caribeadriano
- Dono
- 731
- 31/03/2007
Tô acreditando nesta ação para MP, comprei a R$15,95 , ainda não vendi e não pretendo vender a menos de R$20,00.
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Braskem Rumo Aos R$20,00 (BRKM5)caribeadriano
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Comentários
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caribeadriano
731 31/03/20072 de 140
JR1960
829 26/04/20073 de 140
adrimed
6427 04/01/2007No sistema tradicional, a resina é produzida a partir de derivados de petróleo
EXAME A Braskem anunciou, nesta quinta-feira (21/6), uma nova tecnologia de fabricação de resinas plásticas que utiliza o etanol como matéria-prima. No processo tradicional, a matéria-prima vem de derivados do petróleo, uma fonte não-renovável e que está cada vez mais cara no mercado internacional. De acordo com a companhia, já foram investidos 5 milhões de dólares no projeto. Parte da quantia foi aplicada na construção de uma usina-piloto para testar o método.
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Simasam
345 01/02/20075 de 140
adrimed
6427 04/01/20076 de 140
cpaiva
9679 18/04/20077 de 140
maurojr
55 26/04/20078 de 140
adrimed
6427 04/01/20079 de 140
adrimed
6427 04/01/2007São Paulo - A resina "verde, fabricada a partir do etanol de cana-de-açúcar, custará de 15% a 20% a mais. "Já identificamos clientes dispostos a pagar um prêmio pela vantagem de ter um selo 'verde'", diz o presidente da Braskem, José Carlos Grubisich. A petroquímica anunciou ontem ter lançado o primeiro polietileno com 100% de matéria-prima renovável certificado pela Beta Analytic, um laboratório americano de análise. A Braskem diz que a indústria de plástico não precisará fazer investimentos para adaptação de máquinas e que a nova resina tem características iguais às do polietileno produzido a partir de nafta ou gás. "É um marco na evolução da petroquímica brasileira e mundial", diz Grubisich, salientando que o custo hoje para produção do polietileno - usado em embalagens e produtos plásticos - em relação ao método tradicional é "competitivo". O grande apelo da Braskem é a fonte de matéria-prima renovável, o etanol. "O Brasil é um dos maiores produtores de etanol do mundo e o mais competitivo", diz. Produzir plásticos com fontes renováveis não é um fato novo. O celofane, material feito a partir da celulose, é fabricado desde o fim do século 19, mas perdeu importância para outros materiais com o desenvolvimento tecnológico e a abundância de insumos do petróleo na metade do século 20. Mas o negócio voltou a ser atraente por conta da disparada do petróleo. O custo para produzir polietileno a partir do etanol perde competitividade se o petróleo cair. "Com o petróleo a US$ 30 por barril, ficamos no limiar da competitividade", afirmou o diretor industrial da unidade de insumos básicos da Braskem, Manoel Carnaúba. A Braskem, que herdou a tecnologia de alcoolquímica da Salgema, desativada em 1992, investiu US$ 5 milhões no projeto atual, que converte etanol em eteno e, por sua vez, em polietileno numa unidade de testes no centro tecnológico da empresa, em Triunfo (RS). Os pesquisadores encontraram a equação na qual se consegue produzir 2,2 vezes mais polietileno "verde" do que a quantidade necessária para produzir a mesma resina a partir do nafta. A meta da Braskem é começar a operar, até o fim de 2009, uma fábrica com capacidade entre 100 mil e 200 mil toneladas de polietileno "verde". O investimento varia de US$ 60 milhões a US$ 100 milhões. A unidade não tem localização definida. A empresa produz hoje 1,8 milhão de toneladas de polietileno. Em paralelo a resina "verde", a Braskem prevê converter as suas unidades de MTBE, um aditivo posto na gasolina, em ETBE, feito a partir do etanol. Com os dois projetos, a demanda da empresa por etanol é de 250 milhões a 300 milhões de litros, podendo crescer para 1 bilhão em dez anos, previu Grubisich. Mas o executivo não vê riscos de desabastecimento. "A produção brasileira de 18 bilhões de litros deve dobrar em cinco anos", afirma o executivo, lembrando também dos ganhos de produtividade da indústria de etanol. A Odebrecht, dona da Braskem, estuda ingressar neste setor. ( Fonte: Valor Econômico )
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caribeadriano
731 31/03/200711 de 140
DECOBAILER
2256 17/03/200712 de 140
caribeadriano
731 31/03/200713 de 140
AJAA
590 28/01/200714 de 140
faivel
281 28/11/2006olá AJAA,boa noite
minha situação é parecida com a sua.Estava realmente pensando em me desfazer
de parte das minhas ações,pois não aguento mais ficar aguardando;mas depois
de ler pela manhã no noticiário sobre fabricação de (plastico verde - polie-
tileno, a partir do etanol) resolvi aguardar mais alguns dias,para ver se
a notícia realmente se confirma e se terá impacto direto nas ações.Caso con-
trário vou vender. Aliás,mais do que na hora,vc. não acha?
sucesso nos seus investimentos!
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AJAA
590 28/01/200716 de 140
eguilliod
40 24/05/2007revi minha estratégia e vou aguardar por mais um tempo, estou desconfiado que esse patinho feito vá se transformar num belo ganso.
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joaquimcesario
4899 30/04/2007A BRKM5 é mais do que uma boa aposta (moderada) é um investimento MP/LP.
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caribeadriano
731 31/03/200719 de 140
caribeadriano
731 31/03/2007Por: Fernanda Senra
22/06/07 - 13h15
InfoMoney
SÃO PAULO - Depois de desembolsar US$ 5 milhões em Pesquisa & Desenvolvimento em um projeto que teve início em 2005, até o final deste ano a idéia de utilizar o etanol de cana-de-açúcar para fabricar polietileno de alta densidade deve passar pelo Conselho da Braskem.
Segundo a companhia, o produto já foi testado e é o primeiro feito com 100% de matéria-prima renovável. Se tudo correr dentro do previsto, a produção do "plástico verde" em escala industrial deve começar no início de 2009. A empresa estima uma produção inicial de algo entre 100 e 200 mil toneladas por ano.
Os clientes estão dispostos a pagar de 15% até 20% a mais pelo "selo verde", afirmou o presidente da Braskem, José Carlos Grubisich, segundo o qual os custos de produção deste plástico serão compatíveis com os verificados atualmente.
Notícia é muito positiva
Para os analistas da SLW Corretora, a notícia é positiva não apenas para a Braskem, mas para o setor petroquímico em geral, que achou no etanol de cana-de-açúcar uma fonte alternativa ao uso da nafta e do gás natural, reduzindo sua dependência desses insumos cujos preços são determinados mundialmente e pulverizando sua base de fornecedores.
Ademais, a Link Corretora e o BES (Banco Espírito Santo) destacam o fato de a Braskem, mais uma vez, se colocar à frente de suas concorrentes. Em linhas gerais, para o BES, a notícia é muito positiva e reforça sua recomendação de compra para as ações da companhia.
Espaço para expansão das margens
Segundo os analistas do banco , se os custos se mostrarem efetivamente competitivos, a Braskem poderá elevar significativamente suas margens a partir da venda deste produto, que alcançaria preços superiores aos dos produtos tradicionais.
Por sua vez, os analistas da Link surpreenderam-se positivamente com o fato de os custos de produção estarem tão próximos aos das resinas tradicionais: "15% a 20% não são nada, se pensarmos na demanda específica que pode surgir para o produto".
Dentro deste contexto, a corretora avalia que, a despeito de sua recomendação de ficar de fora do setor, "um bom momento para a indústria pode estar cada vez mais próximo".
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eguilliod
40 24/05/2007de patinho feio a cisne, depois de passar anos derrapando, será que não é otimismo demais ? espero que vc tenha razão, mas o histórico desse papel me fará feliz se chegar a um belo ganso.
o que há de ser considerado,ainda, é o desfecho da aquisição a Ipiranga.
se tudo der certo, convenhamos, estaremos diante de uma convergência de fatores positivos que poderá determinar um rally de alta, mas eh preciso que tudo dê certo...