Energisa: Aneel aprova 5ª revisão tarifária periódica das controladas Energisa Minas Gerais (EMG) e Energisa Nova Friburgo (ENF)

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A Energisa comunicou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em reunião pública ordinária da diretoria, aprovou a 5ª revisão tarifária periódica de suas controladas Energisa Minas Gerais (EMG) e Energisa Nova Friburgo (ENF), a ser aplicada a partir de hoje.

O comuicado foi feito pela companhia (BOV:ENGI11), na terça-feira (22). Confira o documento na íntegra.

O efeito médio a ser percebido pelos consumidores em relação às tarifas atualmente praticadas será um aumento de 9,10% (EMG) e 4,95% (ENF), de acordo com o nível de tensão aplicado.

No processo de Revisão Tarifária Periódica, que ocorre a cada cinco anos, a Aneel recalcula os custos regulatórios passíveis de gerenciamento pela distribuidora (Parcela B), os custos não gerenciáveis (Parcela A), que englobam a energia comprada, o transporte da energia e os encargos setoriais, e os ajustes financeiros da Parcela A que são atualizados com base na variação de preços verificada nos doze meses anteriores.

A Aneel também estabeleceu as parcelas relativas ao Fator X da EMG em 0,62%
(componente “Pd” – ganhos de produtividade) e -2,15% (componente “T” – trajetória de adequação de custos operacionais). A esses porcentuais ainda deverá ser considerado o componente “Q” (qualidade), estabelecido em 0,11%.

Enquanto para as parcelas relativas ao Fator X da ENF foram estabelecidas em 0,37% (componente “Pd”) e -0,57% (componente “T”). A esses porcentuais ainda deverá ser considerado o componente “Q” (qualidade), estabelecido em 0,56%.

Energisa (ENGI11): lucro líquido de R$ 873,3 milhões no 1T21, alta de 50,1%

Energisa, que controla distribuidoras de energia e tem negócios em transmissão e geração renovável, registrou lucro líquido de R$ 873,3 milhões no primeiro trimestre de 2021, com avanço de 50,1% em relação a igual período do ano anterior.

Além do aumento do Ebitda, o lucro líquido também foi elevado pelo efeito positivo de 251,1 milhões de reais referentes à Marcação a Mercado de Derivativos, sem efeito caixa.

receita líquida de R$ 3,6 bilhões representou um aumento de 16,6%, considerando o mesmo período de comparação.

ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – ajustado totalizou R$ 1,424 bilhão, crescimento de 53,3% no ano a ano.

O ebitda foi parcialmente impulsionado pelo recebimento de 264,4 milhões referentes à constituição de Fundo de Investimento em Cotas em Direitos Creditórios não padronizados (FIDC).

De acordo com a empresa, o consumo na classe residencial avançou 1,1% no período, enquanto no segmento rural cresceu 2,6%. A classe industrial, que foi muito impactada pelos efeitos da pandemia, apurou alta de 2,3% no trimestre.

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