RENA_FERA
- Dono
- 126
- 24/05/2007
Considerando os preços médios do último dia de cada mês.
GAFISA (GFSA3), Cotação: R$ 29,99, Preço Alvo: R$ 45,90
· A empresa: A Gafisa surgiu em 2006 através de uma associação entre a GP Investimentos e a incorporadora Gomes de
Almeida Fernandes, que possuía 30 anos de experiência no mercado imobiliário. A companhia atua na incorporação de
projetos imobiliários - imóveis residenciais verticais e horizontais - destinados às classes populares (FIT Residencial), média e
de alta renda. Em outubro de 2006 a Gafisa adquiriu 60% de participação no capital da Alphaville Urbanismo S A, a maior
empresa incorporadora de projetos de desenvolvimento urbano no Brasil. O banco de terrenos das duas empresas atingia na
época o equivalente a R$ 4,1 bilhões de vendas futuras e atualmente está em R$ 5,7 bilhões.
Recursos principais








Comentários
6161 de 6399
APCRS
9024 24/11/20076162 de 6399
snoopy00
1323 13/04/2009O desdobramento de ações tem sido utilizado por várias empresas para atrair os investidores. Ao deixar o preço do papel menor, mais aplicadores estarão aptos a comprá-lo. Isso aumenta a liquidez da ação, o número de acionistas e, consequentemente, o preço. Na avaliação de William Eid, coordenador do GV CEF, o trabalho que mostra a influência do preço da ação sobre o retorno e a volatilidade fortalece a tese de que vale a pena o desdobramento.
Um exemplo recente ocorreu com a OGX, empresa de petróleo de Eike Batista. Em dezembro, a companhia desdobrou seus papéis ordinários (ON, com voto) na proporção de um para 100. A mudança tinha como objetivo dar liquidez às ON, antes negociadas apenas em lotes. Isso aumentou o interesse dos pequenos investidores. Os papéis que valeriam R$ 1.691, por exemplo, passaram a ser negociadas a R$ 16,91, que é o caso do fechamento de ontem.
Logo após o desdobramento, as ON da OGX ingressaram no Índice Bovespa, o que deu ainda mais gás para as ações. Para se ter ideia do impacto do desdobramento e do ingresso no índice, neste mês, os papéis têm volume médio negociado de R$ 329 milhões. No mesmo período do ano passado, eram R$ 32 milhões. Ontem, a Gafisa, do setor de construção, anunciou o desdobramento de suas ações.
As minhas já estão comigo, exatamente o dobro.,SORTE ÁTODOS,
6163 de 6399
snoopy00
1323 13/04/2009Lote 1
Lote Padrão 100
Descr. Especifica. Gafisa ON EB NM (VST)
Último preço 13,60
Data e Hora Últim. Preço 24/02/2010 - 13:05
Variação Percentual +0,36 %
Fechamento 13,55
Abertura 13,64
Mínimo 13,36
Máximo 13,75
Vol. Negociado 8.976.292
Qtde. de Negócios Realizados 1.063
Variação % no Mês 11,25 %
Variação % no Ano -3,97 %
Variação % nos Últimos 12 meses 157,60 %
As informações aqui apresentadas tem delay de 15 minutos.
6164 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/2007Por: Evelin Ribeiro
01/03/10 - 12h52
InfoMoney
SÃO PAULO - A compra à vista predomina entre as negociações de imóveis na capital paulista. Em novembro do ano passado, 59,43% dos imóveis adquiridos usaram essa forma de pagamento, segundo o Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo).
É no litoral, porém, que a compra à vista foi ainda mais popular. Lá, 70,94% dos imóveis adquiridos em novembro foram pagos dessa maneira, enquanto no interior do estado 55,62% dos compradores fizeram essa opção.
Na região compreendida pelas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Osasco e Guarulhos, por sua vez, a compra de imóveis usados à vista foi a opção de apenas 15,69%. Uma boa parte (35,29%) escolheu o financiamento pela CEF ( Caixa Econômica Federal) ou a negociação direta com o proprietário (34,31%).
Aquisição da casa própria
Na tabela abaixo, é possível verificar qual a forma de pagamento mais usada em cada região do estado de São Paulo:
Pagamento Capital Interior ABCDOG* Litoral
À vista 59,43% 55,62% 15,69% 70,94%
Financiamento
com CEF 26,42% 43,82% 35,29% 18,80%
Financiamento com
outros bancos 9,43% 0,56% 12,75% 0,85%
Direto com proprietário 3,77% nulo 34,31% 5,98%
Consórcio 0,94% nulo 1,96% 3,42%
6165 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/2007Recomendar!Por: Evelin Ribeiro
19/03/10 - 17h59
InfoMoney
SÃO PAULO – A segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida pode incluir entre dois e três milhões de moradias. A estimativa é do presidente da Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), Paulo Safady Simão.
“Ainda não há nada oficial. A proposta feita pela Cbic foi de construção de dois milhões de unidades em quatro anos. O que sabemos, dentro do governo, é que está sendo estudado até três milhões”, declarou Simão.
A decisão será anunciada junto à divulgação do PAC 2 (a segunda fase do Plano de Aceleração do Crescimento), prevista para o dia 29.
O presidente da Cbic destaca que outra mudança no programa habitacional deve ocorrer na distribuição dos imóveis por faixa de renda. “Nós fizemos uma proposta de aumentar de 40% para 50% as moradias voltadas para as famílias com renda de até três salários mínimos”, afirmou.
Mais para baixa renda
Simão destaca que, focando mais nas famílias de renda inferior, o governo torna a proposta do Minha Casa, Minha Vida mais ambiciosa, pois essa faixa de renda é a que conta com maior volume de subsídios governamentais.
“Isso é muito positivo, porque esse é um programa que deu certo como um dos instrumentos para erradicar o déficit da habitação para as famílias mais pobres”, declarou.
Segundo o presidente da Cbic, até hoje mais de 740 mil imóveis já fazem parte do sistema do Minha Casa, Minha Vida, o que significa já terem sido aprovados por todas as análises e estarem disponíveis para contratação na Caixa Econômica Federal. “Até o final do ano teremos cumprido a meta de um milhão de moradias”, completou Simão.
6166 de 6399
mauriciofa
3615 17/02/20106167 de 6399
mfreitasantana
200 12/03/20106168 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/2007Fonte: Reuters News
Economia nacional
PAC 2 prevê superávit de 3,3% e crescimento de 5,5% até 2014
O novo Programa de Aceleração do Crescimento que será lançado na segunda-feira prevê a manutenção da meta de superávit primário em 3,3% e a expansão da economia brasileira em torno de 5,5% para os próximos quatro anos, disse uma fonte do governo à Reuters.
O PAC 2 trará parâmetros e um conjunto de obras prioritárias para o próximo governo. A projeção de crescimento entre 2011 e 2014 é a mesma que a vislumbrada pelo mercado para este ano.
Segundo a fonte, há quem ainda defenda no Executivo uma projeção de crescimento em 5,2%, "mas essa não é a possibilidade mais forte".
Na reprogramação orçamentária recentemente divulgada - resultando em contingenciamento de R$ 21,8 bilhões -, o governo levou em consideração uma estimativa de crescimento de 5,2%. Mas os próprios ministros do Orçamento, Paulo Bernardo, e da Fazenda, Guido Mantega, vinham mencionando prognósticos mais otimistas, alguns até próximos de 6%.
6169 de 6399
mfreitasantana
200 12/03/20106170 de 6399
wizard15
772 13/12/2007Gafisa controla a tenda, que atua no segmento popular que é o escopo do minha casa, minha vida.
6171 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/2007Otimismo na construção aumenta nível de emprego no setor
A construção civil está em ritmo de expansão, com o indicador do nível de atividade marcando 53,2 pontos em fevereiro, diante de 50,5 pontos no mês anterior, como constatou pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada ontem.
De acordo com a CNI, indicadores acima de 50 pontos revelam aumento no nível de atividade. A pesquisa verificou crescimento em todo o setor, com destaque para as grandes construtoras, com nível de atividade de 55,4 pontos, enquanto as pequenas empresas expandiram a atividade para o nível de 52,4 pontos.
Os entrevistados responderam que o nível de atividade na construção civil foi maior que o usual para o mês de fevereiro, o que confirma o aquecimento do setor. A pesquisa da CNI também avaliou como estavam as expectativas em relação a este mês e concluiu que os empresários se mantêm otimistas, embora a expectativa em relação aos próximos seis meses tenha recuado de 68,4 pontos, em fevereiro, para 67,3 pontos, em março.
"O mesmo ocorre com a expectativa em relação a novos empreendimentos e serviços: o indicador caiu de 68,2 pontos para 67,4 pontos", diz a pesquisa. A pesquisa revela ainda que os empresários planejam aumentar as compras de matérias-primas, com esse indicador subindo de 66 pontos, em fevereiro, para 66,4 pontos este mês.
O bom momento da construção civil se reflete ainda no nível recorde de emprego registrado em janeiro, com a contratação de 62.755 trabalhadores formais. Houve aumento de 2,55% no mês na comparação com dezembro, totalizando 2,519 milhões de profissionais, segundo indicou pesquisa do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon) e da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Segundo o levantamento, "o setor recuperou-se plenamente da perda de 53.525 trabalhadores ocorrida em dezembro, mês em que, tradicionalmente, o emprego na construção declina".
Nos últimos 12 meses, o nível aumentou 11,57%, o que corresponde a mais 261.332 trabalhadores empregados. "Trata-se de um número impressionante que redobra a necessidade de incrementar a formação de mão de obra qualificada para trabalhar no setor", diz o presidente do Sinduscon de São Paulo, Sergio Watanabe.
No Estado, a alta em janeiro foi de 2,31%, com o ingresso de 15.770 trabalhadores formais. O número total de empregados das construtoras no Estado passou a 698.720 - também um recorde na série histórica. Em 12 meses, a elevação foi de 10,49% (mais 66.317 postos de trabalho).
6172 de 6399
fggf
1013 13/10/20076173 de 6399
brunelo
122 18/02/20086174 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/2007Recomendar!Por: Equipe InfoMoney
22/04/10 - 19h20
InfoMoney
SÃO PAULO – O volume de empréstimos para a compra de imóvel com recursos da poupança cresceu 82% em março, frente ao mesmo período do ano passado, para o recorde de R$ 4,1 bilhões. Este foi o melhor resultado da história do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).
Frente a fevereiro deste ano, foi registrado crescimento de 37,7% do montante contratado, uma vez que no segundo mês do ano o volume era de R$ 3 bilhões.
Considerando o primeiro trimestre deste ano, os financiamentos com recursos da poupança totalizaram R$ 9,978 bilhões, registrando alta de 70% na comparação com o mesmo período de 2009.
Unidades financiadas
Em março, 29.812 imóveis foram financiados com recursos da poupança, um volume 34,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2009. Se comparado a fevereiro, o aumento foi de 17%.
No primeiro trimestre, foram 76.539 mil unidades adquiridas por meio de recursos da poupança. Já no período de 12 meses até março, o número de imóveis financiados ficou acima de 26,9 mil.
Em relação ao resultado da poupança no terceiro mês do ano, os dados mostraram a captação líquida (depósitos menos saques) de R$ 71 milhões, com o saldo atingindo R$ 259,8 bilhões.
6175 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/2007Recomendar!Por: Julia Ramos M. Leite
22/04/10 - 19h10
InfoMoney
SÃO PAULO – Apesar de prever que o Brasil crescerá 7% em 2010 – o maior avanço em 25 anos -, o JP Morgan optou por cortar a recomendação do País para “underweight” em seu mais recente relatório sobre os mercados emergentes. A China também recebe a mesma recomendação. “Com isso, prevemos que os dois maiores mercados entre os emergentes tenham desempenho abaixo do índice MSCI EM”, afirma o banco norte-americano.
Ambos os países estão crescendo rapidamente – crescimento esse que traz consigo o início do ciclo de alta das respectivas taxas de juros. O JP Morgan prevê uma elevação de 50 pontos-base da Selic na reunião do Copom da próxima semana, seguida por altas de 75 pontos-base em junho e julho. Para o banco, a Selic deve encerrar 2010 a 12,25% ao ano – o maior aperto monetário entre os emergentes. “O mercado está muito complacente com o ritmo da normalização e o eventual aperto monetário”, afirmam os analistas, justificando sua posição underweight nos países.
“Esses países têm bom histórico de gerenciamento da economia, e não precisam de taxas baixas de juro ou estímulos econômicos”, afirma o banco, lembrando que a China deve concentrar esforços para desacelerar o crescimento dos investimentos para rebalancear o avanço da economia, e que o consumo recorde de commodities do país provavelmente já atingiu seu pico.
“A demanda da China por aço e ferro é seis vezes sua demanda no PIB global, e esse ajuste chinês terá implicações para as exportações de commodities brasileiras”, afirmam os analistas. Essas implicações motivaram, em parte, o corte na recomendação para o Brasil.
Além da ligação do País com a China, a eleição presidencial de outubro é mais uma fonte de preocupação para os analistas, já que deve trazer volatilidade aos mercados. Por fim, a valorização do real também mantém os analistas atentos. “Continuamos preocupados com a relação risco/retorno do real. Uma intervenção agressiva no câmbio, déficit em conta corrente se deteriorando e supervalorização da divisa devem estabelecer um teto para a alta do real. Mas, por outro lado, equilibrando esses fatores, os fluxos de capital seguem resilientes e uma alta dos juros estabelece um piso para desvalorização”.
Otimismo permanece
Entretanto, as recomendações underweight para Brasil e China não significam que os analistas tenham uma visão pessimista para os mercados de renda variável nos países emergentes. “Mesmo com o desempenho abaixo da média dos dois maiores países, o MSCI EM já avança 4%”, afirmam.
Segundo os analistas do banco, as condições das economias desenvolvidas apóiam um avanço da renda variável. Os países desenvolvidos devem inclusive surpreender os investidores, postando um crescimento sustentável, provocado por efeitos tardios dos estímulos monetários, o ciclo de estoques e uma recuperação das exportações. Esse avanço dos desenvolvidos deve impulsionar ainda mais o apetite por risco e o mercado acionário global.
Portfólio brasileiro
BM&F Bovespa (BVMF3), PDG (PDGR3), Petrobras (PETR3, PETR4) e Gerdau Metalúrgica (GOAU4) compõem o portfólio de recomendações do banco norte-americano para o Brasil. Considerando a possível redução da demanda chinesa, o JP Morgan optou por retirar a Vale (VALE3, VALE5) do portfólio.
Os analistas também apontam duas anti-recomendações – ou seja, duas ações que devem ser evitadas pelos investidores: Sabesp (SBSP3) e Usiminas (USIM5).
Além disso, o JP Morgan afirma que o setor imobiliário brasileiro está barato, citando como exemplos PDG Realty, Cyrela (CYRE3) e MRV (MRVE3). “Preferimos a Gafisa (GFSA3), que está bem capitalizada e oferece um portfólio mais diversificado do que a PDG”.
O banco ainda lista entre os setores que devem apresentar as melhores revisões de lucros no País o setor financeiro, consumo e varejo e petróleo e gás. O setor financeiro é o preferido dos analistas, em especial BM&F Bovespa e Santander.
Vale mencionar que a recomendação do banco para os emergentes é que os investidores se foquem em setores nos países, e não em recomendações de países. Entre os setores-chave no País, o JP Morgan cita materiais primários e financeiro (ambos underweight) e petróleo e gás (neutro).
6176 de 6399
marcosc01
3176 27/09/20076177 de 6399
wagnerluis
3579 07/07/2009nao ia pra 11 reais?
ahuhauaha.
to zuando os terroristas, que por sinal, sumiram.
6178 de 6399
naoliva
394 11/05/2009Preciso mais precisamente do número de ações em 31/03/2010 e atualmente. Valeu!
6179 de 6399
matiasb3
306 15/04/20086180 de 6399
bozon
403 18/07/2007