PIB Brasil

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,4% no 1º trimestre de 2018, na 5ª alta seguida na comparação com os três meses anteriores. Em valores correntes, o PIB no período foi de R$ 1,6 trilhão.

Do lado da demanda, o consumo das famílias manteve a trajetória de recuperação com alta de 0,5%. Já os investimentos subiram 0,6%. Somente o consumo do governo mostrou retração no período, de 0,4%, em meio ao forte ajuste fiscal diante das contas públicas no vermelho.

O IBGE revisou o PIB do 4º trimestre de 2017 de alta de 0,1% para 0,2%, o do 3º trimestre de 0,2% para 0,3% e o do 1º trimestre de 1,3% para 1,1%.

Na comparação com o primeiro trimestre de 2017, o PIB cresceu 1,2% nos primeiros três meses deste ano. Trata-se de uma desaceleração em relação ao quarto trimestre de 2017, que avançou 2,1% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

No acumulado em 12 meses, no entanto, o PIB mantém a trajetória de recuperação. Nesta base de comparação, o crescimento foi de 1,3% no 1º trimestre, o segundo após uma sequência de 11 resultados negativos.

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PIB Brasil 2017

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 1,0% em 2017, na primeira alta após dois anos consecutivos de retração. Os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, em valores correntes, o PIB em 2017 foi de R$ 6,6 trilhões. Esse resultado significa que a economia brasileira começou a se recuperar em 2017, mas ainda não conseguiou repor as perdas da atividade econômica na crise. Em 2016 e 2015, o PIB recuou 3,5% sobre o ano anterior, na maior recessão da história recente do país. Na verdade, o resultado de 2017 fez com que conseguíssemos alcançar o mesmo patamar do primeiro trimestre de 2011, isso se considerarmos o valor adicionado em termos reais, já descontada a inflação em todo esse período de oscilação, que teve mais baixos do que altos.

 O grande impulsionador do PIB de 2017 foi o agronegócio, que avançou 13% em 2017, puxado pela safra recorde. Foi o melhor desempenho do setor agrícola desde o inicio da série histórica do IBGE, em 1996. Sem o agronegócio, o crescimento do PIB teria sido de 0,3%. O resultado positivo ocorreu após um dos piores anos do agronegócio (2016), o setor agrícola encolheu 4,3%. 

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PIB Brasil 2016

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro caiu pelo segundo ano seguido em 2016 e confirmou a pior recessão da história. A retração foi de 3,6% em relação ao ano anterior. Em 2015, a economia já havia recuado 3,8%. Essa sequência, de dois anos seguidos de baixa, só foi verificada no Brasil nos anos de 1930 e 1931, quando os recuos foram de 2,1% e 3,3%, respectivamente. Em valores correntes, o Produto Interno Bruto Brasileiro chegou a R$ 6,266 trilhões em 2016, e o PIB per capita ficou em R$ 30.407 – uma redução de 4,4% diante de 2015.

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PIB Brasil 2015

A economia brasileira encolheu 3,8% em 2015 na comparação com 2014, segundo os dados do PIB (Produto Interno Bruto) divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 

Essa é a maior queda desde que a atual pesquisa do IBGE começou a ser feita, em 1996. Se forem considerados os dados anteriores do PIB, que começam em 1948, é o pior resultado em 25 anos, desde 1990 (-4,3%), quando Fernando Collor de Mello assumiu o governo e decretou o confisco da poupança.

Esta é a sétima vez que o Brasil tem PIB negativo desde 1948: 1981 (-4,3%), 1983 (-2,9%), 1988 (-0,1%), 1990 (-4,3%), 1992 (-0,5%), 2009 (-0,1%) e, agora, 2015 (-3,8%).

Em valores correntes, o PIB de 2015 ficou em R$ 5,9 trilhões. O PIB per capita ficou em R$ 28.876 em 2015, com queda de 4,6% em relação ao ano anterior.

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PIB Brasil 2014

O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro fechou o ano em leve alta de 0,1%. Foi o pior resultado para a economia desde a queda de 0,2% em 2009, auge da crise crise econômica mundial.  

A soma de todos os bens e serviços produzidos pelo país foi de R$ 5,521 trilhões em 2014. O PIB per capita fechou o ano em R$ 27.229, uma queda de 0,7% (em volume) em relação a 2013. 

O resultado de 2014 ficou abaixo do PIB de 2013 (que foi revisado para alta de 2,7%), mas superou a expectativa de analistas, que contavam com um resultado nulo. Só no quarto trimestre de 2014, a economia brasileira teve queda de 0,2% na comparação com o mesmo período de 2013, mas subiu 0,3% em relação ao terceiro trimestre.

Entre os setores produtivos do PIB, a indústria registrou o pior desempenho, caindo 1,2% no ano. O setor agropecuário teve avanço de 0,4%, e os serviços subiram 0,7%.

O setor de serviços foi o que mais movimentou recursos ao longo do ano passado, responsável por R$ 901,4 bilhões. A agropecuária girou R$ 48 bilhões, e a indústria, R$ 279,6 bilhões. 

Mas outros itens também entram no cálculo do PIB: o investimento das empresas para poder produzir mais, chamado tecnicamente de Formação Bruta de Capital Fixo, caiu 4,4% ao longo do ano passado. O consumo das famílias subiu 0,9% em 2014 na comparação com 2013, e os gastos do governo aumentaram 1,3%.

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PIB Brasil 2013

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia brasileira cresceu 2,3% no ano de 2013. Em valores correntes, a soma das riquezas produzidas no ano passado chegou a R$ 4,84 trilhões e o PIB per capita (por pessoa) atingiu R$ 24.065.

Os três setores analisados pelo IBGE para o cálculo do PIB mostraram avanço, com destaque para a agropecuária, que cresceu 7,0%, seguida por serviços (2,0%) e indústria (1,3%). Em 2012, o avanço do PIB, de 1,0% (dado revisado), havia sido puxado pelo desempenho do setor de serviços, o único que mostrou taxas positivas.

Na agricultura, o destaque partiu da produção de soja (24,3%), de cana de açúcar (10,0%), de milho (13,0%) e de trigo (30,4%). Já o crescimento da indústria foi puxado pela atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (2,9%).

Dentro do setor de serviços, o maior avanço foi verificado no setor de serviços de informação (5,3%), seguid por transporte, armazenagem e correio (2,9%) e comércio (2,5%).

No mesmo período, na análise da demanda, a formação bruta de capital fixo (investimentos) foi o que mais cresceu, 6,3%, influenciado pelo aumento da produção de máquinas e equipamentos.

Dentro dessa mesma avaliação da demana, o consumo das famílias, que por muito tempo puxou o crescimento da economia brasileira, mostrou taxa positiva pelo 10º ano seguido. No entanto, o aumento foi menos expressivo, 2,3%.

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PIB Brasil 2012

A economia brasileira fechou 2012 com um crescimento de 0,9%, conforme divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 1º de março de 2013. O resultado – que ficou muito longe dos 4% esperados pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, no final de 2011, apesar das várias medidas de estímulo anunciadas ao longo do ano – foi o pior desde 2009, quando o Produto Interno Bruto (PIB) havia registrado recuo de 0,3%.

No ano, o desempenho foi puxado, pelo lado da oferta, pelo setor de serviços, que avançou 1,7%, contra quedas de  2,3% na agropecuária e de 0,8% da indústria. A participação do setor de serviços no PIB atingiu 68,5%, a maior registrada desde 2000.

Pelo lado da demanda, o consumo das famílias desacelerou e subiu 3,1% no ano passado, o pior desempenho desde 2003, quando caiu 0,8%. A despesa do consumo do governo avançou 3,2%. Em valores correntes, o PIB somou R$ 4,4 trilhões.

Com o objetivo de acelerar o crescimento do PIB em 2012, o governo brasileiro adotou algumas medidas como, por exemplo, diminuição da taxa básica de juros (SELIC). Redução de impostos como, por exemplo, o IPI (Produto sobre Produtos Industrializados) para alguns setores da economia (eletrodomésticos, automóveis, materiais de construção) também fez parte do arsenal do governo para evitar a desaceleração da economia brasileira ao longo de 2012.

Mesmo com as várias medidas de estímulos adotas pelo governo, o PIB brasileiro apresentou um crescimento fraco e bastante decepcionante.

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PIB Brasil 2011

O Produto Interno Bruto brasileiro, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu menos do que a média mundial ao longo de 2011. Segundo o IBGE, o PIB brasileiro cresceu 2,7%, enquanto a expansão média mundial, de acordo com uma projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI), foi 3,8%. O país teve crescimento inferior ao da China (9,2%), Índia (6,9%), Coreia do Sul (3,6%), África do Sul (3,1%) e Alemanha (3%).

O crescimento do PIB em 2011, segundo economistas, foi afetado pela crise econômica nos Estados Unidos e na Europa. Os Estados Unidos apresentaram uma taxa de crescimento de apenas 1,7%. Já a maioria dos países europeus também apresentaram uma taxa de variação do PIB bem abaixo da média: França (1,7%), Reino Unido (0,8%), Espanha (0,7%), Itália (0,4%) e Portugal (-1,5%).

O crescimento do PIB brasileiro também foi prejudicado pela política contra inflação adotada pelo Banco Central, que elevou as taxas básica de juros (SELIC), desestimulando o consumo.

Podemos afirmar, categoricamente, que o resultado do PIB brasileiro em 2011 demonstra um crescimento abaixo do potencial da economia brasileira.

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PIB Brasil 2010

De acordo com dados divulgados pelo IBGE em 2 de março de 2011, o PIB brasileiro de 2010 cresceu 7,5% em relação ao ano anterior. Foi um ótimo desempenho da economia brasileira: a maior a taxa de crescimento dos últimos 24 anos, influenciada pela forte demanda interna e pelo fraco desempenho econômico no ano anterior. Em valores correntes, o PIB brasileiro atingiu R$ 3,675 trilhões. O PIB per capita em 2012 ficou em R$ 19.016,00.

 

Evolução Anual do PIB Brasil

Variação Histórica do PIB Brasileiro

20004,30-----------
20011,30-----------
20022,70-----------
20031,10-----------
20045,70-----------
20053,20-----------
20064,00-----------
20076,10-----------
20085,10-----------
2009-0,10-----------
20107,50-----------
20114,00-----------
20121,90-----------
20133,00-----------
20140,50-----------
2015-3,50-----------
2016-3,50-----------
20171,00-----------
20181,30-----------
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