Produção Industrial Brasileira em 2018

Mês Índice Mensal (%) Índice Anual (%) Índice Ano (%)
JAN -2,2 5,7 5,7
FEV 0,0 2,8 4,3
MAR 0.0 1,3  3,1
ABR  0,8 8,9  4,5
MAI  -10.9  -6,6  2,0
JUN  12,6  3,5  2,3
JUL  -0,2  4,0  2,5
AGO  -0.8  2.0  2.5
SET  -2.0  2.0  2.7
OUT  0,3  1,1  1,8
NOV  -0,1  -0,9  1,5
 DEZ   0.2  -3.6  1.1

 

Entenda a Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), através da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física (PIM-PF), produz indicadores de curto prazo relativos ao setor industrial brasileiro.

Iniciada na década de setenta, a pesquisa avalia o comportamento da produção real mensal nas indústrias extrativa e de transformação do país. A coleta de dados é realizada mensalmente e abrange todo o território nacional.

O relatório sobre a produção industrial no país é divulgado em duas versão: Pesquisa Industrial Mensal Produção Física Brasil e Pesquisa Industrial Mensal Produção Física Regional.

 

Produção Industrial Brasileira em Janeiro de 2018

O setor industrial, em janeiro de 2018, volta a mostrar um quadro de menor ritmo produtivo, expresso não só na queda de 2,4% na comparação com o mês imediatamente anterior, recuo mais intenso desde fevereiro de 2016 (-2,5%), mas também no perfil disseminado de taxas negativas, já que três das quatro grandes categorias econômicas e 19 das 24 atividades apontaram redução na produção. Vale destacar que o recuo verificado nesse mês elimina parte do ganho de 4,3% acumulado nos últimos quatro meses de 2017. Com esses resultados, o setor industrial ainda encontra-se 15,8% abaixo do nível recorde alcançado em junho de 2013. Ainda na série com ajuste sazonal, mesmo com a perda de ritmo da atividade industrial nesse mês, o índice de média móvel trimestral permanece com a trajetória ascendente iniciada em abril de 2017.

No confronto com igual mês do ano anterior, a produção industrial mostrou crescimento pelo nono mês consecutivo e com o índice mensal de janeiro de 2018 apontando o avanço mais intenso desde abril de 2013 (9,8%). Vale ressaltar o claro predomínio de taxas positivas entre as grandes categorias econômicas e as atividades pesquisadas. Ainda na comparação com igual período do ano anterior, os sinais de aumento no ritmo produtivo do total da indústria também ficam evidenciados no confronto do último trimestre de 2017 (4,9%) com o resultado do primeiro mês de 2018 (5,7%). Entre as grandes categorias econômicas, bens de capital (de 10,8% para 18,3%) e bens de consumo duráveis (de 17,9% para 20,0%) assinalaram os maiores avanços entre os dois períodos e prosseguiram com crescimento de dois dígitos. Os segmentos de bens intermediários (de 4,0% para 4,2%) e de bens de consumo semi e não-duráveis (de 2,8% para 3,0%) também mostraram ganhos, mas permaneceram com expansão abaixo da magnitude observada na média da indústria.

    

Produção Industrial Brasileira em Fevereiro de 2018

O setor industrial, em fevereiro de 2018, volta a mostrar avanço na produção, mas o ligeiro acréscimo de 0,2% observado nesse mês eliminou apenas pequena parte do recuo de 2,2% registrado em janeiro de 2018. Contudo, vale destacar o comportamento predominantemente positivo da produção industrial nos últimos quatro meses de 2017, período em que acumulou expansão de 4,1%. Com esses resultados, o setor industrial ainda encontra-se 15,1% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011. Ainda na série com ajuste sazonal, mesmo com a perda de ritmo da atividade industrial nesse início de 2018, o índice de média móvel trimestral permanece com a trajetória ascendente iniciada em maio de 2017.

No confronto com igual mês do ano anterior, a produção industrial mostrou expansão pelo décimo mês consecutivo, mas com o índice mensal de fevereiro de 2018 reduzindo a magnitude de crescimento frente aos meses anteriores. Mas vale ressaltar que permanece o claro predomínio de taxas positivas entre as grandes categorias econômicas e as atividades pesquisadas. Com isso, o total da indústria prosseguiu com crescimento, mas com ligeira perda de ritmo no confronto do último trimestre de 2017 (4,9%) com o resultado do primeiro bimestre de 2018 (4,3%), ambas as comparações com igual período do ano anterior. Entre as grandes categorias econômicas, bens intermediários (de 4,0% para 2,9%) e bens de consumo semi e nãoduráveis (de 2,8% para 2,2%) também assinalaram redução na intensidade de expansão. O segmento de bens de capital (de 10,8% para 12,6%) foi o único que apontou ganho entre os dois períodos, enquanto o setor produtor de bens de consumo duráveis (de 17,9% para 17,9%) mesmo repetindo o resultado do último trimestre de 2017, permaneceu com avanço de dois dígitos e com a taxa mais elevada.

 

Produção Industrial Brasileira em Março de 2018

O setor industrial, em março de 2018, voltou a mostrar perda de ritmo na produção, expresso não só no decréscimo de 0,1% frente ao mês imediatamente anterior, mas também no predomínio de taxas negativas entre as atividades investigadas. Vale destacar também o comportamento predominantemente negativo do total da indústria nos três primeiros meses de 2018, com perda de 2,2% frente ao patamar registrado em dezembro de 2017. Assim, a produção industrial ainda encontra-se 15,3% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011. Ainda na série com ajuste sazonal, com a perda de ritmo da atividade industrial nesse início de 2018, o índice de média móvel trimestral interrompeu a trajetória ascendente iniciada em maio de 2017.

No confronto com igual mês do ano anterior, a produção industrial mostrou expansão pelo décimo primeiro mês consecutivo, mas com o índice mensal de março de 2018 reduzindo a magnitude de crescimento frente aos meses anteriores. Mas vale ressaltar que, no resultado desse mês, verificase a influência do efeito-calendário, já que março de 2018 teve dois dias úteis a menos do que igual mês do ano anterior. No índice acumulado do primeiro trimestre do ano permanece o comportamento positivo, com destaque para os avanços vindos dos setores associados à produção de bens de consumo duráveis e de bens de capital.

 

Produção Industrial Brasileira em Abril de 2018

O setor industrial, em abril de 2018, voltou a mostrar ganho de ritmo na produção, expresso não só na expansão de 0,8% frente ao mês imediatamente anterior, mas também no predomínio de taxas positivas entre as grandes categorias econômicas. Contudo, vale destacar o saldo ainda negativo do total da indústria nos quatro primeiros meses de 2018, com perda de 1,3% frente ao patamar registrado em dezembro de 2017. Assim, com esses resultados, a produção industrial ainda encontra-se 14,6% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011. Ainda na série com ajuste sazonal, o índice de média móvel trimestral volta a assinalar crescimento após interromper no mês anterior a trajetória ascendente iniciada em maio de 2017.

No confronto com igual mês do ano anterior, a produção industrial mostrou expansão pelo décimo segundo mês consecutivo e com o índice mensal de abril de 2018 acentuando a magnitude de crescimento frente aos meses anteriores. Mas vale ressaltar que, no resultado desse mês, verifica-se a influência tanto da baixa base de comparação, uma vez que o total da indústria mostrou queda de 4,3% em abril de 2017, como do efeitocalendário, já que abril de 2018 teve três dias úteis a mais do que igual mês do ano anterior. Assim, no índice acumulado do primeiro quadrimestre do ano permanece o comportamento positivo, com destaque para os avanços vindos dos setores associados à produção de bens de consumo duráveis e de bens de capital.

 

Produção Industrial Brasileira em Maio de 2018

A redução de 10,9% da produção industrial observada na passagem de abril para maio últimos foi a mais acentuada desde dezembro de 2008 (-11,2%), e levou o patamar de produção a retornar a nível próximo ao de dezembro de 2003, ficando, dessa forma, 23,8% abaixo do ponto recorde alcançado em maio de 2011. Esse resultado refletiu o comportamento negativo de todas as quatro categorias econômicas e de vinte e quatro ramos pesquisados, explicado especialmente pelos efeitos da greve dos caminhoneiros que paralisou/interrompeu a produção em várias unidades produtivas no país. Ainda na série com ajuste sazonal, o resultado negativo mais elevado de maio de 2018 acentuou a queda do índice de média móvel trimestral, com o total da indústria registrando recuo de 3,4% em maio, maior perda desde janeiro de 2009 (-5,3%) nesse tipo de comparação.

Em relação a maio de 2017, o setor industrial recuou 6,6%, menor marca desde outubro de 2016 (-7,3%), e que interrompeu doze meses consecutivos de taxas positivas. Esse quadro evidencia o aprofundamento dos efeitos das paralisações ocorridas em diversas plantas industriais, fruto, especialmente, do movimento de greve dos caminhoneiros nos 10 últimos dias de maio. Com isso, observa-se um alargamento do conjunto de segmentos com taxas negativas, que alcançam todas as quatro grandes categorias econômicas, 24 dos 26 ramos, 63 dos 79 grupos e 69,7% dos 805 produtos pesquisados. Vale destacar que maio de 2018 ainda teve um dia útil a menos do que igual mês de 2017. Com isso, não só o total da indústria como também as quatro grandes categorias econômicas, no índice acumulado para o período janeiro-maio de 2018, mostraram redução no ritmo de crescimento frente ao fechamento do primeiro quadrimestre de 2018, influenciados pela desaceleração da atividade industrial que se deu de forma pronunciada no mês de maio.

 

Produção Industrial Brasileira em Junho de 2018

A expansão de 13,1% observada em junho de 2018 foi a mais elevada desde o início da série histórica e eliminou a queda de 11,0% assinalada no mês anterior. No resultado desse mês verifica-se o comportamento positivo de todas as quatro categorias econômicas e de vinte e dois ramos pesquisados, explicado especialmente pelo aumento do ritmo produtivo, após o mês de maio refletir os efeitos da greve dos caminhoneiros que paralisou/interrompeu o processo de produção em várias unidades produtivas no país. Mas vale destacar que, mesmo com o comportamento positivo mais acentuado nesse mês, o total da indústria embora tenha eliminado as perdas registradas no ano de 2018, ainda se encontra 13,7% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011. Ainda na série com ajuste sazonal, o maior ritmo da produção industrial em junho de 2018 também fica evidenciado na evolução do índice de média móvel trimestral que voltou a mostrar resultado positivo (0,5%), após recuar 3,4% em maio, que foi a maior perda desde janeiro de 2009 (-5,3%) nesse tipo de comparação.

No confronto com igual mês do ano anterior, a produção industrial voltou a mostrar expansão, após recuar 6,6% em maio de 2018, por conta dos efeitos das paralisações ocorridas em diversas plantas industriais, fruto, especialmente, do movimento de greve dos caminhoneiros nos 10 últimos dias daquele mês. No resultado desse mês, observa-se o predomínio de taxas positivas, que alcançam todas as quatro grandes categorias econômicas e a maior parte das atividades investigadas, com destaque para os setores associados à produção de bens de consumo duráveis e de bens de capital. No índice semestral, o total da indústria, ao avançar 2,3% nos seis primeiros meses de 2018, permaneceu com comportamento positivo pelo terceiro semestre consecutivo, mas com perda de ritmo frente ao verificado no último semestre do ano passado (4,0%), ambas as comparações contra igual período do ano anterior.

 

Produção Industrial Brasileira em Julho de 2018

O setor industrial do Brasil, em julho de 2018, voltou a mostrar um quadro de menor ritmo produtivo, expresso, especialmente, na queda de 0,2% frente ao mês imediatamente anterior. Contudo, no resultado desse mês, observa-se, mesmo com o total da indústria assinalando recuo, predomínio de taxas positivas, já que 16 dos 26 ramos investigados apontaram avanço na produção. Vale destacar que o índice de julho de 2018 foi precedido pela maior volatilidade da produção industrial nos meses de junho (12,9%) e de maio (-10,9%) e que foram diretamente afetados pelos efeitos da greve dos caminhoneiros que ocorreu nos últimos 10 dias de maio. Assim, com esses resultados, o setor industrial mesmo recuperando o patamar de produção de abril último, ainda encontra-se 14,1% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.

No confronto com igual mês do ano anterior, a produção industrial mostrou expansão pelo segundo mês consecutivo, após recuar em maio de 2018 (-6,6%), por conta dos efeitos das paralisações ocorridas em diversas plantas industriais, fruto, especialmente, do movimento de greve dos caminhoneiros nos 10 últimos dias daquele mês. No resultado desse mês, com a influência do efeito-calendário, já que julho de 2018 (22) teve um dia útil a mais do que igual mês do ano anterior (21), observa-se o predomínio de taxas positivas, que alcançam todas as quatro grandes categorias econômicas e a maior parte das atividades investigadas, com destaque para os avanços mais acentuados vindos dos setores associados à produção de bens de consumo duráveis e de bens de capital. No índice acumulado do ano, o total da indústria, ao crescer 2,5% nos sete primeiros meses de 2018, permaneceu com o comportamento positivo, mas ainda com perda de ritmo frente ao verificado nos quatro primeiros meses do ano (4,4%), ambas as comparações contra igual período do ano anterior.

 

Produção Industrial Brasileira em Agosto de 2018

O setor industrial do Brasil, em agosto de 2018, volta a mostrar um quadro de menor ritmo produtivo, expresso não só no segundo resultado negativo consecutivo na comparação com o mês imediatamente anterior, mas também no perfil mais disseminado de taxas negativas nesse mês, já que duas das grandes categorias econômicas e a maior parte das atividades apontaram redução na produção. Vale destacar que o índice de agosto de 2018 foi precedido pela maior volatilidade da produção industrial nos meses de maio (-10,9%) e de junho (12,7%) e que foram diretamente afetados pelos efeitos da greve dos caminhoneiros que ocorreu nos últimos 10 dias de maio. Assim, com esses resultados, o total da indústria mesmo repetindo o patamar de produção de abril último, ainda encontra-se 14,3% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.

No confronto com igual mês do ano anterior, a produção industrial mostrou expansão pelo terceiro mês consecutivo, após recuar em maio de 2018 (-6,4%), por conta dos efeitos das paralisações ocorridas em diversas plantas industriais, fruto, especialmente, do movimento de greve dos caminhoneiros nos 10 últimos dias daquele mês. No resultado desse mês, observa-se o predomínio de taxas positivas, que alcançam todas as quatro grandes categorias econômicas e a maior parte das atividades investigadas.

No índice acumulado do ano, o total da indústria, ao crescer 2,5% nos oito meses de 2018, permaneceu com o comportamento positivo, com destaque para os avanços mais acentuados vindos dos setores associados à produção de bens de consumo duráveis e de bens de capital. Contudo, observa-se perda de dinamismo nos últimos meses, de tal forma que na análise quadrimestral, a média da indústria, ao avançar 0,8% no período maio-agosto de 2018, apontou redução na intensidade do crescimento frente ao resultado do primeiro quadrimestre do ano (4,5%), todas as comparações contra igual período do ano anterior. Esse movimento também foi observado nas quatro grandes categorias econômicas, com destaque para bens de consumo duráveis (de 21,5% para 7,1%) e bens de capital (de 14,2% para 4,4%), influenciadas, em grande parte, pela perda de dinamismo na fabricação de eletrodomésticos da “linha marrom” (de 47,4% para -13,6%) e automóveis (de 21,5% para 14,5%), na primeira; e de bens de capital para equipamentos de transporte (de 26,6% para 9,4%), na segunda. Os setores produtores de bens intermediários (de 2,5% para 0,6%) e de bens de consumo semi e não-duráveis (de 2,5% para - 1,2%) também mostraram perda de ritmo entre os dois períodos, com o primeiro assinalando o quarto quadrimestre seguido de crescimento na produção; e o segundo apontando a única taxa negativa no período maioagosto de 2018.

 

Produção Industrial Brasileira em Setembro de 2018

O setor industrial nacional, em setembro de 2018, voltou a mostrar um quadro de menor ritmo produtivo, expresso não só no terceiro resultado negativo consecutivo na comparação com o mês imediatamente anterior, mas também no perfil mais disseminado de taxas negativas nesse mês, já que todas as grandes categorias econômicas e a maior parte das atividades apontaram redução na produção. Assim, com esses resultados, o total da indústria encontra-se 16,4% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011. Vale destacar que o índice de setembro de 2018 foi precedido pela maior volatilidade da produção industrial nos meses de maio (-10,9%) e de junho (12,6%) e que foram diretamente afetados pelos efeitos da greve dos caminhoneiros que ocorreu nos últimos 10 dias de maio. Ainda na série com ajuste sazonal, com a perda de ritmo da atividade industrial nesses últimos meses, o índice de média móvel trimestral interrompeu a trajetória ascendente iniciada em maio de 2018.

No confronto com igual mês do ano anterior, a produção industrial mostrou queda e interrompeu três meses de taxas positivas consecutivas. Mas vale ressaltar que, no resultado desse mês, além do menor ritmo da atividade industrial também se verifica a influência do efeito-calendário, já que setembro de 2018 teve um dia útil a menos do que igual mês do ano anterior. No índice acumulado do ano, o total da indústria, ao crescer 1,9% nos nove meses de 2018, permaneceu com o comportamento positivo, com destaque para os avanços mais acentuados vindos dos setores associados à produção de bens de consumo duráveis e de bens de capital. Contudo, observa-se perda de dinamismo nos últimos meses, já que a média da indústria registra clara redução na intensidade do crescimento frente ao resultado do primeiro quadrimestre de 2018 (4,4%), todas as comparações contra igual período do ano anterior.

 

Produção Industrial Brasileira em Outubro de 2018

O setor industrial nacional, em outubro de 2018, após acumular perda de 2,7% em três meses consecutivos de queda, volta a mostrar taxa positiva frente ao mês imediatamente anterior. Mas cabe destacar que, mesmo mostrando apenas um ligeiro acréscimo de 0,2% nesse mês, observa-se perfil disseminado de crescimento, já que 17 das 26 atividades pesquisadas apontaram avanço na produção. Com esses resultados, o total da indústria ainda se encontra 16,2% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011. Ainda na série com ajuste sazonal, com o menor dinamismo da atividade industrial nesses últimos meses, o índice de média móvel trimestral assinalou comportamento negativo pelo segundo mês seguido.

No confronto com igual mês do ano anterior, a produção industrial, em outubro de 2018, volta a mostrar expansão, após assinalar queda no mês anterior quando interrompeu três meses de taxas positivas consecutivas. Mas vale ressaltar que, no resultado desse mês, observa-se a influência do efeito-calendário, já que outubro de 2018 teve um dia útil a mais do que igual mês do ano anterior. No índice acumulado do ano, o total da indústria, ao crescer 1,8% nos dez meses de 2018, permaneceu com o comportamento positivo, com destaque para os avanços mais acentuados vindos dos setores associados à produção de bens de consumo duráveis e de bens de capital. Contudo, verifica-se perda de dinamismo nos últimos meses, já que a média da indústria registra clara redução na intensidade do crescimento frente ao resultado do primeiro quadrimestre de 2018 (4,4%), todas as comparações contra igual período do ano anterior.

 

Produção Industrial Brasileira em Novembro de 2018

O setor industrial nacional, em novembro de 2018, após acumular perda de 2,8% em quatro meses consecutivos de queda, volta a mostrar taxa positiva frente ao mês imediatamente anterior. Mas cabe destacar que, mesmo mostrando acréscimo de 0,1% nesse mês, observa-se perfil disseminado de taxas negativas, já que 16 das 26 atividades pesquisadas apontaram recuo na produção. Com esses resultados, o total da indústria ainda se encontra 16,4% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011. Ainda na série com ajuste sazonal, com o menor dinamismo da atividade industrial nesses últimos meses, o índice de média móvel trimestral assinalou comportamento negativo pelo terceiro mês seguido.

No confronto com igual mês do ano anterior, a produção industrial, em novembro de 2018, volta a mostrar recuo, após assinalar expansão no mês anterior. Vale ressaltar que, no resultado desse mês, observa-se predomínio de taxas negativas, já que 3 das 4 categorias econômicas e a maior parte (14) das 26 atividades pesquisadas apontaram redução na produção. No índice acumulado do ano, o total da indústria, ao crescer 1,5% nos onze meses de 2018, permaneceu com o comportamento positivo, com destaque para os avanços mais acentuados vindos dos setores associados à produção de bens de consumo duráveis e de bens de capital. Contudo, verifica-se perda de dinamismo nos últimos meses, já que a média da indústria registra clara redução na intensidade do crescimento frente ao resultado do primeiro quadrimestre de 2018 (4,4%), todas as comparações contra igual período do ano anterior.

 

Produção Industrial Brasileira em Dezembro de 2018

O setor industrial nacional, em dezembro de 2018, ao avançar 0,2% em dezembro de 2018, volta a mostrar taxa positiva frente ao mês imediatamente anterior, mas registra perfil disseminado de resultados negativos, já que 15 das 26 atividades pesquisadas apontaram recuo na produção. Mesmo com o resultado positivo desse mês, vale destacar que em 2018, após a maior volatilidade da produção industrial nos meses de maio (-10,9%) e de junho (12,6%) e que foram diretamente afetados pelos efeitos da greve dos caminhoneiros que ocorreu nos últimos 10 dias de maio, o setor industrial apresentou uma maior frequência de taxas negativas, com uma perda acumulada de 2,6% desde junho último. Assim, com esses resultados, o total da indústria ainda se encontra 16,3% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.

No confronto com igual mês do ano anterior, a produção industrial mostrou recuo pelo segundo mês consecutivo e com o índice mensal de dezembro de 2018 apontando a queda mais intensa desde maio de 2018 (-6,3%). Na análise semestral, o total da indústria teve comportamento positivo ao longo de 2018, mas verifica-se clara redução na intensidade de crescimento na passagem dos seis primeiros meses de 2018 (2,3%) para o segundo semestre do ano (0,1%), todas as comparações contra iguais períodos do ano anterior. Com isso, no fechamento do ano de 2018, o setor industrial também assinalou expansão (1,1%), mas com ritmo abaixo do observado em 2017 (2,5%), quando interrompeu três anos consecutivos de queda. Entre as grandes categorias econômicas, essa perda de dinamismo ao longo de 2018 também fica evidenciada, com as maiores reduções vindo de bens de consumo duráveis, que passou de 14,1% no primeiro semestre do ano para 2,0% no segundo, e de bens de capital (de 9,5% para 5,4%). Os segmentos de bens intermediários (de 1,1% para -0,3%) e de bens de consumo semi e não-duráveis (de 0,2% para - 0,7%) também apontaram perda de ritmo entre os dois períodos.

 

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