do que ameniza alta na nafta: palavra própria da Braskem). Eles trabalham com um usd a R$1,8 - R$1,9 até fim 2008.
6) Afirmaram que não importa se nafta sobe ou desce, e sim, o que importa é o preço das resinas. Agregaram que eles SEMPRE conseguem transferir aumentos nos preços das resinas, porém, o que mata o ativo BRKM5 é que há uma defasagem entre o aumento da nafta e o aumento do preço da resina. Geralmente esse "delay" demora pelo menos 1 trimestre.
7) Esse é o caso AGORA! Segundo eles, o ativo na bolsa está sendo penalizado pelo aumento no preço na nafta, e a expetativa de mais aumento ainda acima de usd100. Eles afirmam que haverá aumento no preço da resina, porém, esse "delay" entre o aumento da nafta HOJE e aumento das resinas daqui há 3 meses... puxa as ações para baixo. Inclusive amanha haverá um aumento na nafta, o que vai impactar o quarto trimestre.
8) Eles entendem que nafta para baixo e dólar para cima... dispara BRKM5 na bolsa.
9) O MAIS IMPORTANTE: A coisa realmente vai decolar com a incorporação FINANCEIRA dos ativos Ipiranga/Copesul. Acontece que até fim de ano haverá pagamento aos acionistas da Ipi/Copesul, fiscalmente tirando isso dos resultados operativos de hoje da BRKM5. Daí que o lucro líquido hoje da BRKM5 será menor até finalizar o pagamento aos acionistas. Porém, esse pagamento finaliza no início de 2008, e então, 100% do lucro liquido será contabilizado para a Braskem! O mesmo vai acontecer com o faturamento próprio desses novos ativos incorporados, que começará a ter força a partir de início de 2008, aparecendo com tudo nos resultados operativos da BRKM5. Eles entendem que esse impacto positivo vai ocorrer a partir do início de 2008 até 2009 inclusive, fazendo do resultado operativo da Braskem IGUAL OU MELHOR AO DO II TRIM 2007 (que foi muito muito bom). Somasse a esse extraordinário potêncial, o fato que eles entendem que o consumo interno (ponto 2 acima) continuará muito forte garantindo volumes de venda, e que haverá uma queda do oil, e uma estabilização no usd... enfim, RACIONALMENTE e pelos FUNDAMENTOS eles estavam muito animados com as perspectivas.
10) Em relação a dívida, explicaram que lógicamente aumentou, porém, o novo EBITDA comprado (ativos Ipi/Copesul) é bem mais robusto do que a nova dívida, portanto, o panorama qualitivamente só está melhor.
Poderia postar decenas de outras coisas que falamos, porém, páro por aqui para não me estender. Me chamem de sardinha, de investidor mico etc, porém, os caras me responderam tudo o que perguntei, e olha que massacrei. Resumindo: a) Tudo vai depender de queda na nafta, b) Alta no dólar, e c) Alta no preço das resinas. Não há mistério!
Tirei todas minhas dúvidas, minhas preocupações, e volto renovado e cheio de força com a Braskem. Tudo me indica um excelente desempenho a partir de IV tri.
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magaiverziul
14 17/05/2007" Maria Alice Moreira, da SH Formas: vantagem maior é uniformização do processo, sem variações do modelo artesanal
A Rodobens não utiliza nem um tijolo sequer na construção de seus condomínios residenciais. Ergue as paredes das casas com formas de aço, que são preenchidas com concreto armado. A Rossi ainda os usa, mas, por sua vez, abandonou a fundação nas casas que constrói Brasil afora. Monta uma base de concreto no solo e ergue as residências sem os tradicionais pilares. Já a Braskem, que, diretamente, nada tem a ver com a construção de casas, está investindo pesado na divulgação de um processo de construção que usa paredes de PVC revestidas de concreto. "
VC nao acredita que o credito imobiliario financiado a longo prazo nao é a saida para a Braskem se o barril se mantiver nas alturas??
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eguilliod
40 24/05/2007"a) Tudo vai depender de queda na nafta, b) Alta no dólar, e c) Alta no preço das resinas" ??????
então estamos acabados...a nafta não cai nem tão cedo, o dólar não sobe no horizonte visível.
em suma, talvez no medio ou longo prazo possamos respirar aliviados.
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webloo
66695 26/06/2007586 de 5315
Belacintra
409 01/08/2007587 de 5315
Belacintra
409 01/08/2007Vc está certo! Imediatamente a coisa não melhora! O preço da nafta, a cotação do usd, e as resinas só se recuperarão aos poucos e o dano esta feito. Inclusive amanha haverá aumento na nafta, e esse aumento impactará no IV tri da BRKM5. Esse panorama é uma das razões pela qual agora BRKM5 está sendo penalizada na bolsa e fica escrava dos R$16 - R$17. Porém, sendo frios e objetivos, devemos reconhecer que o ativo esta firme nesse patamar, razão pela qual não devemos esperar "grandes quedas". Se eu estiver correto, e se o ativo já precifica o péssimo momento da alta da nafta/queda dólar/delay aumento resinas, então, pode ser um ótimo momento para comprar o ativo. Desculpe, não quero parecer um "otimista barato"; apenas estou sendo fundamentalista e lógico. Tudo vai depender do que o amigo acredita em relação ao futuro da Braskem. A minha premissa é que o ativo tem um futuro promissor a partir do IV trim (início de 2008-> I tri), e como eu sou investidor de M/LP, para mim, o único que importa é o ativo ao longo de 2008/9... essa era a minha única preocupação e estou tranquilo.
Para o curto prazo, até I ou II tri 2008, a minha estratégia será:
1) Operar, operar, e operar nas oscilações da BRKM5 procurando meus +5% ao mês.
2) Jamais encarteirar nem engavetar.
Seja bem-vindo ao debate Braskeniano!
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Belacintra
409 01/08/2007589 de 5315
lufel
52 06/09/2007Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
590 de 5315
fanasato
1048 25/02/2007591 de 5315
Belacintra
409 01/08/2007592 de 5315
Belacintra
409 01/08/2007Last Updated: October 30, 2007 13:54 EDT
Goldman Says `Take Profits' After Crude Hit Record (Update4)
By Mathew Carr and Margot Habiby
Oct. 30 (Bloomberg) -- Goldman Sachs Group Inc., the bank that said in July oil may reach $95 a barrel, told clients it was ``time to take profits'' after crude rose to a record $93.80 in New York yesterday.
``We are now more cautious on the near-term upside potential for oil prices,'' analysts including Jeffrey Currie in London said in the bank's Energy Weekly today. ``We are not trying to call a top here, just take profits.''
Goldman said it was closing its long positions in New York oil futures. Oil has gained 51 percent this year as hedge funds and other large speculators increased bets on rising prices. Net-long positions in New York crude futures in the week ended Aug. 3 jumped to the highest in more than a decade.
``The downside risks we have embedded in our end of first quarter 2008 oil price target of $80 a barrel are beginning to gain momentum,'' the report said. ``These include increasing exports, a slowing U.S. economy, an adequate level of heating oil inventories.''
Crude oil for December delivery fell $1.86, or 2 percent, to $91.67 a barrel at 1:47 p.m. on the New York Mercantile Exchange. The price for March delivery was at $89.22 a barrel and at $84.09 for December next year.
Goldman's recommendation ``might be a bit early,'' especially if colder weather boosts demand during the next two months, said Francisco Blanch, a London-based analyst at Merrill Lynch & Co. Blanch predicts oil will average $80 a barrel for the three months through December, and that prices are more likely to reach $100 soon than $60.
U.S. Imports
``I think you'll get some more oil into the U.S.'' stores of the fuel, Blanch said today by phone. ``It will take another few months to get it up and running.''
An increase in crude supplies will partly come from the Greater Plutonio oil field in Angola and the Genghis Khan field in the U.S. Gulf of Mexico, which both started this month and will likely ramp up production during the next few weeks, Goldman said.
``The strength in freight rates from West Africa to the U.S. Gulf Coast suggests that U.S. refineries may be preparing to receive more of the new Angolan low-sulfur medium grade Plutonio,'' the report said.
``Our view is that we don't think prices are sustainable where they are,'' Michael Waldron, energy markets research analyst with Lehman Brothers Holdings Inc. in New York, said today by phone.
`OPEC's Duty'
OPEC, whose members produce more than 40 percent of the world's oil, said current crude prices don't reflect the group's objectives.
The Organization of Petroleum Exporting Countries has a ``duty'' to supply the world with oil at stable prices, Mohamed al-Hamli, the group's president, said today at an oil conference in London. If the market needs more oil, OPEC will supply it using spare capacity of 3.5 million barrels a day, he said.
OPEC ``recognizes it has a responsibility'' to ensure ``stable'' prices for producers and consumers, he said. Al-Hamli said he doesn't expect oil to reach $100 a barrel in the near future.
To contact the reporter on this story: Mathew Carr in London at m.carr@bloomberg.net ; Margot Habiby in Dallas at mhabiby@bloomberg.net.
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JR1960
829 26/04/2007as sinergias da PTIP e principalmente da CPSL .Noticias que hoje endentem como ruins , ontem entendiam como boas .Vc e muito feliz quando escreve "jamais encarteirar BRKM ". Nao paga dividendo nem JCP não dá bonificaçao e depende de n variaveis . Nao agiram corretamente com os acionistas da CPSL ao nao pagar os dividendos do IItri.Caiu no descredito dos investidores e esta esquecida com baixissimos volumes. Esta dificil , realmente dificil acreditar nesse ativo.
O que mais desejo é estar errado.
Abs a todos.
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alesl
1633 08/08/2007Até que ponto a valorização do petróleo penaliza as ações da Braskem?
Por: Juliana Pall Farias
30/10/07 - 17h00
InfoMoney
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=847067&path=/in vestimentos/
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faivel
281 28/11/2006Até que ponto a valorização do petróleo penaliza as ações da Braskem?
Por: Juliana Pall Farias
30/10/07 - 17h00
InfoMoney
SÃO PAULO - Por mais que a crise subprime ameace o crescimento dos EUA e das maiores economias globais, nas últimas semanas a cotação do petróleo traçou um movimento ascendente e rompeu sucessivamente patamares históricos.
A valorização da commodity encontrou alicerce em meio à estreita relação entre oferta e demanda, a fatores metereológicos ameaçando os trabalhos em importantes regiões produtoras e a conflitos geopolíticos como o visto entre Turquia e os curdos residentes no norte do Iraque e entre EUA e Irã.
Em um cenário de forte alta do petróleo, o que esperar dos papéis da Braskem, petroquímica que tem na nafta, derivado do petróleo, matéria-prima para produzir resinas termoplásticas, mercado em que a empresa é líder na América Latina?
O que se deve observar
Os dois principais pontos discutidos pelos analistas consultados pela InfoMoney foram até que ponto a alta do petróleo pressionará os custos da Braskem e se esse eventual aumento nas despesas conseguirá ser repassado, parcial ou integralmente, nos preços praticados pela petroquímica.
Depois de apresentar fracos resultados no último ano, em 2007 a empresa mostrou melhores números e recuperação de margens. Porém, esta melhora acabou sendo ofuscada pela alta do petróleo, que trouxe à tona temores sobre como se comportará a rentabilidade da empresa daqui pra frente.
Para Eduardo Roche, gerente de análise da Modal Asset Management, o final de 2007 e o início de 2008 trazem novas ameaças ao setor petroquímico no que se refere a custos, devido à escalada nos preços do petróleo visto nestas últimas semanas, o que naturalmente tende a se refletir nos preços da nafta, prejudicando os próximos resultados da Braskem.
Já Daniel Gorayeb, estrategista da Spinelli Corretora, enxerga que a empresa tem condições de reverter o cenário negativo que se apresenta, sobretudo pelo lado da demanda doméstica, que se mostra aquecida.
Demanda e repasse de preços
Para o estrategista da Spinelli, a demanda interna por resinas termoplásticas tem sustentado a evolução de margens da Braskem, e, caso a empresa mantenha esta trajetória de melhora de resultados e elevada utilização da capacidade, não enfrentará problemas em repassar preços, o que preservaria sua rentabilidade.
Já o gerente da Modal não vê com tanta certeza a compensação de custos maiores no repasse de preços. Roche ressalva que é preciso observar se a Braskem terá espaço para repassar a alta de custos.
Adicionalmente, é difícil traçar qual será o comportamento do petróleo nos próximos meses. O especialista acredita que o arrefecimento das questões geopolíticas pode minimizar a pressão pelo lado da oferta. Contudo, a perspectiva é que demanda pela commodity siga robusta, mantendo o produto em patamar elevado nos mercados internacionais.
De olho nas ações
Neste cenário, Roche acredita que os papéis da Braskem carreguem certo risco, com menor possibilidade de em 2008 reverter o quadro menos favorável apresentado este ano, visto que as ações da petroquímica apresentam desempenho inferior ao do Ibovespa.
Já Gorayeb, otimista com a manutenção do bom desempenho operacional desencadeado pela empresa em 2007, acredita que nos próximos meses este papel pode surpreender positivamente, mesmo com o mercado não contando com este cenário.
um grande abraço a todos e sucesso!
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JR1960
829 26/04/2007597 de 5315
Belacintra
409 01/08/2007Vc melhor do que ninguém sabe que não em vão chamamos "a mariposa" de "traçionera". Não adianta que eu conteste suas colocações, porque certo ou errado, todos concordamos em que BRKM5 não é uma Brastemp. A questão é deixar os sentimentos de lado e sermos frios e objetivos:
1) A maioria dos que estamos neste post, investimos a M/LP na BRKM5 e não vendemos o ativo. Em grande medida, porque no fundo, apesar da frustração, todos somos cientes que BRKM5 é a maior petroquimica da América Latina e tem tudo para disparar a qualquer momento. Isso nos leva a conviver com a BRKM5 em uma relação ódio-amor. Quando BRKM5 está em alta, amamos, e quando está em baixa, odiamos.
2) Eu não tenho sangue de barata, e faço parte desses sentimentos. Apostava em um III tri normal descontando a exceção fiscal do II tri, e qdo recebi a projeção da Merrill Lynch, entrei em dúvidas em relação a B5. Poderia ter ficado no "ódio", porém, a minha atitude foi enfrentar as minhas dúvidas e correr atrás das respostas. Vc vai achar que os caras da RI me enrolaram, e pode ser. Eu não acho. Fiz as piores perguntas inimagináveis e recebi respostas lógicas e todas fundamentadas em fatos e evidências.
3) Deixando os sentimentos de lado, e desde o ponto de vista dos fundamentos da empresa, tudo indica que a partir de 2008, com as sinergias dos novos ativos 100% incorporados financeiramente nos resultados da BRKM5, o valor da ação tem um grande potencial de disparada. Eu sou fundamentalista JR... fazer o quê? Eu sigo os fundamentos. Nada me indica que BRKM5 não tenha ótimos fundamentos a partir de 2008. Não acredito em um oil fixo a usd100 nem em um usd fixo a R$1. Acho que essas variáveis terão "valores médios" anuais razoáveis para BRKM5. O presente ano 2007 é a prova disso, onde apesar da alta do oil e queda do dólar, BRKM5 está positivo no ano.
4) Neste momento estamos "odiando BRKM5" porque o momento atual não é favorável: A alta na nafta (a ser anunciada hj), a queda no dólar, os resultados do III tri abaixo do II tri, e como fala o Webloo: "a reputação negativa da BRKM5 de ativo oscilante previsível" (atraíndo tubas que prejudicam a alta do ativo)... tudo não deixa outra que:
4.1 Não encarteirar o ativo
4.2 Operar nas oscilações (todas acima/abaixo a partir de +-2%) e faturar +5% am
Eu entendo que para muitos colegas é chato ter que operar o ativo. Porém, "a comodidade" dos investidores é discusão para outro post. No momento o fato que importa é que BRKM5 pode render +5% am nas oscilações, apesar da alta no oil, queda no dólar e outras pestes.
5) Dia 7/11 vai passar, queda do oil vai acontecer (segundo analistas), estabilização do usd idem (segundo analistas)... e aos poucos BRKM5 vai re-tomar o caminho de alta. Para os que estamos desde 2004 no ativo, penso que esperar 6 meses mais não vai nos mudar absolutamente nada.
Eu continuo operando e lucrando nas oscilações da BRKM5, e aguardo até inicio de 2008 (ABR/MAI) para decidir se continuo ou não com o ativo.
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JR1960
829 26/04/2007sair com um lucrinho de 2,0 gasto em champagne, rs.. Mas Belacintra ,como diz o Cave um mercado que oferece Vale e Petr com oscilaçao e volume monstruoso e lindas para tiros curtos fica dificil operar (no momento) B5 .Em 2005 ,lembro-me muito bem B5 era um dos melhores ativos para tal tarefa.
599 de 5315
Belacintra
409 01/08/2007Não gostaria nem quero estar certo em nada. Apenas me atrevi neste post a pensar em voz alta, a me expor, justamente para ver se aparecia alguém que me prove que estou errado. Tomara que meu exemplo tenha servido a algum investidor iniciante e que não fiquem passivos e calados quando nos outros posts encontrem as palhaçadas que se escrevem.
600 de 5315
mkauer
203 23/04/2007