Minerva informa sobre aumento de capital passando de R$ 1bilhão e bônus de subscrição

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A Minerva homologou o aumento de seu capital social, passando dos atuais cerca de R$ 1.371.386.250,22 bilhão, divididos em 549.627.719 ON, para R$ 1.371.393.343,46 bilhão divididos em 549.629.035 ações ordinárias.

O comunicado foi feito pela companhia (BOV:BEEF3), nesta quinta-feira (13). Confira o documento na íntegra. 

Ou seja, um aumento no valor de R$ 7.093,24, mediante a emissão 1.316 novas ações ordinárias, com preço de emissão de  R$ 5,39.

O aumento do capital social decorre do exercício dos Bônus de Subscrição.

Os membros do Conselho de Administração da Minerva também se reuniram para homologar esta quantidade de bônus de subscrição exercida pelos seus titulares entre os dias 27 de abril e 11 de maio de 2021.

Minerva (BEEF3): lucro líquido de R$ 259,5 milhões no primeiro trimestre, contornando o impacto negativo da disparada do boi gordo no Brasil

Minerva Foods registrou lucro líquido de R$ 259,5 milhões no primeiro trimestre do ano, uma redução de 4,3% ante o mesmo período de 2020, contornando o impacto negativo da disparada do boi gordo no Brasil.

A receita líquida somou R$ 5,8 bilhões, uma expansão de 39,3% sobre o mesmo período do ano passado e de 1,8% na comparação com o quarto trimestre de 2020.

Na exportação, a receita cresceu 42%, para R$ 4,1 bilhões. A demanda aquecida, especialmente no Sudeste Asiático, beneficia os frigoríficos exportadores. Conforme o presidente da Minerva, Fernando Galletti de Queiroz, a queda da produção na Austrália ajudou – os abates no país, um importante concorrente no mercado internacional, estão no menor patamar em 36 anos, afirmou o empresário.

Operacionalmente, a Minerva mostrou a redução do peso relativo do Brasil para o negócio. Pela primeira vez, a Athena Foods – subsidiária que reúne os frigoríficos na Argentina, Uruguai, Paraguai e Colômbia – foi a principal divisão, respondendo por 50% da receita. A operação brasileira ficou com 44% e o restante vem da área de trading.

Já o Ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações – foi de R$ 484,9 milhões, o que representa um crescimento de 27,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Houve um recuo de 21,4% na comparação trimestral. A expectativa dos analistas para o Ebitda do frigorífico era que o indicador ficasse em R$ 409 milhões.

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