Confira os Indicadores Econômicos desta sexta-feira (15/01/2021)

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Confira os principais indicadores econômicos desta sexta-feira (15/01/2021), em destaque a confiança do consumidor dos Estados Unidos caiu no início de janeiro.

Brasil

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10)  variou 1,33% em janeiro. No mês anterior, o índice havia apresentado taxa de 1,97%. Com esse resultado, o índice acumula alta de 24,49% em 12 meses. Em janeiro de 2020, o índice subira 1,07% no mês e acumulava elevação de 7,81% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 1,60% em janeiro. No mês anterior, o índice havia registrado taxa de 2,27%. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais variaram de 2,46% em dezembro para 1,24% em janeiro. A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 3,47% para 0,66%. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, variou 0,65% em janeiro. No mês anterior, a taxa havia sido 1,99%.

Após seis meses consecutivos de crescimento com ganhos acumulados de 32,2%, o volume de vendas do comércio varejista nacional na passagem de outubro para novembro de 2020 ficou estável, com variação de -0,1%.

No confronto com igual mês do ano anterior, também houve perda de ritmo, com o varejo crescendo 3,4% em novembro de 2020, menos que a alta de 8,4% em outubro. Apesar da desaceleração, o setor se encontra 7,3% acima do patamar pré-pandemia. As informações são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (15), pelo IBGE. A queda no consumo de alimentos foi a principal responsável por frear a sequência de altas do setor.

Estados Unidos

As vendas no varejo dos EUA caíram ainda mais em dezembro, à medida que novas medidas para desacelerar a disseminação da Covid-19 reduziram os gastos em restaurantes e reduziram o tráfego em shoppings, o último sinal de que a economia perdeu velocidade considerável no final de 2020.

As vendas no varejo caíram 0,7% no mês passado, disse o Departamento de Comércio nesta sexta-feira. Os dados de novembro foram revisados ​​para baixo para mostrar uma queda nas vendas de 1,4% em vez de 1,1%, conforme publicado anteriormente. Economistas previam vendas no varejo inalteradas em dezembro.

Os preços ao produtor dos EUA subiram moderadamente em dezembro, sugerindo que uma antecipada aceleração da inflação nos próximos meses provavelmente não será preocupante. O índice de preços ao produtor para a demanda final aumentou 0,3% no mês passado, depois de subir 0,1% em novembro, disse o Departamento do Trabalho nesta sexta-feira. No acumulado de 12 meses até dezembro, o PPI subiu 0,8%, igualando o ganho de novembro.

Um aumento de 1,1% no custo das mercadorias foi responsável pela alta do PPI no mês passado, os preços dos serviços caíram 0,1%.

confiança do consumidor dos Estados Unidos caiu no início de janeiro, quando os norte-americanos reagiram ao ataque ao prédio do Capitólio em Washington e a um aumento implacável de infecções e mortes por Covid-19, o que pesou sobre as perspectivas econômicas, disse a Universidade de Michigan nesta sexta-feira.

O índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan caiu para 79,2 no início deste mês, de uma leitura final de 80,7 em dezembro. Economistas previam que o índice teria pouca alteração, ficando em 80.

produção industrial nos Estados Unidos subiu 1,6% em dezembro ante novembro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).

O resultado veio acima da expectativa de analistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam avanço de 0,5% no período, o resultado da produção industrial de novembro ante outubro foi revisado levemente em baixa, de alta de 0,5% para avanço de 0,4%.

O índice Empire State de atividade industrial na região de Nova York caiu de 6,3 em novembro para 4,9 em dezembro, segundo dados publicados nesta terça-feira, 15, pela distrital do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) em Nova York.

Europa

Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido caiu 2,6% em novembro, após seis meses consecutivos de alta, em meio às medidas de restrição impostas para enfrentar a segunda onda da covid-19.

País mais castigado da Europa pela pandemia, com mais de 86.000 mortos confirmados, o Reino Unido se encontra agora em seu terceiro confinamento nacional. Desta vez, inclui-se o fechamento das escolas. Os economistas advertem que as restrições atuais podem provocar uma dupla recessão, depois de a economia britânica registrar uma queda histórica, no ano passado, por causa do coronavírus.

A produção industrial do Reino Unido caiu 0,1% em novembro ante outubro de 2020, informou nesta sexta-feira, 15, o Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, na sigla em inglês) do país. A leitura veio um pouco abaixo da previsão de analistas consultados pelo Wall Street Journal, de 0%.

Na comparação anual, o indicador cedeu 4,7% em novembro do ano passado, ante expectativa de queda de 4,6%.

A agência oficial de estatísticas da França informou que a inflação de dezembro do CPI (índice de preços ao consumidor) chegou a 0,0% no ano e 0,2% no mês.

Ásia

As ações da fabricante chinesa de smartphones Xiaomi despencaram no comércio de sexta-feira depois que o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, colocou a empresa numa lista de supostas empresas militares chinesas. No fechamento de sexta-feira em Hong Kong, as ações da Xiaomi listadas na cidade despencaram 10,26%.

As ações da CNOOC listadas em Hong Kong caíram 1,1% – após o Departamento de Comércio dos EUA anunciar na quinta-feira que havia adicionado a empresa à sua lista de entidades, o que essencialmente restringe as empresas de receberem mercadorias específicas feitas nos EUA.

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